Reclamação formal Impedimento injustificado de entrada e solicitação de apuração

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Reclamar dessa empresa

Araraquara - SP

29/07/2026 às 09:47

ID: 255106907

Venho registrar uma reclamação formal sobre o tratamento recebido por mim e por minha mãe durante o acesso ao espetáculo Xuxa O Último Voo da Nave, realizado no Allianz Parque, em 25 de julho de 2026.

Minha mãe é idosa e possui desgaste na coluna e, por essa razão, necessita utilizar uma pequena almofada de apoio lombar sempre que permanece sentada por períodos mais prolongados, conforme prescrição médica. A almofada media aproximadamente 10 x 20 cm, era extremamente leve e tinha como única finalidade proporcionar conforto e reduzir suas dores durante o espetáculo.

Ao chegarmos ao acesso, fomos surpreendidos por um policial com a informação de que ela não poderia entrar com essa almofada. Questionamos, de forma respeitosa, qual seria a regra que fundamentava essa proibição, uma vez que consultamos previamente a lista oficial de itens proibidos divulgada pela própria organização nas redes sociais da 30e e da artista Xuxa Meneghel.
Conforme essa lista, são proibidos diversos objetos, como armas, objetos perfurocortantes, guarda-chuvas, cadeiras, bancos e mochilas superiores a 20 x 30 cm. Em nenhum momento há qualquer menção à proibição de almofadas de apoio.
Mesmo diante dessa informação, fomos informados de que não haveria exceção e que, para entrar no evento, minha mãe deveria obrigatoriamente descartar a almofada. Não nos foi apresentada qualquer justificativa objetiva ou fundamento para essa decisão.
Durante esse diálogo, o agente responsável pelo controle de acesso adotou uma postura desrespeitosa, afirmando que eu estaria tentando ensinar o trabalho dele, que ele sabia o que podia ou não permitir e questionando a veracidade das informações que eu apresentava, sem sequer analisar a lista oficial divulgada pela própria organização.
A situação tornou-se ainda mais contraditória porque, após ingressarmos no evento, observamos diversas pessoas portando mochilas e bolsas claramente superiores às dimensões permitidas, bem como outros objetos cuja entrada, em tese, também estaria restrita, como cartazes que aparecem nas redes sociais. Isso demonstra que as regras não foram aplicadas de forma uniforme.
Possuo vídeo da abordagem do policial, fotografias e os materiais oficiais divulgados pela organização contendo a relação de itens proibidos, os quais poderão ser apresentados para auxiliar na apuração dos fatos.
Conforme pode ser comprovado por meu vídeo, o PM que fez isso era o único presente na entrada do portão B, chamado PM ESTEVAM.

Diante do ocorrido, solicito:
* esclarecimento sobre qual norma fundamentou essa proibição, já que ela não consta na lista oficial divulgada ao público;
* o ressarcimento do valor da almofada descartada;
* uma manifestação oficial acerca da conduta adotada durante o atendimento;
* a preservação das imagens das câmeras de segurança do portão de acesso e da identificação da equipe que atuava naquele local e horário, para que os fatos possam ser devidamente esclarecidos.

Destaco que compreendo a necessidade de medidas de segurança em eventos de grande porte. Entretanto, elas devem ser aplicadas com respeito, transparência e uniformidade, especialmente quando envolvem um objeto de uso pessoal, de pequenas dimensões, sem qualquer potencial ofensivo e indispensável ao conforto de uma pessoa com limitação física.

Aguardo resposta por escrito no prazo de 10 dias. Não havendo solução satisfatória, encaminharei o caso aos órgãos de defesa do consumidor e adotarei as medidas administrativas e judiciais cabíveis.

Atenciosamente,
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Consideração final do consumidor

03/08/2026 às 15:57

Péssimo, ignoram todo atendimento.

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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