Passageira sofre acidente em excursão e alega falta de suporte da empresa

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Diadema - SP
28/09/2025 às 12:36
ID: 228000021
No dia 26/09/2025, participei de uma excursão promovida pela empresa Turismo Capixaba Recreativo, com destino ao Buda, no Espírito Santo.
O embarque ocorreu normalmente no Hotel Santorini, localizado na *****. No entanto, o desembarque não aconteceu no mesmo local. Fui deixada nas proximidades da Padaria Manos, situada na *****.
Ao descer do ônibus, pisei em falso nos degraus, dobrei ambos os pés e caí em frente ao veículo, sofrendo um forte desequilíbrio. Um motoboy que passava no local gritou cuidado com a cabeça, pois por pouco não bati a cabeça no paralelepípedo.
Quando me perguntaram se eu conseguia me levantar, informei que estava com muita dor nos dois pés, acreditando que havia torcido ambos. Fui auxiliada a sentar no primeiro degrau do ônibus e pedi gelo, que inicialmente foi solicitado na padaria. Em seguida, a guia turística decidiu me levar ao hotel.
Chegando na recepção do Hotel Santorini, a guia informou sobre minha queda e solicitou gelo à recepcionista. Nesse momento, outra passageira da excursão, chamada Kamila, levou minha bolsa, pois eu estava impossibilitada de carregar meus pertences. Ela estava hospedada no hotel em frente, o Hotel da Praia. Após isso, a guia se despediu dizendo apenas qualquer coisa, me mande mensagem e foi embora.
A empresa não realizou boletim de ocorrência, não acionou o seguro viagem e não providenciou atendimento médico imediato, mesmo sendo uma situação ocorrida durante o desembarque.
Diante da falta de suporte, entrei em contato com a empresa pelo WhatsApp, mas não obtive retorno. Todo o apoio que recebi veio exclusivamente do hotel onde estava hospedada.
Posteriormente, procurei atendimento no Hospital Santa Rita de Cássia, em Vitória, onde foi constatado que luxeio o tornozelo esquerdo e fraturei o tornozelo direito, sendo indicada a realização de cirurgia.
Diante da gravidade da situação, precisei antecipar meu voo para São Paulo para dar continuidade ao tratamento médico. Para isso, tive que adquirir duas botas ortopédicas e me adaptar aos curativos realizados no hospital antes da viagem.