DESGASTE PREMATURO NO CABEÇOTE DO ONIX 12/13 – NÃO PERCEBIDO PELA EQUIPE DA OFICINA.

Não resolvido
Rio Verde - GO
16/03/2016 às 18:30
ID: 17560672
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesOnix *******/******* com 42.******* km – todas as revisões efetuadas na concessionária AUTORIO VEÍCULOS RIO VERDE e ainda retornando para correção de problemas, sendo: Dia 24/10/13- 7.500KM - luz indicadora de anomalia acesa - Dia 27/11/13 (33 dias depois) – 10.000km – primeira revisão e luz indicadora de anomalia continua acesa; my link não funciona; tapete/carpete solto (havia pedaços de tecidos esquecidos embaixo do carpete); barulho na parte dianteira - Dia 27/06/14 (7 meses depois)- 13.000km - troca de óleo e filtro; Dia 09/10/14 (3 meses e 9 dias) – 20.000km segunda revisão; verificar pedal de embreagem; verificar capu ruim para abrir; troca de óleo/filtro - DIA 17/10/14 (8 DIAS DEPOIS) VAZAMENTO DE ÓLEO NO MOTOR – Dia 30/03/15 (5 meses) terceira revisão – 30/07/15 (4 meses depois) veiculo apagou na rua e não pega – foi guinchado para a concessionária – Dia 24/11/15 (4 meses depois) quarta revisão – dia 23/02/16 (3 meses depois) luz indicadora de anomalia acesa - veiculo sem potência (fizeram limpeza de bicos) – dia 24/02/16 – (outro dia) o mecânico apontou um barulho no conjunto de válvulas – fizeram um orçamento para substituição das mesmas e a retifica do cabeçote do motor , e o que já era um absurdo, pasmem, ficou ainda pior, o cabeçote não passou na retífica, alegando que estava muito defeituoso, e assim teria que fazer a substituição por um cabeçote novo (Valor 3.*******,83). Indaguei como era possível um motor que rodou somente 42.000km apresentar um defeito no cabeçote e ainda este mesmo cabeçote não dar nem retífica... Sendo que esses motores possuem histórico de durabilidade em torno de *******.000km... Infelizmente não souberam dar uma explicação razoável... dizendo que a evolução das peças, novas ligas, https://*******, etc... e que o desgaste foi natural... como assim? que evolução é essa que, ao invés de melhorar, piora... E que desgaste natural é este? perguntei se eu fosse adquirir um novo ONIX hoje, o vendedor informaria que teria que trocar o cabeçote quando completasse a kilometragem de 42.******* km? Que o cabeçote possui uma duração similar ao conjunto de pneus ou da correia dentada? E que também eu teria que trocá-lo antes mesmo de efetuar a troca/substituição dos amortecedores? e por ai vai muitas peças.... com certeza o vendedor venderia a confiança que a GM/CHEVROLET passa para os clientes... carros de alta tecnologia e durabilidade, e , observem, continuo acreditando na GM/CHEVROLET e nos seus produtos... o que não entendo é como um carro, o qual foi a concessionária por tantas vezes, inclusive com vazamento de óleo, luz de anomalia acesa e o carro guinchado, não fora percebido que este cabeçote estava defeituoso e assim houvessem efetuado a troca do cabeçote dentro do prazo da garantia, a qual expirou menos de 3 meses atrás, sendo que desde então, o veículo rodou apenas 2.000km em relação da última revisão em 24/11/15(dentro do prazo da garantia). Como não fora percebido naquela data.. o próprio mecânico informou que não é possível que em apenas 2.000km o cabeçote desgastasse ao ponto de não dar nem retífica.. ou seja, o cabeçote já estava defeituoso dentro da garantia, e com muita chance de o mesmo ter sido montado já com defeito. Protocolei uma reclamação*******) no site/CENTRAL DE RELACIONAMENTO DA GM/CHEVROLET, mas não deram a mínima para o meu problema... falamos por quatro vezes via fone, e as atendentes informaram que o chefe da oficina da AUTORIO, Sr. MARCOS apontou que o defeito foi desgaste natural do cabeçote. volto a inquirir... o cabeçote é fabricado para ter a mesma vida útil de um pneu? ou de uma correia dentada? menos que um amortecedor? é obvio que não... É desproporcional tal veículo vir a necessitar de troca de cabeçote com apenas 42.000km rodados e em excelente estado de conservação.
Em tempo: Noticia da Revista AUTO ESPORTE: 49 MIL CARROS Montadora respondeu a questionamentos do Procon sobre falha em travas de válvulas; GM nega risco e órgãos de defesa do consumidor avaliam caso;
Procon pede explicações à GM sobre defeito nos motores de oito modelos
GM RECEBE NOTIFICAÇÃO PARA EXPLICAR FALHA EM MOTORES DE OITO MODELOS
Chevrolet confirma que falha em motor atinge mais de 49 mil carros.
ISSO SE CARACTERIZA VÍCIO OCULTO INTRINSECO CONFORME SEGUE:
EMENTA: Quarta Turma - DIREITO DO CONSUMIDOR. VÍCIO OCULTO. DEFEITO MANIFESTADO APÓS O TÉRMINO DA GARANTIA CONTRATUAL. OBSERVÂNCIA DA VIDA ÚTIL DO PRODUTO. O fornecedor responde por vício oculto de produto durável decorrente da própria fabricação e não do desgaste natural gerado pela fruição ordinária, desde que haja reclamação dentro do prazo decadencial de noventa dias após evidenciado o defeito, ainda que o vício se manifeste somente após o término do prazo de garantia contratual, devendo ser observado como limite temporal para o surgimento do defeito o critério de vida útil do bem. O fornecedor não é, ad aeternum, responsável pelos produtos colocados em circulação, mas sua responsabilidade não se limita, pura e simplesmente, ao prazo contratual de garantia, o qual é estipulado unilateralmente por ele próprio. Cumpre ressaltar que, mesmo na hipótese de existência de prazo legal de garantia, causaria estranheza afirmar que o fornecedor estaria sempre isento de responsabilidade em relação aos vícios que se tornaram evidentes depois desse interregno. (...)l. Deve ser considerada, para a aferição da responsabilidade do fornecedor, a natureza do vício que inquinou o produto, mesmo que tenha ele se manifestado somente ao término da garantia. Os prazos de garantia, sejam eles legais ou contratuais, visam a acautelar o adquirente de produtos contra defeitos relacionados ao desgaste natural da coisa, são um intervalo mínimo de tempo no qual não se espera que haja deterioração do objeto. Depois desse prazo, tolera-se que, em virtude do uso ordinário do produto, algum desgaste possa mesmo surgir. Coisa diversa é o vício intrínseco do produto, existente desde sempre, mas que somente vem a se manifestar depois de expirada a garantia. Nessa categoria de vício intrínseco, certamente se inserem os defeitos de fabricação relativos a projeto, cálculo estrutural, resistência de materiais, entre outros, os quais, em não raras vezes, somente se tornam conhecidos depois de algum tempo de uso, todavia não decorrem diretamente da fruição do bem, e sim de uma característica oculta que esteve latente até então. Cuidando-se de vício aparente, é certo que o consumidor deve exigir a reparação no prazo de noventa dias, em se tratando de produtos duráveis, iniciando a contagem a partir da entrega efetiva do bem e não fluindo o citado prazo durante a garantia contratual. Porém, em se tratando de vício oculto não decorrente do desgaste natural gerado pela fruição ordinária do produto, mas da própria fabricação, o prazo para reclamar a reparação se inicia no momento em que ficar evidenciado o defeito, mesmo depois de expirado o prazo contratual de garantia, devendo ter-se sempre em vista o critério da vida útil do bem, que se pretende durável. A doutrina consumerista ?sem desconsiderar a existência de entendimento contrário ? tem entendido que o CDC, no § 3º do art. 26, no que concerne à disciplina do vício oculto, adotou o critério da vida útil do bem, e não o critério da garantia, podendo o fornecedor se responsabilizar pelo vício em um espaço largo de tempo, mesmo depois de expirada a garantia contratual. Assim, independentemente do prazo contratual de garantia, a venda de um bem tido por durável com vida útil inferior àquela que legitimamente se esperava, além de configurar um defeito de adequação (art. 18 do CDC), evidencia uma quebra da boa-fé objetiva, que deve nortear as relações contratuais, sejam elas de consumo, sejam elas regidas pelo direito comum. Constitui, em outras palavras, descumprimento do dever de informação e a não realização do próprio objeto do contrato, que era a compra de um bem cujo ciclo vital se esperava, de forma legítima e razoável, fosse mais longo. Os deveres anexos, como o de informação, revelam-se como uma das faces de atuação ou ?operatividade? do princípio da boa-fé objetiva, sendo quebrados com o perecimento ou a danificação de bem durável de forma prematura e causada por vício de fabricação. Precedente citado: REsp 1.*******.*******DF, DJe 9/12/*******. REsp *******.*******SC, Rel. Min. Luis Felipe Salomão, julgado em 4/10/*******. (inteiro teor em anexo)
Portanto minha insatisfação total pela negligência em relação a constatação do problema, quando das revisões e dentro da garantia, e ainda pela total falta de vontade em resolver o problema, e ainda, os profissionais da GM/CHEVROLET/CONCESSIONÁRIA, na tentativa de justificar, denigrem o próprio produto, afirmando que o cabeçote possui um desgaste natural com 42.000km. É possível entender isso?
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Resposta da empresa
17/03/2016 às 17:15
De acordo com todas as ordens de serviços de entrada e saída do veiculo na concessionária, todos os problemas informados pelo cliente foram resolvidos.
O veiculo do cliente não se encontra na serie de recall do motor, conforme havia informado.
Na data de 23/03/******* as 15:43 horas o veiculo deu entrada na concessionária com a reclamação de perda de potência, sendo necessária a limpeza dos bicos. No final do dia 23/03 quando o serviço de limpeza dos bicos foi executado e o problema de perda de potencia sanado, foi diagnosticado junto ao cliente pelo nosso técnico o barulho na parte superior do motor, o veiculo foi liberado para e o cliente retornou no dia 24/03 sendo repassado ao mesmo um diagnostico e orçamento preliminar informando a necessidade de remoção do cabeçote para verificação do real problema do veiculo. Foi feita a remoção do cabeçote e verificado que havia desgaste na sede de válvula, sendo necessária a troca. Foi feito um orçamento final informando todos os valores para o cliente, que acompanhou todo o processo de remoção para verificação do defeito. Orçamento foi autorizado pelo cliente e o serviço foi executado e o veiculo liberado.
Réplica do consumidor
28/03/2016 às 16:32
Não fora respondido a minha pergunta principal. Vcs relataram o acontecido após o diagnóstico... não era necessáhttps://******* já havia ficado claro na minha reclamação.. autorizei e paguei, pois, adquiri o carro para uso.. e não para ficar PARADO na concessionária por negligência da mesma. Diante do fato, volto a perguntar, diante da minha insatisfação total pela negligência em relação a constatação do problema, quando das revisões e dentro da garantia, e ainda pela total falta de vontade em resolver o problema, e ainda, os profissionais da GM/CHEVROLET/CONCESSIONÁRIA, na tentativa de justificar, denigrem o próprio produto, afirmando que o cabeçote possui um desgaste natural com 42.000km. É possível entender isso? Ou seja, é natural que um cabeçote de um veículo da GM/CHEVROLET, o qual fora fabricado para ter uma durabilidade em torno de *******.******* km, dure ou desgaste com apenas 42.000km? É natural que esse cabeçote dure menos que o conjunto de pneus? que os amortecedores? que a correia dentada? E por ai https://******* Pergunto novamente... É natural esse desgaste? Para não ter dúvida, irei perguntar novamente... E NATURAL O DESGASTE E DESCARTE DO CABEÇOTE COM A MARCA DA GM/CHEVROLET COM APENAS 42.******* KM RODADOS?
Consideração final do consumidor
08/08/2017 às 11:42
PÉSSIMO. NÃO RESOLVERAM. ARQUEI COM O PREJUÍZO.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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