Falha mecânica grave em scooter elétrica K1com risco à segurança e divergência no diagnóstico da assistência técnica, resultando em cobrança indevida de peça.

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Jaboatão dos Guararapes - PE

23/08/2026 às 22:48

ID: 257186359


No dia 24 de fevereiro, deixei minha scooter elétrica (K1) na loja para uma revisão de rotina, onde foram realizados ajustes nos freios.
Ocorre que, no dia 10 de maio à noite, após ter agendado nova verificação devido a uma queda de corrente ocorrida em 08/05, passei por uma situação de extremo perigo. Estava na ciclovia do canal de Jardim Piedade, a caminho da casa do pai dos meus filhos para buscá-los, quando a K1 travou comigo em movimento em plena via pública.
Estava em baixa velocidade porque havia um ônibus vindo em minha direção. Tentei frear e acelerar devagar, mas o acelerador não funcionou. Um transeunte se prontificou a ajudar e constatou que a trava do pedal estava solta (evidenciando defeito de fabricação/montagem). Com a ajuda dele, consegui empurrar o veículo para a calçada e, com a autorização da moradora, deixei a scooter guardada em segurança no quintal dela até o dia seguinte, retornando para casa a pé.
No dia seguinte (11/05), por volta das 06h40, meu pai foi comigo ao local, colocamos a K1 na carroceria do carro e, às 09h00, levamos o veículo até a loja para que fossem realizados o conserto da trava e a revisão.
A partir daí, comecei a enfrentar um looping de justificativas desencontradas por parte da assistência:
18 de maio: Entraram em contato informando que a scooter não funcionava, apresentando o código de erro "E3" (erro no motor), mas culparam a bateria.
19 de maio: Mudaram o diagnóstico, afirmando que o problema seria o motor. Depois disso, não deram mais retorno.
20 de maio: Como dependo da K1 diariamente para levar meus filhos à escola, entrei em contato cobrando uma posição. Foi quando me enviaram um relatório afirmando que "a catraca e a trava do pedal se soltaram (peças fundamentais para assegurar a segurança), indicando que partes condutoras expostas possam ter entrado em contato com o chassi, ocasionando curto-circuito no sistema elétrico e gerando o erro E3".
Resumo da situação: O problema elétrico (curto e erro E3) foi diretamente causado pela falha mecânica prévia (soltura da catraca e da trava do pedal), peças essenciais que se soltaram por falha de montagem ou do componente, colocando minha vida e a de terceiros em risco no trânsito.
Como dependo urgentemente do veículo para a minha rotina familiar (levar os crianças ao colégio), acabei arcando com o pagamento de um novo motor. Diante disso, exijo o reembolso imediato do valor pago pelo motor ou a devolução de um novo motor, visto que a queima da peça foi gerada exclusivamente pelo vício de fabricação anterior da própria scooter.

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