Reclamação em réplica

Em réplica

Reclamar dessa empresa

São Paulo - SP

06/08/2026 às 12:45

ID: 255782543

No dia de hoje (06/08/2026), compareci à agência do Banco do Brasil e solicitei uma senha preferencial por ser autista, conforme me garante a Lei 12.764/12. Ao ser chamado no caixa, um cliente começou a reclamar em voz alta que as pessoas estavam passando na sua frente e passou a invalidar minha condição, dizendo que eu não era autista, mesmo eu estando com o meu cordão de identificação oficial do autismo.Diante do ataque, relatei a situação ao vigilante da empresa Albatroz, identificado como Dos Santos. O mesmo agiu com total descaso, respondendo que "não tinha nada a ver com isso". Devido à falta de amparo, à omissão da equipe de segurança em acionar a polícia diante do desacato/discriminação e ao sentimento de total insegurança, fui obrigado a ir embora para minha casa para tomar minhas medicações e me acalmar de uma crise.Após me estabilizar, retornei ao banco para concluir o que precisava. Durante todo o tempo em que estive na agência, o vigilante Dos Santos ria de forma debochada e mantinha a mão apoiada no coldre da arma de fogo, adotando uma postura de clara coação psicológica e ameaça velada.Ao finalizar meu atendimento e me dirigir à saída, avisei ao vigilante Dos Santos que a conduta dele havia sido incorreta, constrangedora e ameaçadora. O funcionário respondeu textualmente que "não fala com autista" e que eu deveria falar com o gerente do banco. O próprio gerente da agência me orientou a abrir uma queixa diretamente contra a prestadora de serviços de segurança. Consegui identificar o nome do vigilante (Dos Santos) com muita insistência através de outro funcionário da equipe.Exijo que a Albatroz Segurança tome medidas disciplinares imediatas e severas em relação ao funcionário Dos Santos e revise o treinamento de seu contingente sobre o atendimento a PCDs e a Lei do Autismo. Caso a empresa não se posicione e tome providências institucionais, esta denúncia será formalizada imediatamente junto ao Ministério Público, à Polícia Federal (órgão que fiscaliza a segurança privada) e por vias judiciais cíveis e penais por discriminação. Lembrando que não é a primeira vez que isso ocorre e sempre que entro no banco o segurança tem a mesma ação de deboche sarcasmo.

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Resposta da empresa

07/08/2026 às 11:55

Sr. Álvaro, bom dia!

Agradecemos o seu relato e informamos que recebemos sua manifestação com a devida atenção.

Lamentamos que o atendimento em questão tenha lhe causado desconforto e os sentimentos descritos em sua reclamação. A Albatroz repudia qualquer forma de discriminação, desrespeito ou conduta incompatível com os princípios de ética, profissionalismo e respeito à dignidade das pessoas, valores que norteiam a atuação de seus colaboradores.

Informamos que os fatos narrados serão objeto de apuração interna, mediante levantamento das informações pertinentes e oitiva dos profissionais envolvidos, a fim de verificar, com a devida imparcialidade, as circunstâncias do ocorrido e, se constatada qualquer conduta em desacordo com os padrões exigidos pela empresa, serão adotadas as medidas administrativas cabíveis.

A Albatroz investe continuamente na capacitação de seus profissionais, incluindo orientações voltadas ao atendimento respeitoso ao público e à observância da legislação aplicável, buscando sempre prestar serviços com urbanidade, segurança e respeito aos direitos de todos os cidadãos.

Ressaltamos que a empresa leva manifestações dessa natureza com absoluta seriedade e não compactua com comportamentos discriminatórios ou incompatíveis com a função exercida por seus colaboradores.

Agradecemos por trazer os fatos ao nosso conhecimento, pois manifestações como a sua contribuem para o aprimoramento contínuo de nossos processos e da qualidade dos serviços prestados.

Permanecemos à disposição pelos nossos canais oficiais para quaisquer esclarecimentos adicionais.

Atenciosamente,
Grupo Albatroz.

Réplica do consumidor

07/08/2026 às 12:14

Ah, agência Banco do Brasil na república Vieira de Carvalho. Não havia repassado só dados