Pedagogia Enfraquecida

Não respondida
Belo Horizonte - MG
08/02/2026 às 11:06
ID: 240112889
A secretaria de educação de minas gerais não responde emails nem há corregedorias e ouvidorias. Já havíamos solicitado mandado de injunção para vedar o ensino à distância para pedagogia e punir empresas que usam babás como pedagogas porque prejudica a educação brasileira e nada foi feito. O colégio Rosa de Saron (*****) não tem pedagogas e estão usando babás como se fosse pedagogas, não há ensino da obmep mirim e as crianças não aprendem nada de matemática nem português.
Há outros endereços e os clientes ficam sem saber se é a mesma empresa (*****; *****; *****). A empresa escola Rosa de Saron não faz documentação do desenvolvimento cognitivo visível para os pais.
Essa escola não ensina nada de música clássica, nem conversação em inglês com pedagogas que estudaram em países estrangeiros, não tem pedagogas (formadas em universidades públicas e estrangeiras). Mesmo pagando todo mês, as crianças não conseguem aprender nada de aritmética nem geometria, nem sabem tocar um violino porque não há música clássica. Proibir a música clássica em locais de baixa renda aumenta as desigualdades sociais. Os pais não possuem tempo para ensinar as crianças em casa por isso trabalham longas horas e quando conseguem pagar, a escola não pode ensinar com qualidade. Por isso que o Brasil não pode melhorar e ser bom concorrente nos exames internacionais, porque não há investimentos na educação pública nem privada (em locais de baixa renda). As escolas infantis e creches deveriam funcionar somente com pedagogas que formaram presencialmente.
Os universitários se formam em pedagogia à distância sem saber nada de pedagogia e psicologia infantil). Falta desenvolvimento e treinamento de professores e pedagogos, não há atividades de integração sensorial, nem ensino de partituras coloridas. Falta sistema de classificação de qualidade (tipo Early Childhood Education Rating Scales). Falta estratégia nacional para a força de trabalho em Educação Infantil com qualificações padronizadas e planos de carreira. Falta quadro de qualidade e sistema de classificação, falta expandir o investimento público visando primeiro as comunidades mais vulneráveis. Não há recursos de aprendizagem baseados em brincadeiras para professores, enfatizando a matemática e a música através da brincadeira com muitas cores, números de madeira. Não há jogos de classificação com objetos naturais e geométricos, nem reconhecimento de padrões com sons/movimentos, melodia, ritmo, nem raciocínio espacial com brincadeiras de blocos, nem conceitos de medição em brincadeiras com água/areia, etc. Falta pedagogia adequada (baseada em brincadeiras e adequada ao desenvolvimento cognitivo), falta responsabilidade das escolas infantis e creches (monitoramento da qualidade além da infraestrutura), falta equidade (garantir que todas as crianças tenham acesso a educação de qualidade). Essas empresas de escolas infantis e creches estão usando babás para atuarem como pedagogas sem saberem nada de psicologia infantil e isso está prejudicando a educação nacional brasileira.
Nos exames/provas (de todas as fases) de concursos para as procuradorias estaduais (Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Alagoas, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Amapá, Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Goiás, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Tocantins, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal) e Assembleias Estaduais não existem. Não pode haver transparência e mostrar todas as provas de concursos com todas as etapas/fases porque não existem. Nem as bancas de concursos nem os sites governamentais liberam os PDFs e espelhos de provas, ninguém sabe onde ficam as gravações de todas as provas orais, discursivas e peças jurídicas porque não existem. Muitos políticos indicam o procurador do estado que passa no concurso sem ter feito prova e quando faz já sabe antes devido ao acesso exclusivo de gráficas. O mesmo ocorre com as procuradorias estaduais, militares e do trabalho - porque os ministérios públicos, nem as bancas de concursos, de cada estado não mostram as provas de concursos. Os cidadãos estudam e gastam com viagens durante décadas a fim de serem aprovados e, no entanto, são passados para trás por [Editado pelo Reclame Aqui] em concursos que apenas favorecem os parentes de políticos e de outros concursados e isso é o mesmo que monarquia (hereditariedade). Todas as provas deveriam todas ser unificadas (nacional para qualquer parte do Brasil). As obscuridades também acontecem para as provas de procuradorias das fazendas estaduais e federal. Também, não existem provas das procuradorias federais nem das promotorias federais, militares e do trabalho. Também, escondem as provas para as procuradorias municipais e estaduais (assembleias legislativas). Isso viola a Lei de Acesso à Informação (Lei n 12.527, de 2011) e a Constituição Federal de 1988.
Falta banco de dados permanente de todas as provas e todas as fases como a FGV faz nas provas da OAB. Já solicitamos habeas data e mandado de segurança para ter acesso a todas as provas de diplomacias, tabeliães (cartórios), delegacias federais e civis estaduais, magistratura federais e estaduais, procuradorias federais e estaduais, promotorias federais e estaduais, defensorias federais e estaduais de todas as fases/etapas (inclusive oral), peças jurídicas e nada foi feito.