Atelier Aberto Arquitetura: Negligência técnica, conluio com empreiteiras, prejuízos financeiros e abandono de obra (Ghosting)

Não resolvido
Porto Alegre - RS
15/07/2026 às 08:30
ID: 253951559
Contratamos o escritório Atelier Aberto Arquitetura Ltda., representado pelos sócios Rafael Guadagnini e Renata [Editado pelo Reclame Aqui] Beck, inicialmente para a elaboração de um projeto de arquitetura de interiores (maio/2025) e, posteriormente, para a Responsabilidade Técnica e Gerenciamento da Obra (novembro/2025), pelo valor mensal de R$ 2.700,00.
A premissa central e inegociável sempre foi a entrega do imóvel em maio de 2026, prazo final da nossa permanência no imóvel anterior.
O que deveria ser a realização de um sonho se transformou em um pesadelo financeiro, técnico e emocional devido à postura omissiva, corporativista e completamente antiprofissional dos arquitetos, especialmente do gestor Rafael.
1. O PRIMEIRO ABSURDO
Indicação e blindagem de empresa com conduta [Editado pelo Reclame Aqui] e com aval de idoneidade falso: Na fase de contratação, os arquitetos indicaram a empresa Casa Nova (gerida de fato por Renan José Fernandes). Diante das nossas inseguranças por processos judiciais detectados em nome de Renan, os arquitetos nos desencorajaram a rescindir, usando seu prestígio para afiançar o prestador com justificativas falaciosas e garantias de "total confiança" (conversa gravada em áudio).
Gestão cega e prejuízo de R$ 93 mil: Sob a fiscalização do Atelier, a equipe danificou nosso piso original de madeira nobre (canela), causou o rompimento de tubulações hidráulicas que inundaram o apartamento e afetaram os vizinhos de baixo. Mesmo ciente dos erros, o Atelier blindava o executor e nos desaconselhou a contratar uma fiscalização externa independente (contratamos engenheira fiscal mesmo assim e ela detectou diversos erros, devidamente laudados).
[Editado pelo Reclame Aqui] confirmado: Quando a Casa Nova faliu tecnicamente e rescindiu o contrato retendo R$ 93.123,05 (sem apresentar notas fiscais ou recibos), o arquiteto Rafael confessou em áudio: "Aqui eu considero o trabalho do Renan ruim" (conversa gravada em áudio). Ou seja, ele omitiu a incompetência do parceiro Renan enquanto a obra corria para garantir o fluxo de seus próprios honorários.
2. A CONTINUIDADE DO DESCASO: CONFLITO DE INTERESSES COM A NOVA EMPREITEIRA (KALIL)
Após o primeiro distrato, outra empresa assumiu a engenharia civil. Contudo, a conduta horrorosa do gestor Rafael continuou:
Parcerias comerciais acima do cliente: Rafael fechou parcerias com o novo engenheiro da nossa obra para realizar outros projetos paralelos. Com isso, ele viciou a relação conosco, colocando os interesses de suas indicações e parcerias comerciais acima da defesa do direito de nós, os clientes pagantes. Temos conversa gravada do responsável pela engenharia fazendo acusações diretas ao arquiteto Rafael em relação a problemas com a obra, e ao mesmo tempo dizendo que seria complicado fazer cobranças a ele, devido às suas parcerias comerciais.
Manipulação de informações: Em diversas oportunidades, o arquiteto tentou distorcer dados com o claro intuito de acobertar e proteger as falhas de execução da engenharia. O histórico de conversas de whatsapp, levantamentos fotográficos e vídeos falam por si.
3. FALHAS TÉCNICAS GRAVES OCULTADAS E DESPREZO PELO PATRIMÔNIO
A desídia e a falta de fiscalização técnica em campo (apesar do contrato prever visitas semanais obrigatórias) resultaram em erros grosseiros:
Prejuízo e paralisação no piso de caquinho: Houve problemas sérios com o piso de caquinho do hall de entrada. Por pura teimosia e conduta negligente, Rafael insistiu em reaproveitar materiais visivelmente danificados no canteiro de obras. Essa postura paralisou esse ponto da obra e impôs um atraso forçado de cerca de 40 dias para a entrega de novas peças sob encomenda, ignorando nossos pedidos de substituição feitos semanas antes.
Descarte irresponsável de porta nobre: Além disso, os profissionais simplesmente jogaram no lixo de entulho uma porta original de madeira maciça arqueada (avaliada em mais de 20 mil reais), que havíamos solicitado expressamente que fosse guardada para reaproveitamento. O Atelier perdeu o controle físico do que entrava e saía da obra.
A [Editado pelo Reclame Aqui] do desnível do banheiro: Constatamos que o piso do banheiro de uma das suítes ficou 1 cm acima do nível do quarto, violando o projeto e qualquer boa prática (o contrato é de obra de alto padrão o investimento é de mais de 1 milhão de reais). Para acobertar o erro, a engenharia nos trouxe justificativas fantasiosas de que havia uma "viga estrutural" impedindo o nivelamento. Provamos a mentira por registros fotográficos e, durante as longas discussões, Rafael "pisava em ovos" para não culpar ou indispor-se com a equipe de execução.
4. CONDUTA ANTIÉTICA: O "GHOSTING" PROFISSIONAL
O ápice do absurdo aconteceu quando colocamos o arquiteto Rafael contra a parede. Exigimos que ele dissesse, de forma clara, se a engenharia havia comunicado a ele qualquer incompatibilidade técnica antes de errar o nível do banheiro.
Aviso prévio distorcido: Ao confirmar que não houve comunicação nenhuma (evidenciando a falha total de gestão), Rafael se viu encurralado. Minutos depois, enviou um cronograma completamente distorcido e irreal com a fisicalidade da obra e nos enviou uma notificação extrajudicial encerrando os serviços do Atelier de forma abrupta.
Bloqueio e fuga: Imediatamente após enviar a notificação, os sócios saíram de todos os grupos de alinhamento do WhatsApp e nos bloquearam no Instagram.
Uma conduta covarde, mimada, infantil e absolutamente contrária ao Código de Ética do CAU. Deixaram uma obra de mais de 1 milhão de reais em investimentos desamparada repentinamente, sem uma transição responsável técnica e gerencial, puramente para fugir das próprias responsabilidades.
Em suma, o Atelier Aberto Arquitetura cobra caro por um "gerenciamento" que, na prática, serve apenas como balcão de negócios para proteger seus parceiros comerciais. Não têm capacidade gerencial, faltam com a verdade para acobertar erros técnicos e, quando expostos, fogem e bloqueiam os clientes nas redes sociais.
Registramos esta reclamação para que novos consumidores fiquem alertas: não contratem. O prejuízo financeiro e o desgaste psicológico são certos.
Uma denúncia formalizada também será encaminhada ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/RS) para a devida apuração de falta ética profissional.
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Resposta da empresa
20/07/2026 às 09:55
Prezado Sr. Gustavo e Sr. William,
Recebemos sua reclamação e lamentamos que a relação profissional tenha chegado a este ponto.
O Atelier Aberto Arquitetura pauta sua atuação pela ética, transparência e excelência técnica. A narrativa aqui apresentada, no entanto, distorce gravemente os fatos e apresenta acusações infundadas que não condizem com a realidade da nossa prestação de serviços.
É importante esclarecer ao público que a rescisão contratual partiu de nossa iniciativa, após um longo período de tentativas de manter um ambiente de trabalho profissional e respeitoso, o que se tornou insustentável. A decisão foi formalizada por meios legais e se deu pela completa quebra da boa-fé e da confiança, elementos essenciais em qualquer relação contratual.
As graves acusações de "conluio", "negligência" e "abandono" serão tratadas na esfera judicial apropriada, onde teremos a oportunidade de apresentar todas as provas documentais que contradizem o que foi aqui exposto.
Em respeito à confidencialidade e à seriedade que o caso exige, e por já se encontrar sob os cuidados de nossos representantes legais, não utilizaremos esta plataforma para debater detalhes específicos do contrato ou da obra.
Reiteramos nosso compromisso com a arquitetura de qualidade e com a conduta ética que sempre marcou nossa trajetória.
Atenciosamente, Equipe Atelier Aberto Arquitetura.
Réplica do consumidor
20/07/2026 às 10:47
A resposta genérica e evasiva do Atelier Aberto Arquitetura é a prova exata de tudo o que relatei: eles fogem de suas responsabilidades e distorcem os fatos.
Notem, leitores, que em nenhum momento da resposta eles negaram os prejuízos financeiros que sofremos, o apartamento inundado, o piso desnivelado, a porta de R$ 20 mil jogada no lixo ou o fato de terem me bloqueado nas redes sociais. Como não possuem argumentos contra provas materiais, laudos técnicos, áudios confessionais e fotos, apelam para um discurso vazio de "quebra de confiança".
A verdade é que, em vez de assumirem os erros, adotaram a covarde tática da intimidação jurídica. Vêm tentando me silenciar com ameaças por WhatsApp através de advogada que eles contrataram, nas minhas avaliações na plataforma do Google e, agora, usam o mesmo tom de coação aqui no Reclame Aqui.
Mas o limite da ética foi ultrapassado quando partiram para a retaliação suja. Após eu expor o péssimo serviço prestado e avaliar negativamente as atitudes do escritório, eles agiram de má-fé e protocolaram no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) uma nota com calúnia e difamação contra mim. Essa tentativa desesperada de inverter os papéis já está sendo objeto de apuração rigorosa e os responsáveis responderão tanto na esfera cível quanto criminal. Quem tem a verdade a seu favor não precisa inventar mentiras em conselhos de classe para tentar intimidar o cliente [Editado pelo Reclame Aqui].
Por isso, deixo aqui uma fala direta aos consumidores que lerem esta avaliação: FUJAM DESSA EMPRESA [Editado pelo Reclame Aqui].
Não entreguem as economias de uma vida, o seu patrimônio, os seus sonhos e a paz da sua família nas mãos de um escritório que não tem competência para gerenciar, que blinda empreiteiros parceiros em detrimento do cliente, que abandona o barco deixando um rastro de destruição e que usa intimidação barata para não prestar contas. Evitem esse pesadelo.
Réplica do consumidor
20/07/2026 às 10:48
A resposta genérica e evasiva do Atelier Aberto Arquitetura é a prova exata de tudo o que relatei: eles fogem de suas responsabilidades e distorcem os fatos.
Notem, leitores, que em nenhum momento da resposta eles negaram os prejuízos financeiros que sofremos, o apartamento inundado, o piso desnivelado, a porta de R$ 20 mil jogada no lixo ou o fato de terem me bloqueado nas redes sociais. Como não possuem argumentos contra provas materiais, laudos técnicos, áudios confessionais e fotos, apelam para um discurso vazio de "quebra de confiança".
A verdade é que, em vez de assumirem os erros, adotaram a covarde tática da intimidação jurídica. Vêm tentando me silenciar com ameaças por WhatsApp através de advogada que eles contrataram, nas minhas avaliações na plataforma do Google e, agora, usam o mesmo tom de coação aqui no Reclame Aqui.
Mas o limite da ética foi ultrapassado quando partiram para a retaliação suja. Após eu expor o péssimo serviço prestado e avaliar negativamente as atitudes do escritório, eles agiram de má-fé e protocolaram no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) uma nota com calúnia e difamação contra mim. Essa tentativa desesperada de inverter os papéis já está sendo objeto de apuração rigorosa e os responsáveis responderão tanto na esfera cível quanto criminal. Quem tem a verdade a seu favor não precisa inventar mentiras em conselhos de classe para tentar intimidar o cliente [Editado pelo Reclame Aqui].
Por isso, deixo aqui uma fala direta aos consumidores que lerem esta avaliação: FUJAM DESSA EMPRESA [Editado pelo Reclame Aqui].
Não entreguem as economias de uma vida, o seu patrimônio, os seus sonhos e a paz da sua família nas mãos de um escritório que não tem competência para gerenciar, que blinda empreiteiros parceiros em detrimento do cliente, que abandona o barco deixando um rastro de destruição e que usa intimidação barata para não prestar contas. Evitem esse pesadelo.
Consideração final do consumidor
20/07/2026 às 10:53
Péssima!
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0
Consideração final da empresa
20/07/2026 às 18:55
Em resposta à sua réplica, e a título de esclarecimento final aos leitores desta plataforma, somos obrigados a corrigir uma informação factualmente [Editado pelo Reclame Aqui] de extrema gravidade.
A afirmação de que nosso escritório o denunciou no CAU é inverídica. Apenas demos baixa na RRT (Registro de Responsabilidade Técnica) do projeto, um procedimento administrativo padrão e obrigatório ao encerrar nossa atuação profissional em uma obra. A tentativa de caracterizar um ato técnico regular como uma "retaliação suja" demonstra a má-fé de sua narrativa.
Sua réplica confirma nossa posição inicial: a de que este não é o foro apropriado para o debate. A discussão sobre responsabilidades técnicas (execução vs. gerenciamento) e contratuais está sendo tratada na esfera adequada, por nossos representantes legais. É irônico que um advogado qualifique a contratação de uma assessoria jurídica como "intimidação".
Esta será nossa última manifestação nesta plataforma. Não seremos atraídos para um debate público que visa apenas gerar espetáculo e macular nossa imagem.