Maltratada de forma desreispeitosa na loja que não age em cumprimento da Lei.

Reclamação não respondida

Não respondida

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São Gonçalo - RJ

21/08/2024 às 12:12

ID: 195696937

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Eu não queria fazer esta reclamação, mas ainda vejo o quanto a situação mexeu comigo e isso me estristece, além do mais, é bom para criar um alerta às outras pessoas clientes desta loja.

Pois bem, em abril de *******, entrei na Loja Art íntima lingerie, que fica no centro da cidade de Niterói, com a intenção de comprar um biquíni. Eu já entrei mal, triste, cabisbaixa, com a autoestima destruída. Devido eu estar passando pelo puerpério emocional e ainda não havia recuperado meu corpo depois da gestação, onde naquela época meu filho tinha um pouco mais de 1 ano, mas para levá-lo à piscina, eu precisava de uma roupa adequada de banho. Achei que encontraria ali.

Fui até uma arara onde avistei uns biquínis, e realmente deveriam ter mais de uma arara, mas eu estava com atenção fixa ao produto, era a primeira vez que eu acessava a loja, não era eu que iria entender se estavam realmente separados por valores ou tamanho, qualquer coisa que seja, quem saberia muito melhor do que eu, seriam as funcionárias. Quando escolhi o biquíni e já me preparando para ir ao caixa, olhei para as placas de preços, uma dizia Smart 19,90 e a outra dizia Zig-Zag 39,90, olhei para a etiqueta do biquíni em minhas mãos e vi que estava escrito Smart, sendo assim, acreditei que ele custava 19,90, fui ao caixa realizar o pagamento. A mulher no caixa iniciou o atendimento, e me disse que o biquíni custava 39,90, eu olhei de volta para a etiqueta e para a placa, e informei a ela sobre essa condição, ela ignorou o que eu disse e explicou que na arara onde peguei o preço era de 39,90, mas eu insisti numa explicação melhor sob a mesma justificativa da etiqueta, porque se o produto está em arara aqui ou ali, qualquer pessoa poderia ter mudado, as vezes até um outro cliente, eram diversos biquínis, várias cores, várias estampas. E a partir daí eu não consegui concluir mais nada do que vinha dizendo, apesar de ter tentado. Essa mulher do caixa começou a falar comigo com um tom de voz mais alto, dizendo que entendia meus questionamentos, mas que o patrão dela que havia dado as instruções para que a mercadoria ficasse exposta daquele jeito. Eu perguntei quem era ele, quando ele estaria na loja. Ela disse que não era obrigada a dizer o nome dele, e que nem mesmo elas sabiam quando ele estaria lá. Também perguntei o nome dela, ela disse que não era obrigada a dizer, completamente equivocada, cada funcionário deve estar com identificação e bem visível ao público. Mas de qualquer forma, eu descobri o nome de todas as funcionárias logo depois que saí dali. E a conversa continuou, onde apenas ela continuava falando, ainda no mesmo tom e demonstrando grande satisfação em me tratar mal. Quando eu achei que a situação não poderia piorar, ela pegou o biquíni e deu para a vendedora guardar, ou seja, me impediu de levá-lo. Em hipótese alguma ela poderia ter feito isso, como que uma funcionária se acha no direito de impedir que o cliente leve a mercadoria? Em total desacordo com a Lei. Eu questionava uma condição, mas em nenhum momento disse que não levaria, sendo o valor que fosse, e mais uma vez ela ignorou meus argumentos e não retornou com o biquíni. Lembro também dessa mesma pessoa me questionar o porquê de eu ter ido para o outro lado da arara, analisem o desrespeito dessa senhora comigo. Eu disse que ela era mal-educada, ela olhou para mim com ar de deboche e mais uma vez demonstrando grande satisfação em me tratar daquele jeito. Mais uma outra vez a chamei de mal-educada, ela me mandou beijinho com a mão. A única coisa que consegui dizer, é que a vida por si só traz ensinamentos aos nossos erros. Ela ainda fez de ombros, me olhando com desdém, virei as costas e saí me sentindo completamente humilhada e constrangida.

Lembro de ter parado na calçada e não ter reação alguma, de não acreditar no que tinha acabado de acontecer, fui a uma outra loja, e graças a Deus achei um biquíni, por livramento, até melhor do que o primeiro que vi, mas ali eu desabei no choro, fui para uma outra loja comprar outra coisa, e ainda chorando, fui acolhida pelos funcionários que ficaram horrorizados com o que contei e com meu estado.

Eu era a cliente, estava no meu direito de questionar, ao qual não foi respeitado em nenhum momento. Eu não destratei ninguém, não tratei ninguém mal, eu não merecia ter recebido aquele atendimento como resposta. A pessoa completamente desqualificada, sem empatia, sem profissionalismo, sem educação para estar num ambiente como aquele de atendimento ao público, e digo mais, uma pessoa má, gente de bom coração não faz isso com os outros. Vim de baixo, já trabalhei com atendimento ao público, e sei que algumas pessoas são difíceis, o que não era meu caso com ela, mas também tenho a consciência tranquila de que nunca precisei tratar ninguém assim para me sentir superior. Vale mais acreditar que a colheita será satisfatória pelos bons feitos, do que se sentir maioral no agora e ter uma colheita vazia.

Com dificuldades em encontrar algum meio de comunicação para relatar uma reclamação, porque a loja não disponibiliza uma plataforma nesse sentido em lugar algum, mas por meios aleatórios consegui o contato do dono e dias depois entrei em contato com ele, relatei todo o acontecido. Nada aconteceu, nem uma posição de retratação. Talvez isso seja mesmo política da loja, talvez todos lá sejam assim, afinal, o funcionário é o representante da empresa.

Comentei o ocorrido com algumas pessoas, e duas delas me disseram que também foram mal tratadas nessa loja. Então fica o aviso, não desejo que essa experiência desagradável ocorra com mais ninguém.

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