Reclamação sobre segurança no acesso à sala VIP de Curitiba e clonagem de cartão de crédito

Não respondida
Curitiba - PR
05/06/2026 às 09:32
ID: 250574495
Segue uma versão mais firme, profissional e com tom claro de insatisfação:
Gostaria de registrar uma reclamação formal em relação à segurança no acesso à sala VIP de Curitiba.
Recentemente, meu cartão de crédito foi clonado (ou teve seus dados capturados indevidamente) e utilizado por terceiros para realizar compras em uma empresa de São Paulo, cuja identificação já possuo.
A razão pela qual tenho convicção de que o comprometimento dos dados ocorreu neste estabelecimento é bastante objetiva: a sala VIP de Curitiba é o único local onde ainda utilizo o cartão físico. Há bastante tempo deixei de utilizar esse cartão presencialmente em qualquer outro estabelecimento, mantendo seu uso exclusivamente para acesso à sala.
Além disso, trata-se do único local em que o colaborador retém o cartão e o leva para trás do balcão, fora do campo de visão do cliente. Isso cria uma vulnerabilidade evidente e desnecessária no processo.
O que torna a situação ainda mais preocupante é o fato de que exatamente o mesmo problema já ocorreu comigo há cerca de dois anos. Na ocasião, formalizei uma reclamação, mas aparentemente nenhuma medida efetiva foi implementada para eliminar o risco. Considerando a recorrência do caso, é difícil acreditar que eu seja o único cliente afetado por esse tipo de ocorrência.
Por esse motivo, solicito um posicionamento formal sobre as providências que serão adotadas. Trata-se de um benefício oferecido pelo banco aos seus clientes, e eu gostaria de continuar utilizando o serviço com a segurança mínima esperada, sem precisar abrir mão dele por falhas de controle operacional.
Também gostaria de obter esclarecimentos sobre os seguintes pontos:
O balcão de atendimento é monitorado por câmeras? Em caso positivo, quais medidas são tomadas quando há suspeitas ou recorrência de ocorrências como esta? Em caso negativo, por qual motivo não existe monitoramento em uma área tão sensível?
Por que esta é a única sala VIP que frequento em todo o Brasil que ainda exige a apresentação e manipulação do cartão físico para acesso, contrariando práticas amplamente adotadas pelo mercado?
Por que a leitora ou máquina responsável pela validação do cartão não fica posicionada sobre o balcão, permitindo que o próprio cliente realize a operação sem perder a posse do cartão?
Na mesma linha, por que o processo é realizado atrás de um balcão que impede o cliente de acompanhar integralmente a transação realizada com seu cartão?
A recorrência do problema demonstra que não se trata apenas de um incidente isolado, mas de uma fragilidade operacional que merece atenção imediata. Aguardo retorno com os esclarecimentos e as medidas que serão adotadas para evitar que novos clientes sejam expostos à mesma situação.