Revestimento com empenamento excessivo e demora na assistência técnica

Respondida
Jaraguá do Sul - SC
16/08/2026 às 19:06
ID: 256604643
Efetuei a compra de revestimentos da Angelgres por meio da Casas da Água, em Jaraguá do Sul/SC.
Durante o início do assentamento, o profissional responsável identificou que as peças apresentam empenamento excessivo, com as extremidades levantadas, dificultando e, segundo o profissional, impossibilitando a realização adequada do assentamento. Diante disso, o serviço foi imediatamente interrompido para evitar a instalação de outras peças que eventualmente apresentem o mesmo problema.
O problema não se trata de uma questão estética ou de preferência. As peças apresentam uma deformação que precisa ser tecnicamente avaliada e confrontada com as tolerâncias previstas para o produto e com as normas técnicas aplicáveis, especialmente a ABNT NBR ISO 13006.
Há mais de uma semana, a Casas da Água informou que havia aberto um chamado de assistência técnica junto à fabricante. Entretanto, até o momento, não foi realizada a vistoria técnica nem apresentada uma solução.
A situação está me causando prejuízos e transtornos significativos, pois estou realizando uma reforma no imóvel em que resido. O revestimento antigo já foi completamente retirado nos ambientes onde seria instalado o novo revestimento e, devido ao problema encontrado, não consigo concluir o serviço e utilizar adequadamente os ambientes da residência.
Além disso, já tive custos relacionados à paralisação da obra, mão de obra e demais transtornos decorrentes da impossibilidade de prosseguir com o serviço.
Ressalto que o assentamento foi interrompido assim que o problema foi identificado, justamente para evitar o agravamento dos prejuízos. Algumas peças já haviam sido assentadas antes que o problema fosse constatado, enquanto outras permanecem sem instalação e apresentam a mesma característica de empenamento.
O fato de algumas peças terem sido assentadas não pode, por si só, ser utilizado para afastar a necessidade de avaliação do produto, principalmente porque o problema foi identificado durante o próprio processo de assentamento e o serviço foi imediatamente interrompido.
Nos termos do Código de Defesa do Consumidor (Lei n 8.078/1990), especialmente o art. 18, os fornecedores respondem pelos vícios de qualidade que tornem o produto inadequado ao uso a que se destina ou que diminuam seu valor.
Diante disso, solicito:
Envio urgente de assistência técnica para avaliação das peças e do lote;
Que seja realizada uma avaliação técnica objetiva do empenamento, confrontando as medidas encontradas com as especificações técnicas do produto e as normas aplicáveis;
Que seja apresentada solução para o problema, caso seja constatada a não conformidade do produto;
Que sejam considerados os prejuízos e custos adicionais decorrentes da paralisação da obra;
Que seja informado o número do chamado de assistência técnica e o prazo para realização da vistoria.
Espero que a empresa trate a situação com a devida urgência, pois estou residindo no imóvel durante a reforma e estou impossibilitado de concluir os ambientes afetados pelo problema.
Aguardo uma solução efetiva, e não apenas uma justificativa de que algumas peças já foram assentadas. O que solicito neste momento é, principalmente, uma avaliação técnica formal do produto e a solução adequada para uma eventual não conformidade de fabricação.
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Resposta da empresa
16/08/2026 às 20:47
Boa noite, precisamos que o representante efetue a visita e envia as peças para a devida medição.
Podes enviar um e-mail com sua nota fiscal de compra para [email protected]