Postura Agressiva e Ostensiva do Gerente da Unidade Ipanema

Respondida
Rio de Janeiro - RJ
22/03/2015 às 21:58
ID: 12374785
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesMeu nome é Pedro Torres e no dia 21/03/*******, sábado, fui ao Banana Jack, em Ipanema, com um grupo de 4 amigos. Chegamos por volta de 19:30 e, por volta de 20:30, todos o grupo já estava sentado à mesa. Todos os pedidos estavam bons, a porção de ribs and fries, os chopps, drinks e sanduíches vieram numa velocidade razoável, exceto os sanduíches que demoraram um pouco, mas nada alarmante. A qualidade dos pedidos era muito boa. O ambiente estava muito bom, descontraído, muito agradável.
Por fim, quando satisfeitos, pedimos a conta para pagar e ir embora. Quando ela chegou, pedimos à garçonete que nos desse um momento para fazermos a divisão, ao qual ela prontamente atendeu.
Fizemos as nossas contas, colocamos a taxa de serviço no nosso valor, mas ele não bateu com o valor final da nota fiscal da casa. Então, resolvemos fazer as contas novamente, uma vez que poderíamos ter esquecido algum item. Tendo resolvido-a novamente, a diferença continuou ocorrendo e notamos que ela se dava entre os valores finais: o nosso valor final, com a taxa de serviço, era igual ao valor contido na nota fiscal, sem a taxa de serviço.
Reconhecido o local da diferença, pensamos que estávamos esquecendo de colocar a taxa de serviço e, novamente, fizemos a conta. Dessa vez, ao invés de fazermos os cálculos na calculadora do celular, fizemos num pedaço de papel. Fazendo item por item, a diferença permaneceu, no mesmo ponto destacado anteriormente.
Dessa vez, começamos a achar que a casa poderia ter calculado o valor final de forma errada, o que seria bastante normal, uma vez que todos estamos sujeitos a falhas, e não nos causaria nenhum aborrecimento. Então, tentamos achar o possível erro, para mostrar ao gerente e resolver a questão. Nesse ponto, pegamos o valor final da nossa conta e aplicamos, novamente, a taxa de serviço e os resultados bateram, ficaram iguais. Pensamos, então, que a taxa estava sendo cobrada 2 vezes e, para não haver dúvida, refizemos a conta novamente e confirmamos o que pensávamos.
Chamamos, portanto, a garçonete e demos os valores que iríamos pagar, ela efetuou o pagamento e, quando estava somando os nosso valores, viu que estava tendo uma diferença referente a taxa de serviço. Nesse momento, ela fez a seguinte pergunta para nós: "quer dizer que vocês não vão pagar o serviço?".
Achamos que a pergunta foi feita num tom desnecessário, mas relevamos porque, certamente, ela não teve a intenção de parecer agressiva ou intransigente. Respondemos que, pelos cálculos que fizemos, os valores pagos por nós já estavam com a taxa de serviço e, como havia a diferença que era, justamente, o valor da taxa, ela deveria estar sendo cobrada 2 vezes, o que representava um engano da casa, uma vez que a taxa de serviço é FACULTATIVA e só deve ser cobrara 1 única vez.
A garçonete disse que ia chamar o gerente, para explicarmos a questão para ele e, juntos, esclarecermos o ocorrido. Quando ele chegou, explicamos o que houve e ele falou: "vamos fazer a conta juntos, para verificar se está faltando, ou sobrando, de fato, alguma coisa". Pegamos os valores da nota fiscal, os somamos e o valor final, sem o serviço, conferiu com o que estava sendo cobrado, também sem o serviço. Daí, explicamos que, pelas nossas contas, chegamos ao mesmo valor que ele, só que o nosso valor já incluía a taxa de serviço, enquanto o dele não.
Então, o gerente disse a seguinte frase: "bom, vocês estão vendo que a conta está batendo com o valor sem serviço, uma vez que foram vocês quem fizeram a conta. Contra fatos, não há argumentos. Isso que dá ter fugido da escola.". Ele repetiu esta frase algumas vezes. Nesse momento, nos sentimos ofendidos com a postura dele.
Um dos fatos que mais chamou a nossa atenção foi que, em nenhum momento, o gerente nos falou que a diferença era, de fato, referente a taxa de serviço e que, como o seu pagamento não é obrigatório, não era necessário o pagamento, se não quiséssemos efetuá-lo. Sempre que se dirigiu a nós, o gerente estava, praticamente, nos "obrigando" a pagar a taxa de serviço.
Depois de falar com o gerente, pedimos, novamente, um momento para conversar entre nós. Ficamos debatendo o que fazer e, novamente, tentamos achar o erro, uma vez que, apesar da postura lamentável do gerente, vimos que tinha alguma coisa errada com a nossa conta. Nota-se que, mesmo a diferença sendo de algo que não tínhamos a obrigação de pagar, estávamos tentando identificar o nosso erro e deixar tudo em "pratos limpos" com a casa. E, também, ficamos debatendo se, depois da ofensa que sofremos, deveríamos pagar a taxa de serviço. Por fim, como não encontramos o nosso erro, e também já estávamos nervosos e cansados, resolvemos quitar a taxa de serviço e ir embora.
Chamamos, então, o gerente, que, ao chegar, falou: "então, vocês já pagaram?". Novamente, depois de tudo o que aconteceu, houve um deboche. Falamos que íamos pagar a diferença existente, efetuamos o pagamento e fomos embora. Depois de muito tempo, conversando na rua, nós encontramos o nosso erro. Esquecemos de adicionar 30 reais, referentes ao couvert da banda que, coincidentemente, era igual ao valor da taxa de serviço.
Quero ressaltar os seguintes pontos:
1) Em nenhum momento, faltamos com respeito ou com educação com os funcionários da casa;
2) A diferença que, de fato, estava ocorrendo era referente a taxa de serviço, cujo pagamento é facultativo. Apesar da origem da diferença não ser a taxa, o valor era o mesmo. O gerente, que com toda certeza, sabe que o pagamento da taxa de serviço não é obrigatório, poderia muito bem ter identificado a diferença e ter conversado conosco sobre o pagamento, ou a recusa dele, de forma educada. Mas, em nenhum momento, a questão da obrigatoriedade do seu pagamento foi sequer cogitada;
3) Novamente falando sobre a taxa de serviço. Mesmo sabendo que não éramos obrigados a pagar, nós nos empenhamos em tentar entender o motivo da diferença, mesmo o valor não sendo obrigatório. Isso mostra que, com toda certeza, não estávamos querendo agir de má fé. Além disso, atualmente, os funcionários de diversos bares / pubs / restaurantes rotularam que a taxa de serviço deve ser paga, uma vez que é um dinheiro que é para os funcionários. Por lei, o pagamento desta taxa é facultativo, onde é direito do cliente decidir se paga ou não. Dizem que é de bom tom pagar a taxa de serviço quando o atendimento é realizado de forma satisfatória. Mas, ******* que atender bem é obrigação de quem se dispõe a trabalhar num restaurante e/ou bar, não tendo nenhum valor associado a ele;
4) A postura do gerente conosco foi, no mínimo, lamentável. Ele foi ostensivo na sua fala, quando disse que fugimos da escola. Penso que, ao se trabalhar diretamente com o público, a pessoa precisa medir os seus atos e suas palavras antes de lançar mão delas. O gerente pode alegar que disse que fugimos da escola numa tentativa de descontrair o ambiente. Mas, imagina se nós, de fato, tivéssemos abandonado a escola, por necessidades financeiras e pessoais? Com certeza, teria sido causado um grande mau-estar. Além do mais, o ele disse isso sem nenhum fundamento, uma vez que não conhece nenhum de nós, não estava baseado em nada para falar o que falou. Logo, não sabia com quem estava falando. Poderíamos, até mesmo, achar que houve pré-conceito e preconceito por parte dele. Sobre a escolaridade do grupo de pessoas que ele disse ter fugido da escola, 1 delas cursa o Ensino Superior em Instituição Federal, 3 fazem Mestrado em Instituição Particular de renome internacional e 1 faz Doutorado em Instituição de renome internacional. Além disso, todos do grupo são professores de um Curso Pré-Vestibular. Portanto, como podem ver, em nenhum momento fugimos da escola e ajudamos pessoas, que não tiveram as mesmas oportunidades que nós, a entrarem no Ensino Superior. Por fim, acredito que uma pessoa não pode ser medida pelo seu grau de escolaridade;
Do grupo de 5 pessoas que estiveram no Banana Jack, 4 estavam frequentando o lugar pela 1ª vez. Como gerente de um estabelecimento que pretende fidelizar seus clientes, o funcionário deve ter mais tato e educação no trato com os mesmos. Certamente, a imagem com que saímos da casa não foi a melhor.
Coloco-me à disposição para futuros esclarecimentos.
Att,
Pedro C. Torres
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Resposta da empresa
26/03/2015 às 13:28
Prezado Pedro
Primeiramente em nome da Equipe do Banana Jack gostaria de te pedir desculpas por qualquer mal entendido que possa de alguma forma ter frustrado as suas expectativas.
O Banana Jack preza pelo bom atendimento ao cliente, orientando os seus funcionários e gerentes como deverão proceder no momento de recepcionar aos clientes .
Destaco o respeito que temos por todos os clientes e a vontade de atender a todos na melhor forma possível, infelizmente neste caso houve uma falha de comunicação do gerente e do atendente com vocês na hora de finalizar e explicar corretamente o fechamento da conta.
O Banana Jack gostaria de te convidar para retornar com um desconto de 50% no total da conta, válido para você e seus amigos.
O retorno de vocês e muito importante p/ nós.
Atenciosamente,
Equipe Banana Jack