Retenção indevida de repasse pela 99Food e Banco Arbi S.A.

Reclamação não respondida

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Goiânia - GO

27/07/2026 às 15:19

ID: 254947831

Retenção indevida de repasse pela 99Food e Banco Arbi S.A.

Venho registrar uma reclamação contra a 99Food e o Banco Arbi S.A. devido à retenção indevida de um valor pertencente à minha empresa.

Sou parceiro da plataforma 99Food e recebo meus repasses normalmente. Entretanto, um valor de R$ 931,44 ficou retido na plataforma. Ao entrar em contato com a 99Food para entender o ocorrido, fui informado de que esse valor teria sido descontado a pedido do Banco Arbi S.A., supostamente em razão de um empréstimo vinculado ao meu CNPJ.

Ocorre que não possuo qualquer empréstimo, financiamento ou dívida com o Banco Arbi S.A., tampouco reconheço qualquer vínculo contratual com essa instituição financeira. Além disso, fui informado de que o valor estaria vinculado a uma conta do Banco Arbi S.A. que não é de minha titularidade e da qual nunca tive conhecimento.

Solicitei esclarecimentos à 99Food, que apenas informou que abriria uma análise com prazo de até 14 dias, alegando que o desconto foi realizado por solicitação do Banco Arbi S.A. Contudo, essa resposta não resolve o problema, pois meu dinheiro continua retido sem qualquer comprovação de que exista uma dívida legítima ou autorização para esse bloqueio.

Ressalto que essa retenção está causando prejuízos ao meu negócio, uma vez que dependo dos repasses da plataforma para manter minhas atividades.

Solicito com urgência:

A comprovação documental da suposta dívida ou contrato que justificaria essa retenção;
A identificação da conta ou contrato utilizado pelo Banco Arbi S.A. para solicitar o bloqueio do valor;
A imediata liberação e devolução do valor de R$ 931,44
Um posicionamento formal tanto da 99Food quanto do Banco Arbi S.A., esclarecendo como um valor pertencente ao meu CNPJ foi retido em razão de uma suposta dívida inexistente.

Caso a situação não seja resolvida, adotarei as medidas cabíveis junto aos órgãos competentes, inclusive Banco Central, Procon e, se necessário, o Poder Judiciário, buscando a restituição do valor e a reparação pelos prejuízos causados.

Espero uma solução rápida, transparente e definitiva para este problema.

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