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Banco Central do Brasil

Bancos e Financeiras

Consumidor
Emmanuelle Lima.
Cidade
/
Recebido em
27/05/2008 22:35
Atendido em
Não atendido...
Status
Reclamação Não Atendida
RECLAMAÇÃO
BB, MANUTENÇÃO E RENOVAÇÃO DE CADASTRO??

Ao Banco Central do Brasil


Em abril do corrente foi retirado de minha conta corrente no Banco do Brasil uma taxa referente à manutenção do cadastro no valor de R$9,20. Trata-se de uma taxa de cunho semestral.
Em um espaçamento de tão somente trinta dias foi me retirado a mesma quantia de minha conta corrente neste mesmo Banco. Abri inúmeras ocorrências e nas lacônicas respostas sem autoria que recebi da parte deles em email não digitado na folha de ocorrência, foi-me justificado de que a segunda cobrança feita no mês absolutamente seguinte incidente sobre o mesmo cadastro agora se tratava de RENOVAÇÃO de cadastro. E, mais, tratava-se de mais uma cobrança semestral!

É possível que um correntista de um Banco pague três vezes ao ano por uma cobrança semestral??

O que este Banco pode me dizer a respeito de uma tarifação semestral incidente sobre O MESMO cadastro de um Banco ser cobrada duas vezes, em dois meses consecutivos, tendo como desculpa ter seu nome apenas sido trocado de manutenção para renovação???

Não seria justo que em tendo eu pago R$9,20 pela manutenção de um cadastro, e tendo sido esta tarifação sido extinta em 30.4.08, não ser cobrada em maio, já que se tratam de cobranças SEMESTRAIS???


É lógico um indivíduo pagar pela manutenção da coisa em um mês, sendo esta uma cobrança semestral e, no mês que se segue pagar por sua renovação??? Sendo esta outra cobrança semestral???

Quero salientar que serei em setembro novamente tarifada em cima do mesmo cadastro, o que me terá feito pagar 3 vezes sobre uma cobrança que deveria ter sido feita APENAS duas vezes aa.

I appreciate the answer.

EMMANUELLE RODRIGUES DE LIMA.
BANCO DO BRASIL
ÁGUAS CLARAS-D.F.
COMENTÁRIOS DOS CONSUMIDORES
 
03/06/2008 23:18 - Emmanuelle Lima.
Meu pleito já foi atendido.

Eis a carta que mandei ao Banco do Brasil em resposta à reintegração do dinheiro à minha conta:
AH, mas estou muito feliz e assim fiquei ao ligar para este banco hoje e para minha tamanha supresa AGRADÁVEL, o meu dinheiro está de volta, foi devolvido à minha conta corrente esta madrugada.
Agradeci muito aO Senhor Deus que nos dá a vitória nas batalhas, ela não vem de nós. Em vão nos preparamos para as guerras, se DEle não vier a doce Vitória.

Quero também dizer que uma funcionária de uma creche na cidade ao lado feita por uma cooperativa de catadores de papel p/ ficar com suas crianças enquanto vão de sol a sol catar nosso lixo nas ruas para trocar por moedas, toneladas de papel...... telefonou-me pedindo dez reais DEZ REAIS para eu doar para um menininho, se não me engano, Gabrielzinho o nome dele, para o seu leite.
Eles têm uma forma interessante de trabalhar, na qual dividem todo o dinheiro arrecadado para cada criança na creche, 10 reais para o leite de cada infante, 20 para a fralda de cada um, entende??

Enfim, ela me ligou pedindo esta oferta, já que estariam passando por esta cidade naquele dia. Eu lamentei muito, mas NÃO tive para dar.

E, até hoje eu penso naquela criança e oro por ela, pedindo aO Senhor Deus que alguém tenha dado a doação que eu não pude dar e, que ela, como seus pais, sejam em tudo alvos dO Tremendo Amor de Um DEUS Compassivo e Misericordioso.

Peço que encaminhe cópia desta missiva para a agência, na qual tenho conta e na qual foi restituído o meu abençoado dinheirinho.

Sem mais e em Amor Cristão,
Emmanuelle R. de Lima.
03/06/2008 05:26 - Emmanuelle Lima.
Cadê, o excelentíssimo Banco Central do país em que nasci NÃO vai mesmo me responder????
03/06/2008 05:24 - Emmanuelle Lima.
Bancos descumprem regras sobre tarifas, aponta Procon-SP (Fonte: Agência Brasil, por Vinicius Konchinski )
Reclame Aqui 29-05-2008

São Paulo - Uma pesquisa divulgada ontem (28) pela Fundação Procon São Paulo aponta que alguns bancos ainda não cumprem as normas estabelecidas pelo Banco Central (BC) para a cobrança de tarifas, vigentes desde o dia 30 de abril.

No levantamento realizado com dez instituições financeiras, foi verificado que nem todas elas padronizaram a nomenclatura das taxas cobradas pelos serviços prestados a seus clientes, conforme fixa a Resolução 3.518 do BC, e nem todas informam de forma correta quais são os serviços gratuitos incluídos nos seus pacotes de tarifas.

"Percebemos que alguns bancos ainda estão em adaptação e descumprem alguns pontos do regulamento", afirmou o assistente de direção do Procon-SP, Diógenes Donizete. "As regras são um avanço para o consumidor, tornam as relações entre banco e correntista mais transparentes, mas ainda existem problemas", disse.

A entidade também comparou os valores cobrados pelo mesmo serviço, em cada um dos bancos consultados, no início de fevereiro e no dia em que as regras do BC entraram em vigor. Segundo o órgão, foram verificados aumentos de até 433% no valor das taxas durante o período.

"Houve aumentos, isso é fato. Mas se os bancos ajustam as tarifas, os consumidores também podem se ajustar", afirmou Donizete, reforçando que consumidores devem pesquisar quais as instituições oferecem as tarifas mais baixas.

De acordo com o Procon-SP, o preço de um extrato mensal pode variar de R$ 1,30 até R$ 10, dependendo do banco. No caso dos pacotes padronizados de serviços, há bancos que cobram taxas mensais de R$ 15 e outros que cobram R$ 28.

Ainda de acordo com Donizete, os consumidores também devem ficar atentos ao seu padrão de utilização dos serviços bancários para economizar com as tarifas. Ele disse que muitos acabam aderindo a pacotes que incluem serviços que nem sempre são usados e, com isso, perdem a chance de gastar menos.

Para comprovar a possibilidade, o Procon-SP elaborou um perfil hipotético de um cliente bancário, baseado no que a entidade acredita ser o da maioria dos consumidores. A entidade comparou o gasto mensal desse cliente com tarifas, levando em consideração duas situações: a primeira, em que ele adere a um pacote padronizado de serviços e a segunda, em que ele não adere ao pacote e paga por cada serviço separadamente.

Como resultado, a conclusão é de que, pagando separadamente, na média, o cliente gasta R$ 11,10 por mês. E, aderindo ao pacote, o cliente paga R$ 21,40, quase o dobro. "Claro que isso é foi feito em um perfil hipotético, em uma média, mas já mostra como pesquisar é importante", enfatizou.

Em comunicado, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que, "quanto às diferenças de preços [das tarifas], elas são a melhor prova de que há forte concorrência entre os bancos, os quais disputam clientelas de diferentes segmentos oferecendo serviços diferenciados, para cada tipo de público e consumidor".

Já sobre os demais pontos verificados na pesquisa do Procon-SP, a Febraban considerou que seria necessário um estudo mais detalhado sobre os itens apontados para uma avaliação mais ponderada.

O Banco Central, responsável pela apuração das irregularidades apontadas, foi procurado para comentar a pesquisa. O órgão não respondeu à reportagem.


Fonte bibliográfica: www.reclameaqui.com.br 29/05/08
03/06/2008 05:15 - Emmanuelle Lima.
Procon mostra drible dos bancos em norma do BC(Sindicato dos Bancários, por André Rossi)
Reclame Aqui 01-06-2008

São Paulo - Os bancos estavam muito quietos. Quase não se ouviu a tradicional choradeira quando o Banco Central baixou uma determinação que na teoria serviria para colocar limites na farra das tarifas. Poucos dias depois da entrada em vigor da norma, o Procon explica a razão do comportamento manso das instituições: eles não só deram um jeito de seguir com a mão grande no bolso da sociedade com conseguiram também arrancar mais e mais dinheiro dela.

Segundo levantamento divulgado na quarta, dia 28, os bancos aumentaram o valor de algumas tarifas, passaram a cobrar por outras que eram gratuitas e ainda começaram a cobrar outras semestralmente e não mais de ano em ano. Foram avaliados Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Real, Safra, Santander e Unibanco.

Um dos maiores dribles foi com a renovação de cadastro. Nove das dez instituições pesquisadas aumentaram o valor e uma passou a cobrar. Os preços subiram de 156% a 433%, de acordo com cada banco. Além disso, a cobrança era anual e agora poderá ser feita a cada seis meses.

A junção na cobrança de alguns serviços prioritários feita pelos bancos, respaldados pela norma, também foi uma bela jogada, uma vez que prevaleceu o valor mais alto, como nos valores para as transferências por meio de DOC/TED, que eram cobradas separadamente antes.

Fonte bibliográfica: www.reclameaqui.com.br 29/05/08

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