Peça errada, descaso e recusa de troca: cliente com veículo parado sem solução.

Não respondida
Patos de Minas - MG
04/06/2026 às 09:57
ID: 250512251
Fiz uma compra de uma peça de um veículo GM Cruze na Autus Patos de Minas/MG. Inicialmente o rapaz responsável pelo setor disse que tinha feito o pedido e demorava até 10 dias para chegar. Após o período, entrei em contato e a peça sequer tinha sido pedida. Após perceber o seu erro, o funcionário fez o pedido, mesmo com a demora, a peça enfim chegou alguns dias após. Sem qualquer aviso que a peça tinha chegado, entrei em contato com a empresa e foi informado que estava disponível para retirada. Fui ao local, peguei a peça e levei ao mecânico no dia seguinte, haja vista a necessidade de agendamento na oficina para a devida manutenção. Ao chegar no local o mecânico disse que não se tratava da peça necessária para a manutenção, que era uma mangueira ao lado. Retornei no dia seguinte na Autus e o funcionário responsável estava de atestado médico (caiu de um cavalo e fraturou o pé). Mesmo assim um outro funcionário de nome Rogério recebeu a peça errada mais a nota fiscal e me pediu para aguardar alguns dias para a devida solução. No outro dia pediu para retornar na Autus e procurar o setor de almoxarifado, porque ele não conseguiria resolver. Retornamos, na medida da disponibilidade, e foi nos informado que não seria possível fazer a troca da peça porque já teria passado 24h da retirada da peça na Autus, então nos devolveram a peça e a nota fiscal e nos convidaram a retirar do local. Ainda disseram que não poderiam fazer o pedido da peça correta porque o funcionário responsável estava de atestado médico e que deveríamos retornar após 30 dias. Tal situação muito me constrangeu porque estou com o veículo parado (uso parcial por segurança) em razão da mangueira estragada ser de combustível, o que provoca o vazamento e pode ocasionar em incêndio. Em momento algum houve a ciência de que há um prazo de 24h para troca da peça. Aliás tal prazo foi criado por uma política interna da empresa, sem qualquer amparo na legislação consumerista. E o pior de tudo é a recusa em pedir uma nova peça sem que o funcionário de atestado retornasse. Então pode fechar e empresa até o funcionário voltar. Na verdade senti que estavam fazendo pouco caso e mandando que saísse da loja. Jamais voltaria a frequentar tal estabelecimento, que conta com funcionários despreparados e o chefe da empresa sabia de tudo e não autorizou a troca da peça nem a restituição do dinheiro gasto. Resultado: estou sem o dinheiro gasto e com a peça em casa, sem qualquer serventia.