Atendimento ao cliente - Unidade Cristiano Machado

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Belo Horizonte - MG

29/11/2024 às 12:57

ID: 203218243

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Hoje, dia 29/11, fui até a Unidade da Cristiano Machado do Atacadão da Lingerie pra ver se havia um modelo de roupa fitness que comprei outras vezes lá. Tendo em vista que é Black Friday e o atacado estava liberado me interessei.
Ao chegar na loja, quase 11h da manhã procurei pelas araras de roupa fitness e ao achar, pouco depois fui abordada por uma vendedora questionando se eu já sabia como era o procedimento da loja e me oferecendo cestinha, neguei a cestinha e informei que conhecia e quis confirmar que o atacado estava liberado, a vendedora confirmou e informou que os preços especialmente hoje (mesmo no cartão) era o referente ao pagamento em dinheiro ou pix. Ótimo! Perguntei a ela se havia o modelo fitness da Live! E a mesma me informou que a um tempo não estavam chegando mais essas peças. Ok! Agradeci e disse que olharia os pijamas. Ela disse para eu ficar a vontade e qualquer coisa era só chamá-la (informou seu nome que não vou citar aqui, porque era uma mera vendedora cumprindo ordens). A partir daí acabou meu sossego na loja! É a terceira vez que iria comprar nessa unidade, fui olhando os pijamas, e a vendedora a cada passo que eu dava ela dava outro. Ela saiu uma hora de perto eu olhei para um lado e quando olhei para o outro lado ela estava colada em mim novamente, levei um susto e questionei Você precisa me entregar alguma coisa? Ela disse: Sim, um cartãozinho, eu respondi Ah, certo! obrigada! Qualquer coisa eu te chamo. Blz.
Peguei um conjunto de pijama da cor tipo magenta. Segui pelo corredor dos pijamas olhando os de algodão, não me interessei.
Como o valor do pijama estava barato, pensei em pegar umas calcinhas, fui até o corredor das calcinhas e a vendedora estava lá, fazendo atendimento de outra cliente, ok. Nesse momento a gerente vem até mim oferecer cestinha, eu disse que não precisava e que a vendedora já tinha me oferecido e que eu ia levar só o pijama e talvez uma ou duas calcinhas. Ela disse Ok, fica a vontade. E com isso meu desconforto aumentou ainda mais, pois fui seguindo o corredor da calcinha e a vendedora atrás de mim, eu dava um passo, ela dava outro. Eu voltava, ela voltava comigo. Eu trocava o corredor e ela trocava ficando atras de mim. Não me senti a vontade para escolher nada, me senti invadida. Com calma cheguei na vendedora e perguntei se o procedimento era ficar na cola da cliente mesmo ela não pedindo ajuda, a vendedora disse que sim, eu acrescentei que isso era muito desconfortável e nesse momento ela disse que eu poderia falar com a gerente e passar pra ela porque isso era um procedimento da loja.
Ela me levou até a gerente, Daniele, e nesse momento com a cara de desentendida, a gerente pergunta em que poderia ajudar, informei sobre meu desconforto e que eu nunca havia me sentido desconfortável dessa forma na loja, tanto que estava voltando e que esse procedimento é completamente invasivo. A gerente Daniele, com muita falta de empatia, sorrindo, falou que esse é o treinamento das meninas, que elas ficam perto para qualquer eventual dúvida e devido a existência de meta na loja, esse é o procedimento, acrescentou que isso era ordem da gerente acima dela, Ivana. Questionei que nunca havia me sentido assim naquela loja, e a gerente disse que certamente a gestão anterior era diferente, a dela é daquela maneira. Com isso, ficamos batendo boca, a gerente dizendo que esse é o procedimento da loja e eu dizendo o quanto me senti desconfortável. Haviam outros clientes na loja quando cheguei. Durante a conversa ela ainda puxou um senhor dizendo que ela (a gerente) o abordou e quando ele teve dúvida ele a chamou, com isso afirmei pra ela pois é, quando ele teve dúvida! Eu estava sem dúvida, conheço o processo da loja, já comprei outras vezes e queria apenas olhar mais peças, não tinha dúvidas, não precisava dessa invasão. Eu já fui vendedora e sei o procedimento, precisamos abordar e de fato deixar o cliente A VONTADE, de olho, MAS A VONTADE, não perseguindo. Há estudos e várias notícias sobre como essa prática de ficar colado no consumidor é desconfortável e não dá certo. Vocês perdem cliente! Deixei a peça que ia levar e sai completamente mal da loja, retornei para perguntar o telefone da Ivana e a Daniele informou que era muito pessoal e não poderia passar, ok! Perguntei então como conseguiria entrar em contato com ela e a gerente achando que sou uma desocupada falou para eu ir passando na loja para encontrar a Ivana em loja. Informei que trabalho e não tenho esse tempo. Ela insistiu que seria só assim, até que ela pegou meu telefone, deixei meu contato para a gerente Ivana possa conversar comigo, informaram que ela entraria hoje ainda em contato.
Deixo minha insatisfação com o atendimento, me senti muito mal, e desejo que vocês repensem a forma de atendimento, pois essa certamente será um fracasso e futuramente podem responder por alguns processos.

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