Serviços não prestado e dinheiro não devolvido

Reclamação resolvida

Resolvido

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Serra - ES

21/09/2023 às 10:00

ID: 172474293

Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano

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No dia 31 de março, eu , Fernanda Monteiro Barreto Camargo, após indicação de uma pessoa conhecida , fiz contato com Sr. Patrick , a partir de um anúncio feito por ele na OLX.
O contato foi pelo WhatsApp e na ocasião solicitei orçamento de um portão para fechamento da casa que estamos reformando para minha filha mais velha que irá se casar em outubro.
Após troca de mensagens, combinamos de que ele me ligaria para conversamos e antecipadamente, enviei a imagem do que queria.
Após passar o orçamento, agendamos que ele fosse em minha residência para fecharmos o contrato e confirmamos as medidas . No mesmo dia, ele esteve em minha residência e firmamos um contrato assinado por ele e por mim no valor de 19.*******,00 ( dezenove mil e oitocentos reais)
Além do portão, tínhamos todo serviço de vidraçaria e alumínio da casa, por isso, fechamos um valor que contemplasse todo serviço.
No contrato rezava que ele teria 15 dias para entregar o serviço.
No dia 03 de abril recebi uma mensagem pelo WhatsApp do Sr Patrick informando que a filha estava hospitalizada e ele ter tido um imprevisto com a ex esposa e a partir deste dia iniciamos uma saga para que ele iniciasse o serviço.
No dia 04, pelo WhatsApp ele enviou uma foto de uma criança, dizendo ser sua filha em uma cama de hospital e com socorristas.
No dia 05 de abril, depois de trocarmos mensagens sobre a necessidade de ele iniciar o serviço , ele informou que agora era ele quem estava doente.
Durante todo mês de abril ele não apresentou serviço, mas pela boa fé, acreditamos que haviam sido questões de saúde, adversas à vontade dele.
No dia 2 de maio , conseguimos ir à construção e verificamos a necessidade de alteração de uma parte do projeto, e um acréscimo de *******,00 (quatrocentos e noventa reais ) e fiz o pagamento no momento, tentativa de não travar o processo.
No mesmo dia, ao sairmos da obra, ele viu que estávamos trocando o telhado da casa e se ofereceu para comprar as telhas direto do fornecedor, o que seria um pouco mais barato para nós. Aceitei , mas pedi que ele comprasse a telha e me mandasse a nota fiscal, que somente depois, iria transferir o dinheiro.
No dia 11 de maio ele me enviou um áudio dizendo que havia pedido as telhas, mesmo sem termos alinhado e que poderia enviar o valor. Aguardei que ele me mandasse a nota fiscal , o que fez no dia 13 de maio, e somente depois transferi o valor. Novamente, confiando na palavra e no documento Fiscal, que, dias mais tarde descobri que era falso.
No mesmo dia informou que estava doente novamente e que por isso o serviço iria atrasar mais uns dias.
N dia 15 de maio, meu esposo e eu , agendemos um encontro com ele e formos a casa, ficamos aguardando por horas , inclusive, avisamos a ele que era aniversário do meu esposo e que iriamos sair, por isso não poderia atrasar.
A partir desta data, já comecei a ficar desconfiada que poderíamos estar envolvidas em uma relação de má fé, e passei a cobrá-lo de forma mais contundente.
No dia 30 ele nos mandou uma fotografia tirada de Serralheria do Pai dele, Sr Paulo, onde aparecia uma escada , semelhante a que havíamos solicitado dele.
Neste dia fui até a Serralheria do pai, pois o Sr. Patrick colocou o endereço no contrato. Conversei com o pai informando de todo processo e ele respondeu que iria falar com ele e certamente, o serviço seria feito.
No dia 02 de junho, depois de várias tentativas de contato e cumprimento do contrato, informei por mensagem de WhatsApp ao Sr Patrick que iria entrar em contato com a empresa que constava na nota fiscal das telhas para saber o que estava acontecendo e assim o fiz.
Na ocasião, descobri que a nota naõ era da empresa e que a compra nunca havia sido realizada, ou seja, ele havia me enviado uma nota fiscal [Editado pelo Reclame Aqui].
Informei a ele o ocorrido e no dia 02 de junho fiz uma ocorrência no Procon por não prestação dos serviços contratados.
No dia 04 de junho, conversando com uma amiga, ela perguntou sobre a obra e comentei que estava com problemas com um fornecedor , Durante a conversa, ela revelou que o mesmo Sr. Patrick havia feito da mesma forma com ela, há alguns anos atras e que somente havia conseguido que o serviço fosse realizado porque contou com ajuda da filha e genro.
Sendo assim, no dia 05 de junho fiz um Boletim de ocorrência relatando os fatos além da nota fiscal [Editado pelo Reclame Aqui].
Informei ao Sr Patrick que tomaria tais medidas na tentativa de fazê-lo cumprir o compromisso. No dia 08 de junho representei o Boletim de Ocorrência pois não conseguia contato com ele.
No dia 20 de junho, em mais uma tentativa de mediação, após representar o Boletim de Ocorrência, fui novamente à Serralheira do Sr. Paulo, e na ocasião informei a ele todo ocorrido e com os possíveis desdobramentos para ele mesmo, pois o endereço do contrato era da sua serralheira.
Durante a conversa, o Sr. Paulo, pai de Patrick, revelou que o filho aplica esses [Editado pelo Reclame Aqui], especialmente em pastores, e que nós éramos o quarto pastor que ele fazia da mesma forma. Informou ainda que o filho vive em sua casa sem autorização da mãe, e que além disso, já havia pedido para que o filho retirasse o endereço da serralheria do contrato que fazia com cliente, segundo dele, não queria se envolver mais.
Na tentativa de compreender até o onde o pai estava envolvido no [Editado pelo Reclame Aqui] que o Sr. Patrick aplica, solicitei que ele concluísse o serviço, desta forma entenderia que ele não estaria envolvido. Porém , como resposta ele me informou que não poderia fazer porque precisava combinar com Sr.Patrick.
Enquanto conversarmos com o pai, o Sr. Patrick chegou ao local e alterado, disse que não adiantava fazer nada judicial porque , em suas palavras não daria em nada. Disse ainda que havia feito até o 7 período de direito e que sabia o processo.
Ainda assim, demos cinco dias para que ele desse , ao menos, 50% de andamento na obra . Caso não acontecesse, ele não teria mais acesso a obra.
No dia 22 de junho, dois dias depois da conversa, ele foi até o local instalou parte de uma escada de metalon no local, digo parte porque, segundo registros que tenho de filmagem, chumbou a escada com parafuso e precisei retirar pois tinha risco de cair. Além disso, instalou parte da fachada da varanda, que inclusive estava fora do padrão ABNT para guarda corpo, quando questionei o fato, ele informa que aquela seria apenas uma peça referência .Deixou os materiais e máquina de solda na obra e não voltou mais.
Nesse dia, enviei um áudio dizendo que não poderia entrar mais na obra somente para retirar seus materiais, e que daria continuidade ao processo judicial .
Depois deste dia, não fiz mais contato com ele .

Por ser verdade, assino o presente relato .

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Resposta da empresa

18/12/2023 às 10:16

favor verificar pois essa empresa e de outro estado

Réplica da empresa

04/01/2024 às 18:39

Boa noite venho reiterar essa empresa da reclamação citada não e o mesmo CNPJ que a senhora contratou

Consideração final do consumidor

04/03/2024 às 09:09

A empresa respondeu

O problema foi resolvido?

Reclamação resolvida

Resolvido

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Não

Nota do atendimento

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