Se arrependimento matasse..

Não resolvido
Barueri - SP
24/04/2025 às 13:00
ID: 215504959
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesSe você está em busca da pior experiência da sua vida para tirar a carta, parabéns: achou o lugar certo. Prepare-se para uma jornada é[Editado pelo Reclame Aqui] de frustração e raiva
Conquistar a minha habilitação nesse local me custou 1 ano e 3 meses. Ah, mas o processo não deveria durar só 12 meses? Sim, tecnicamente. Mas eles conseguiram a proeza de estender o sofrimento parabéns aos envolvidos!
Quero relatar detalhes, pra você pensar duas vezes antes de escolher essa joia rara do mundo automobilístico.
Tudo começou em janeiro de 2024, quando o local ainda era administrado pela Fomfom. Depois passou pra Exclusiva. Isso isenta a Exclusiva de qualquer responsabilidade? ..Siga lendo e tire suas próprias conclusões: vilões ou vítimas?
Fiz meus exames médicos em 31/01/2024 e paguei para a Fomfom iniciar o processo teórico em 09/04/2024. As aulas começaram em maio e terminei na metade de junho. Parece tranquilo? Espere até ouvir sobre as aulas teóricas um show de horrores à parte.
O professor, se minha memória não me trai, se chama *****. Em resumo: péssimo. As aulas eram online à noite uma sorte, porque me poupou de estar presencialmente naquela sala horrorosa nos fundos da autoescola, o verdadeiro símbolo do improviso brasileiro.
A aula deveria começar num horário determinado. Mas, veja bem, ***** claramente tinha outros compromissos mais importantes então ela começava uns 40 minutos atrasada. Todos os dias.
Além disso, o homem é prolixo num nível olímpico. Consegue transformar uma frase simples num monólogo de 15 minutos, recheado de piadinhas sem graça, no mais puro estilo tio do pavê. Claro que tinha uma galera que ria como se fosse stand-up o que só alimentava o ego do professor. Mas tenho certeza que se ele fosse direto ao ponto, usasse uma linguagem um pouco mais centrada, talvez desse tempo de terminar o conteúdo inteiro e agradar um público mais amplo.
Enfim, sobrevivendo à tortura teórica, fui agendar as aulas práticas. Só tinha vaga pro fim de julho. Ou seja, mais um mês e meio de espera. Até aí, beleza.. né?
Agora um detalhe importante: eu nunca tinha dirigido nada na vida. Saí do absoluto zero achando que uma escola de direção seria o ambiente ideal pra isso. Que inocência a minha! Imaginei que os professores saberiam exatamente o que ensinar, com foco em passar na prova, evitando que eu criasse manias erradas. Lindo na teoria.
Cheguei lá com meu capacete sim, você precisa levar o seu mesmo sem nunca ter subido numa moto na vida, ou tirado a bendita carta, mas tudo bem, né? e fui apresentada (ou melhor, não fui) ao meu instrutor: *****. Descobri o nome dele mais de um mês depois, quando outras pessoas mencionaram. Porque o bonito não tem nem a gentileza de se apresentar com um oi. Já começa assim: aula prática sem nem saber quem tá do seu lado te ensinando a não morrer no trânsito.
Mesmo que esse homem tenha saído da Fomfom/Exclusiva (acredito que já estava rolando o processo de transição das empresas), ele foi tão horrível que merece sim ser mencionado. Trauma tem nome e sobrenome. E pra quem quer fugir da dor, deixo aqui o alerta: ele está agora na Fomfom de Alphaville.
Os primeiros minutos com o ***** já deram o tom da ópera: grosseria e descaso como filosofia de trabalho. Pra chegar ao local da aula ao lado do Ginásio José Corrêa eu tinha que subir na moto com ele. A experiência? Inesquecível. Ele pilotava feito louco. Não parava, ele brecava em cima de carros e faixa de de pedestres. A arrancada era tão brusca que meu corpo fazia igual personagem de desenho animado: a moto ia e eu quase ficava. Como se não bastasse, o bonito ainda xingava os outros motoristas no caminho. Um charme!
Na minha primeira aula de moto, deixei claro: "nunca dirigi nada na vida". E ele? Agiu como se eu estivesse atrasando o dia dele. Tinha um tom de urgência como se eu tivesse que aprender tudo em 15 minutos. Cada correção era no modo pai estressado depois de repetir a mesma coisa 20 vezes. E claro, sem um pingo de didática: Você tá fazendo errado. Desse jeito não vai dar. sempre naquele tom arrogante passivo-agressivo de quem esqueceu que está sendo pago pra ensinar.
Eu não conseguia equilibrar a moto claro, né? Primeira aula, nervosa, nunca nem sentei numa antes. E ele teve que passar a aula inteira segurando a moto comigo. Irritadíssimo. Se continuar assim, não vai dar. / Tem certeza que você sabe andar de bicicleta? como se isso fosse um pré-requisito oficial e não só mais um motivo pra debochar.
Detalhe: nenhuma instrução básica de como sentar, como firmar a perna no tanque, como manter os braços estáveis. E ainda tinha o cenário surreal: vários outros alunos já pilotavam sozinhos, então os instrutores todos desocupados e papudos ficavam encostados, batendo papo e soltando piadinhas toda vez que eu passava, torta na moto, com o ***** me segurando. E ele, claro, alimentava as piadinhas, rindo, retribuindo. Uma das situações mais humilhantes da minha vida.
Saí daquela aula numa quinta-feira em frangalhos emocionais. Fiquei no ponto de onibus, soluçando. Choro alto mesmo. Uma mulher até parou pra perguntar se eu estava bem ou se precisava de ajuda. Hoje acho engraçado mas olha o nível de vexame que essa autoescola e esse instrutor me fizeram passar.
Na sexta-feira, nem tive coragem de voltar. Morrendo de vergonha.
Graças a Deus, sou rodeada por homens maravilhosos noivo, pai que, com toques sutis, me ensinaram mais do que qualquer aula. Na segunda-feira, voltei com o conselho de ouro: Senta bem à frente, pressiona firme as pernas no tanque e deixa os ombros firmes. Pronto. Era isso. Segunda-feira consegui me equilibrar e tudo fluiu. Só o instrutor que continuou sendo um show de horrores.
Tive 18 aulas com esse cidadão. O que ele me ensinou? Basicamente: acelerar e frear. Isso mesmo. Faltando duas aulas pra terminar, eu ainda não tinha feito o circuito da prova. Tá bom pra vocês?
O que ele fazia? Ficava de costas pra mim, conversando com os colegas enquanto eu rodava, rodava, rodava em círculos. Nunca via o que eu fazia. Só aparecia pra dar uma bronca no tom grosseiro de sempre. Um verdadeiro educador. Nobel da pedagogia reversa.
Em mais uma manhã para ter aula naquele lugar horrendo, lá estava eu, esperando aquele instrutor terrível chegar. Mas eis que o universo resolveu dar um suspiro de misericórdia. Uma luz divina brilhou, os anjos cantaram, harpas tocaram e.. chegou o *****.
Minhas duas últimas aulas de moto foram com ele. Gente, ele faz o mínimo que se espera de um instrutor: é atencioso, te trata como um ser humano (uma inovação!), e, pasmem, explica direitinho. Só isso. Mas como eu vinha sendo tratada como um pano de chão manchado de óleo de motor, ele parecia o Messias do guidão.
***** foi realmente bom e, infelizmente, o único que se salvou do inferno astral que foi meu tempo nessa escola. Em duas aulas, ele conseguiu melhorar minha desenvoltura na moto, me colocou no circuito da prova (isso mesmo, só fui ver o circuito na penúltima aula) e, o mais importante, acreditou em mim. Ele dizia que eu ia conseguir.
A verdade é que ter alguém que te incentiva, que não fala com você como se estivesse fazendo um favor, muda tudo. Ele ficou comigo o tempo todo, acompanhou cada volta, explicou com paciência.. parecia até que ele gostava do que fazia. Um raro da espécie.
Mas claro que não podia dar tudo certo, né? Seria pedir demais.
Elogiei o *****? Sim. Mas também tem que criticar o sistema, porque só tinha ele como instrutor de moto. Ou seja: agenda lotada. Um caos.
Pra você ter uma ideia do nível de desorganização: eu tinha uma aula agendada para o dia 08/10. Cancelaram. Reagendaram só pra primeira semana de novembro. Aula de moto virou evento sazonal. E isso quando não chovia porque não me davam aula na chuva (precisava ser mais experiente para isso).
Teve também a vez que fiquei internada e perdi uma aula, e tentar remarcar? Missão impossível. Só pro mês seguinte. Tudo espaçado, desconectado, sem sequência, sem lógica. Um verdadeiro tutorial de como não ensinar nada a ninguém.
Ufaa, vamos falar das minhas aulas de carro. Esse aqui foi um show à parte, e mais um personagem cheio de características negativas que eu tive o desprazer de conhecer: o *****.
Esse chegou sorrateiro. Parecia que ia dar bom: calmo, simpático, explicava com muito detalhe.. Mas, de detalhe em detalhe, metade das aulas se foram. Ele repetia as mesmas instruções no início de várias aulas talvez porque eram muito espaçadas e ele simplesmente esquecia onde tinha parado. Um caderninho pra anotar o progresso? Claro que não, né? Eu que lute.
Outro terço da aula era gasto com ele fumando. Fumava antes da aula, depois da aula.. e eu ali, tendo que esperar ele terminar o cigarro pra poder voltar pra autoescola. E, claro, aguentar o cheiro horrível dentro do carro que, aliás, era um Fiat Uno imundo. Sempre sujo, sempre fedido. Em várias datas diferentes, em diferentes condições climáticas, e ele nunca esteve limpo. Teve um dia específico que choveu, molhou por dentro, e não deixaram secar. Resultado: o carro estava com um fedor insuportável. E ainda tive que andar com todas as janelas bem abertas, no frio. Poeira, cheiro ruim e o instrutor fumante do lado. Um combo.
Quando ele foi ensinar baliza, falava impaciente os pontos e pedia para eu anotar. Anotei tudo no celular e deixei ele ali aberto, seguindo as instruções. Enquanto isso, o senhor ***** estava no celular, mandando áudios, resolvendo a vida dele. Em todas as aulas. Ou seja, o método dele de me fazer anotar era só pra ele poder se isentar da aula. Preguiçoso.
Tive dificuldade em controlar o volante. Teve mais de dois dias que a aula inteira foi no circuito em frente ao Ginásio José Corrêa, andando só em primeira marcha, bem devagar. Indo e voltando, indo e voltando. Como se eu estivesse participando de uma procissão motorizada.
Hoje penso: aguentei muito e ainda fui simpática. Não queria me indispor com ninguém. Até que chegou o dia de agendar minha última aula, no dia 18/12. Sim, dezembro. Feliz Natal.
E você pode perguntar: e o restante do circuito? A rampa? A prova completa? Não foi. Não teve. Minhas aulas foram só aquilo que descrevi acima. Faltando uma única aula e eu nem sabia fazer o circuito da prova. De novo.
Quando compartilhei com as pessoas ao meu redor, todo mundo ficou horrorizado. Me contaram que com eles foi diferente, que aquilo estava completamente errado. E eu finalmente resolvi questionar a autoescola: estava certo eu chegar na minha última aula sem nunca ter feito o circuito?
A resposta veio pronta: que não era o padrão deles, pediram desculpa e disseram que minha última aula seria com outro instrutor (o que, óbvio, não aconteceu).
Minha memória fica nebulosa aqui, mas acredito que fui pessoalmente conversar sobre aquilo que "não se deve nomear", o famoso "benefício pago". Foi aí que descobri que meu processo vencia em 31/01/2025. Eu achava que tinha até abril quando fechei com a escola, não me explicaram que o tempo contava a partir do primeiro exame médico.
Totalmente desacreditada na minha CNH, resolvi conversar sobre como funcionava esse "benefício". Chegou o dia da minha última aula, dia 18/12. ***** já sabia que eu estava cogitando me garantir. E, meus queridos, ele se transformou: faltou me carregar no colo. Me tratou super bem. Nem parecia o mesmo cara naquele carro imundo.
Falei com ele que era minha última aula e que não tinha aprendido a rampa. Ele teve a coragem de responder: "O que você quer aprender? Rampa?" COMO ASSIM? Como se não fosse obrigação dele me ensinar!
Fomos direto pra rua, para a rampa. Subimos. Ele não pediu pra eu parar o carro. Só foi. Questionei se não devíamos ter parado, porque na prova tinha que parar e sair com o carro na subida. Ele respondeu que não precisava, que como eu já ia ter meu "benefício", não iam me pedir isso. Falei que queria aprender sim. Barueri só tem morro, eu precisava saber pra vida. Tentamos de novo. Paramos na subida, ele foi falando e eu fazendo. Achei bem fácil, fiquei feliz. Lembro até de comentar com ele, toda animada, que não era tão difícil quanto eu pensava. Na descida percebi que ele estava segurando o freio. Pedi pra ele soltar, pra eu sentir a velocidade e o controle do carro. Mesma coisa que nada. Ignorou completamente.
Aula finalizada. De volta à autoescola, fomos falar de valores. E eu aproveitei pra relatar tudo o que passei: falei com a recepcionista, com o ***** (próximo personagem) e com a dona da franquia Exclusiva. Contei meu sofrimento, o descaso. Até demonstraram certa compaixão, mas sempre num tom defensivo dizendo que tinham acabado de comprar a autoescola, que estavam resolvendo os problemas da gestão antiga. Me ofereceram mais aulas. Não aceitei. Não havia tempo hábil, meu processo estava no fim. E também, né? Provavelmente iam marcar nos horários mais aleatórios possíveis e com mais espaçamento, como fizeram desde o início.
A única coisa minimamente boa que tirei disso foi o desconto que me deram nos valores. Paguei pelas duas provas. Minha prova de moto foi agendada para o dia 15 de janeiro, com a promessa do pré-agendamento da prova de carro para o dia 22/01/2025. Já que meu processo venceria no dia 31 de janeiro.
Quer outro plot? Fiquei animada por ter conseguido fazer a rampa. Comentei com meu noivo, toda empolgada. Contei como fiz, que tinha sido mais fácil do que imaginei. Ele ouviu tudo atentamente e disse: "Ele não deixou você fazer. Estava segurando a embreagem o tempo todo. Não é assim que se faz."
Juro. Me senti no chão. Aquele momento me fez desacreditar de tudo. Muita mentira. Muita enganação. Minha expectativa no lixo e autoestima indo de carona com o ***** claro, fumando no banco do motorista.
Chegou o dia da prova de moto. E deu tudo certo! Como deveria, afinal, custou caro no mínimo, o sucesso era uma obrigação. Eu estava aliviada e já ansiosa pela semana seguinte, quando faria a prova de carro, que estava pré-agendada. Ou melhor, supostamente pré-agendada.
O baque veio rápido: a prova simplesmente não aconteceu. Disseram que meu nome havia sumido do sistema, e que estavam vendo com o Detran. Aparentemente, isso tinha acontecido com outros alunos também principalmente os que, assim como eu, estavam perto do prazo final. Uma coincidência conveniente.
Com o prazo se aproximando, comecei a mandar mensagens semanais, cobrando atualizações. No dia 31 de janeiro, data em que meu processo venceria, enviei um lembrete. Me responderam dizendo que ainda aguardavam uma resposta do Detran. Tranquilizante? Nem um pouco. Mas o que eu podia fazer?
Aliás, já que estamos falando de comunicação.. o atendimento da autoescola é um capítulo à parte. A forma como se expressam por mensagem é, no mínimo, confusa. E pessoalmente? Falta preparo, tato e, sinceramente, um espelho. Um curso básico de português cairia bem. E se quiserem ousar, que tal prender o cabelo, passar um pente, demonstrar alguma disposição? A recepção já não ajuda em nada no visual. Ser recebida por alguém com cara de quem acabou de acordar não passa exatamente confiança.
Cansada da falta de resposta, fui até lá no dia 11/02. O recepcionista, que mais parece estar sempre num eterno primeiro dia de trabalho, não soube me explicar o que estava acontecendo, nem quais seriam os próximos passos. Só me mostrou uma notícia aleatória de internet dizendo que o Detran enfrentava problemas. Nada oficial. Mas garantiu: o ***** entraria em contato comigo.
No dia seguinte, 12/02, ele ligou. E a resposta foi direta: É.. o seu processo acabou mesmo. Coincidência? Ou foi só porque apareci pessoalmente e a pressão subiu?
A solução proposta foi encerrar meu processo com a Categoria A (moto), já que eu já havia sido aprovada nessa, e abrir um novo processo de adição para a Categoria B (carro). Eu, no auge do meu cansaço emocional, aceitei. Porque, sinceramente, não havia muito mais o que fazer. Estava completamente à mercê deles.
Pedi que o ***** mantivesse contato direto comigo, pra que eu ao menos sentisse que alguém estava olhando por essa novela. Precisei refazer o exame ao menos, me reembolsaram. Como não tinham estrutura na unidade, me levaram de carro até a Exclusiva de Jandira, onde conheci o filho da dona da franquia. Foi educado, se mostrou solícito. Queria resolver logo a situação. Talvez pra se livrar de mim. E eu também queria me livrar deles. Uma relação de interesses muito bem alinhada.
A partir daí, foi aguardar. Continuava cobrando o ***** por mensagens. As respostas vinham, mas com aquele tom de estamos fazendo um favor. Sim, eu estava insistente. Mas depois de tudo o que passei, persistência era o mínimo.
O grande dia da minha prova chegou. Finalmente.
Toca a música de "Aleluia"?
Foi no glorioso 16/04/2025. Lembra que comentei que todas as aulas foram naquele icônico Fiat Uno de guerra? Pois bem. No dia da prova, adivinha? Outro carro. Porque, claro, coerência é um luxo que essa autoescola desconhece.
Entro no carro com o instrutor ***** aquele visionário da última hora e ele resolve repassar todo o conteúdo do curso em dois minutos cravados. Cinto, espelho, banco, embreagem, troca de marcha da primeira pra segunda A cereja do bolo? Esse homem NUNCA andou de segunda comigo nas aulas. Mas, na hora da prova, ele vira o mestre dos magos do câmbio.
É pra rir? Eu gargalhei por dentro enquanto suava por fora.
E assim encerro meu relato. Mas, de coração: reflitam, futuros alunos e também os responsáveis pela gloriosa Autoescola Exclusiva.
Funcionários despreparados, desmotivados e aparentemente mantidos por pura falta de dinheiro para pagar a rescisão. Quem banca esse circo? Nós, os clientes. Como se tirar a habilitação já não fosse um luxo no Brasil, ainda temos que pagar o pato e caro.
Teve um ponto dessa novela em que eu chorava sempre que recebia uma mensagem deles. Ou pior, quando eu precisava enviar uma. Meu emocional? Despedaçado. Já não era mais sobre aprender a dirigir. Eu só queria escapar. Me livrar. Sobrevivência.
Aprender a dirigir? Nem o básico. Nada. Agora, adivinha? Terei que pagar por fora pra realmente aprender. Um bônus do trauma.
Só desejo que ninguém mais precise passar pelo que eu passei. E não estou falando só das aulas horrorosas ou da humilhação de ter que engolir o prejuízo. Estou falando de respeito. De lembrar que quem paga vocês é um ser humano que abre mão de tempo, energia e dinheiro acreditando que vai aprender.
Escolhi vocês entre tantas autoescolas, e foi o pior arrependimento da minha vida.
Encerro aqui, com os olhos marejados não de felicidade por concluir o processo, mas de alívio por ter me livrado de vocês.
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Consideração final do consumidor
29/09/2025 às 09:32
lixo de empresa
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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