Denúncia de Assédio Moral, Perseguição, Pressão Psicológica e Abuso de Autoridade por Supervisor

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Paraíso - SP

02/04/2026 às 16:24

ID: 245042649

Assunto: Denúncia de assédio Moral Perseguição, Pressão Psicológica e Abuso de Autoridade no Trabalho - Caso Grave

Prezados,

Venho por meio deste relatar um caso muito grave de perseguição e abuso de autoridade por parte do supervisor Claudio, que tem adotado um comportamento autoritário e desrespeitoso em relação a mim e à equipe de vigilantes. Ele tem imposto mudanças de posto sem justificativa, querendo tirar os vigilantes do terminal de Cargas para alocar no posto CML de forma ríspida e ameaçadora. Além disso, não respeita o ponto de cada vigilante no posto de serviço e não respeita minha escala de trabalho.

Diante das conversas com os vigilantes, é claro que ele não está respeitando as normas e procedimentos estabelecidos. Ele está trazendo vigilantes do contrato da Gate Gourmet para alocar no contrato LATAM sem justificativa, e no dia 26 tentou colocar uma vigilante líder ***** RE=***** no meu lugar e me remanejar para o posto CML sem a minha vontade e sem concordância da equipe.

Obs/ Ciente que a Geiza é mulher do supervisor Antônio no qual foi o supervisor Antônio que ajudou e indicou o Cláudio para o Cargo de supervisor tento invista trocar de favor entre ambos

No dia 27 de Março, por volta das 04:00 da manhã, ele esteve no posto portaria lado Ar P5, causando pressão psicológica nos vigilantes noturnos que estavam alocados, insinuando que os vigilantes estavam cansados da operação, mesmo os vigilantes afirmando para ele que não estavam cansados.

Ele foi ríspido, afirmando que vai fazer a mudança dos vigilantes, colocando pressão psicológica e não respeitando os vigilantes, com tom ameaçador.

Conforme descrito acima, na data de hoje, 30 de Março, por volta das 18:10 da noite, o supervisor Claudio me comunicou que queria conversar em particular, juntamente com a inspetora de segurança Stella Morais, me conduzindo a entrar na viatura da empresa Albatroz, fazendo nosso deslocamento até o posto CML, no piso do Refeitório. Mediante diálogo, o mesmo informou que eu não iria mais fazer parte da Liderança e afirmou com toda clareza que, a partir do dia 31/03/26, eu deveria me apresentar no posto CML para trabalhar de vigilante, pois, por ponto de visão dele, eu não poderia mais exercer a função de vigilante Líder, me trocando de escala contra minha vontade.

Mediante diálogo, perguntei ao supervisor Claudio qual seria a justificativa, e o mesmo falou que eu trabalhava muito bem, mas, por ponto de visão dele, estava me rebaixando de cargo para vigilante, que não estava de acordo com minha conduta no trabalho. Perguntei a ele esclarecimento, no qual o mesmo informou que só era ponto de visão dele.

Solicitei um documento por escrito, no qual o mesmo falou que não teria e mencionar que eu estava dispensado do trabalho, que poderia retornar para casa sem justificativa, me deixando constrangido na frente da inspetora de segurança Stella.

Essa situação me causou uma crise de ansiedade, com sintomas como palpitações, suor excessivo e dificuldade para respirar, no dia 30/03/2026, por volta das 19:00 horas. Tive que me afastar do local de trabalho e buscar atendimento médico no Hospital Stella Maris, localizado na ***** Vila Itapegica, Guarulhos, CEP *****.

Recebi um Receituário de Controle Especial, prescrito pela Dra. Giovanna, com o seguinte medicamento:

- *Medicamento*: Sertralina 50 mg
- *Posologia*: Tomar 1 comprimido (1 cp) ao dia
- *Quantidade*: 60 comprimidos

A perseguição e a pressão psicológica estão afetando minha saúde e bem-estar, e estou tendo dificuldade para dormir e me concentrar no trabalho.

A equipe de vigilantes também relatou situações semelhantes, e estão sofrendo com a pressão do supervisor Claudio.

Incluo abaixo a mensagem escrita do supervisor Claudio:

"Linaldo, você não vai mais ser líder. A partir de amanhã, você vai trabalhar no posto CML como vigilante. Não precisa mais se apresentar como líder."

E também a mensagem que ele me disse:
"Agradeço seu serviço prestado. Pra evitar problemas pra mim e pra você, vou liberar você hoje para vir no plantão de amanhã assumir aqui no CML como vigilante. Te aguardo aqui amanhã. Gosta muito do meu trabalho, que eu trabalho muito bem, devido o meu comportamento e avaliação pessoal dele."

Além disso, no dia 26, o supervisor Claudio perguntou quanto tempo eu estava na LATAM, e eu respondi 16 anos. Ele falou que às vezes é preciso mudar de local, que o posto CML seria melhor pra mim. Eu respondi que estou aqui pra trabalhar, que até agora deu certo, e perguntei se ele tinha algo pra falar do meu trabalho. Ele falou que não, que tem boas referências do meu, que um dia tudo pôde mudar, que ele tem total carta branca tanto por parte do Marcelino quanto do Klaus que está no terminal de Cargas LATAM para fazer mudança, que ninguém tem que questionar ele.

E também, no dia 26, por volta das 19:00 horas, ele tirou um Controlador de acesso do meu efetivo e alocou no posto do CML pórtico, para Cobrir o horário de jantar às 22 hrs mesmo eu tendo informado que isso iria contra os protocolos de segurança da empresa, pois o controlador de acesso não tem o curso AVSEC de vigilante e não pode cobrir posto de vigilante. Isso o deixou irritado e irado contra minha pessoa.

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Resposta da empresa

10/04/2026 às 08:06

Olá, bom dia!

Acusamos o recebimento de sua manifestação, a qual relata situações envolvendo possível conduta inadequada por parte de liderança, incluindo alegações de perseguição, abuso de autoridade, desvio de função, pressão psicológica e descumprimento de normas operacionais.

A empresa trata com extrema seriedade qualquer relato dessa natureza. Informamos que será instaurada apuração interna imediata e criteriosa, com a oitiva das partes envolvidas e análise dos fatos descritos, a fim de verificar a conformidade das condutas com as diretrizes da empresa, normas trabalhistas e procedimentos operacionais vigentes.

Ressaltamos que práticas como tratamento desrespeitoso, alterações de posto sem justificativa formal, eventual desvio de função, bem como qualquer conduta que possa caracterizar assédio ou abuso de autoridade, não são toleradas e, caso confirmadas, serão devidamente tratadas com a aplicação das medidas cabíveis.

Quanto à eventual alteração de função e escala, esclarecemos que toda e qualquer movimentação deve observar critérios técnicos, operacionais e legais, sendo recomendável sua formalização e comunicação adequada ao colaborador.

Com relação ao impacto em sua saúde, manifestamos nossa preocupação e orientamos que toda documentação médica seja encaminhada ao setor responsável, para que as providências necessárias sejam adotadas.

Reforçamos que a empresa não compactua com retaliações a colaboradores que realizam relatos de boa-fé, garantindo a confidencialidade e a imparcialidade no tratamento da demanda.

Permanecemos à disposição para eventuais esclarecimentos adicionais e informaremos oportunamente a conclusão da apuração.

Atenciosamente,
Grupo Albatroz.

Réplica do consumidor

10/04/2026 às 11:10

Prezados Senhores da Albatroz,

Gente, estou escrevendo para expressar minha decepção e insatisfação com a falta de resposta da empresa em relação à denúncia de assédio moral e perseguição que fiz contra o supervisor *****. Infelizmente, não obtive nenhum retorno ou suporte da empresa, mesmo após apresentar provas e relatos detalhados da conduta inadequada do supervisor.

A perseguição e pressão psicológica que eu sofria por parte dele me afetaram profundamente e me fizeram passar mal. É lamentável que a empresa não tenha tomado medidas para investigar e resolver a situação.

Quero deixar registrado que não estou procurando vingança, mas sim justiça e respeito. A falta de ação da empresa só reforça a impressão de que a conduta do supervisor ***** é tolerada e aceita.

Aguardo uma resposta e uma solução para essa situação.