Hoje, no dia 30/01/10/2009, entre o meio dia e o meio dia e meia, recebi a ligação de uma atendente da American Express, agora adquirida pelo Bradesco, com uma “oferta incrível”, e eles tratam como se aquilo fosse um “presente” para você: um outro cartão de crédito. E ligam incessantemente. É um verdadeiro teste à sua paciência. Não interessa se há 3 dias você já falou que não queria.
Em geral, os atendentes agradecem a atenção e te desejam um bom dia, como se fosse possível após aquela ligação perturbatória. Mas não nesta ocorrência.
Enquanto, mais uma vez, educadamente explicava a minha falta de interesse em um cartão de crédito, começou a agressivamente da moça ao falar: “como é que não tem interesse em algo que não conhece?” e quando eu respondi que já estava cansada de conhecer - justamente em razão das inúmeras outras ofertas repetidas constantemente - e, como viu que não ia fechar a venda, antes de DESLIGAR o telefone NA MINHA CARA, assim, sem qualquer motivo, falou “DEMÔNIO”.
Essa prática vai muito além da mera perturbação cotidiana. É horrível ficar recebendo dezenas de ligações de inúmeras empresas financeiras impondo propostas de crédito, e outras instituições pedindo doações, SEM PARAR, apesar de você falar mais de uma vez que não quer, que não tem interesse. Agora, desligarem na sua cara e dessa forma?!?! Mas o que é isso!!!!! Sou uma senhora de mais de 60 anos de idade! Onde está o respeito e consideração que a legislação brasileira obriga?
Isso já me estressou sobremaneira e transcendeu o razoável. Estou visivelmente abalada e transtornada.
E, em última análise, que belíssima oferta: um cartão de crédito, justamente o primeiro passo para que meu bom nome seja destruído. Isso é uma política extremamente agressiva e abusiva, além de ofender o bom senso e a minha dignidade enquanto consumidora e ser humano.
Exijo que meu nome seja riscado em definitivo dos contatos da American Express e Central Bradesco, de modo que eu não aceito mais receber telefonemas dessas empresas para oferecer produtos e/ou serviços. Espero ter-me feito entender com clareza meridiana e exijo uma auditoria interna para que se averigúe de imediato o fato e que as providências internas sejam realizadas.
Se não for contatada muito brevemente com soluções, tomarei as providências judiciais cabíveis, notificando também o Ministério Público.