Propaganda enganosa e não cumprimento de acordo para devolução dos valores pagos há mais de um ano

Não respondida
João Pessoa - PB
26/11/2025 às 14:30
ID: 232931061
Primeiramente, a empresa BC Investimentos e Intermediação de Consórcios Ltda CNPJ *****, também aparece figurada como Borges Representações CNPJ *****, de responsabilidade de *****.
Adquiri uma carta de crédito contemplada da administradora Magalu, com crédito de R$ 284.200,00 e saldo devedor em 183 parcelas de R$ 1.975,00, com entrada de R$ 92.900,00. Foram pagos R$ 9.290,00 a título de sinal em 05/08/2024 e R$ 83.610,00 após o envio do termo de transferência da cota acima citada, via pix na conta da vendedora BC Investimentos e Intermediação de Consórcios Ltda, no dia 12/12/2024. Custos adicionais com cartório, transferência e correios somaram R$ 2.403,24 até o dia 21/08/2024, totalizando R$ 97.883,99.
Após esse pagamento, foi enviado pela vendedora o termo de cessão de cota consorcial, e verificou-se que o crédito era de R$ 516.150,00. Essa informação foi confirmada pelo Sr. *****, responsável pela Rota Invest, representante do consórcio Magazine Luiza, bem como pela central de atendimento da Magalu e por e-mail. Foi informado que o imóvel a ser adquirido não poderia estar em nome do comprador, que era a pretensão inicial, nem financiado, e deveria valer a somatória do lance caução (forma de pagamento de lance em consórcio na qual se oferece um bem quitado como garantia da oferta) de R$ 103.230,00 mais o valor do crédito líquido de R$ 289.822,83, totalizando R$ 389.179,69, sendo este o valor mínimo exigido para o imóvel utilizado como garantia.
Informei à vendedora, BC Investimentos, desde o início da negociação, que o imóvel a ser adquirido era avaliado em aproximadamente R$ 300.000,00 e que gostaria de recomprar meu próprio imóvel para ter o dinheiro e então comprar em leilão. Como a carta não poderia ser utilizada nos moldes prometidos, o Sr. *****, responsável pela BC Investimentos, admitiu o erro e prometeu devolver o dinheiro em outubro de 2024. Inicialmente tentou vender a carta para outra pessoa, sem sucesso. Finalmente, em janeiro, fez um acordo para pagar R$ 20.000,00 por mês até quitar o débito, mas também não cumpriu: pagou apenas R$ 28.400,00 entre fevereiro e agosto de 2025.
Além do valor devido, peço que sejam considerados todos os prejuízos que sofri, pois vendi meu automóvel e estou sem carro desde então. Também fiz um empréstimo consignado de R$ 20.000,00 para completar o valor cobrado pela entrada, visto que a vendedora havia prometido a disponibilidade do crédito em até três meses. Ademais, contraí outro empréstimo consignado em 30 de setembro de 2025 para tentar realizar o sonho da aquisição do imóvel, inicialmente planejada com essa carta de crédito.
Faz mais de um ano que o Sr. ***** promete pagar e não cumpre. Tenho todos os prints, áudios, gravações de conversa e contrato. Estou ingressando com uma ação, mas deixo aqui um alerta para quem pensa em negociar com essa pessoa e empresa.