Cobrança abusiva e serviço de dedetização inadequado

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Goiânia - GO

16/07/2025 às 14:21

ID: 222244543

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No dia 12/07/2025, foi contratado o serviço de dedetização para residência.

Durante a conversa telefônica com o prestador do serviço, foi informado que seriam utilizados, em média, 5 litros de produto, ao custo aproximado de R$ 148,50 por litro. Também foi dito que, caso houvesse necessidade de produto adicional, poderia ser concedido um desconto no valor do litro excedente. Com base nessas informações, a contratante aceitou a realização do serviço.

Entretanto, os funcionários responsáveis agiram de forma abusiva, contrariando a confiança que lhes foi depositada ao serem deixados à vontade para realizar a aplicação. O produto foi utilizado de maneira desproporcional e sem os devidos cuidados. Houve aplicação dentro de armários de MDF, que não podem ser molhados, sem sequer solicitar que os itens fossem retirados. Como resultado, produtos de higiene armazenados no banheiro, como papel higiênico, creme dental e sabonetes, foram inutilizados, e o armário sofreu danos, já que a madeira inchou mesmo tendo sido seco assim que o problema foi percebido, após as 17h.

Para agravar a situação, foram utilizados 35 litros do produto, quantidade muito superior à informada inicialmente. Apenas após a conclusão do serviço, foi comunicado o valor total de R$ 5.197,50. Após novo contato com o prestador, esse valor foi ajustado para R$ 3.500,00 ainda assim, um montante completamente fora do que havia sido acordado previamente.

Além disso, foi apenas comunicada a existência de um suposto desconto, sem qualquer clareza ou transparência sobre a composição do novo valor cobrado. Ressalta-se que, no momento do primeiro contato, a única demanda apresentada pela contratante foi o controle de pombos. Foi então oferecida uma barreira sonora no valor de cerca de R$ 4.000,00, mas, ao deixar claro que não teria condições de arcar com esse custo, foi sugerida uma barreira química paliativa, com duração estimada de quatro meses. Contudo, o método aplicado não apresentou resultados, uma vez que os pombos seguem no mesmo local.

Importante destacar que, durante a execução do serviço, a contratante estava sozinha em casa com sua filha. Diante da situação inesperada e da forma como tudo foi conduzido, sentiu-se coagida a aceitar e parcelar um valor que não condiz com o que foi previamente combinado. Relata ainda estar profundamente abalada, pois não dispõe de recursos para arcar com a dívida contraída no cartão de crédito.

Diante do exposto, solicita-se a reavaliação do valor cobrado e o retorno do prestador de serviços para que a situação possa ser resolvida de forma justa e respeitosa. Caso não haja retorno, a contratante buscará os meios legais cabíveis para garantir seus direitos como consumidora.

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