Mau atendimento e falta de empatia por médica na AME de Juiz de Fora

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Juiz de Fora - MG

04/08/2026 às 20:53

ID: 255631143

Venho registrar minha profunda indignação com o atendimento prestado pela médica *****, na AME de Juiz de Fora, na noite de hoje.

Meu marido está gripado há cerca de uma semana. Inicialmente apresentou febre, coriza e cansaço, mas, mesmo doente, continuou trabalhando normalmente durante todos esses dias. No sábado, começou a tomar Koid D por conta própria e, ao longo da semana, também fez uso de Histamin e Cimegripe.

Hoje ( 04/08/2026) , por volta das 16h, iniciou uma crise intensa de tosse, que foi piorando progressivamente. A tosse se tornou tão forte que chegou a provocar vômito e dificuldade para falar. Diante da piora importante do quadro, procuramos atendimento na AME por volta das 20h, pois ele havia chegado ao seu limite.

Infelizmente, fomos extremamente mal atendidos pela médica *****. Desde o início da consulta, ela demonstrou a impressão de que meu marido estava ali apenas para conseguir um atestado. Em nenhum momento demonstrou empatia ou preocupação em compreender a evolução do quadro clínico.

Quando meu marido perguntou se seria possível permanecer afastado do trabalho por um dia, até que a medicação prescrita começasse a fazer efeito, a solicitação era totalmente razoável. Ele inicia sua jornada às 4h da manhã e havia trabalhado durante toda a semana mesmo doente. Além disso, hoje ele trabalhou até as 17h, não havendo possibilidade de procurar atendimento antes.

A médica, no entanto, tratou a situação como se ele estivesse tentando obter um benefício indevido. Minimizar uma crise de tosse intensa, acompanhada de vômitos e dificuldade para falar, demonstra falta de sensibilidade e respeito com o paciente.

Também me chamou a atenção o fato de ela sequer examinar sua garganta. Quando questionei sobre a medicação prescrita, fui respondida de forma grosseira e pouco respeitosa.

Não aceito que um profissional de saúde faça julgamentos e presuma que um paciente esteja buscando apenas um atestado sem qualquer fundamento. Para afirmar ou insinuar algo assim, seria necessário ter certeza de que não há doença, e não apenas criar uma suposição.

Deixo aqui registrada minha indignação com a forma como fomos tratados. Espero que esse relato contribua para que situações como essa não voltem a acontecer com outros pacientes, que procuram atendimento em um momento de fragilidade e esperam, no mínimo, respeito, acolhimento e profissionalismo.

Este relato também será registrado nos canais competentes para que a situação seja devidamente avaliada.

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