FUI ENGANA PELO UM REPRESENTANTE DA Bcon consórcios

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Centro do Guilherme - MA

04/02/2025 às 11:03

ID: 209023159

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Entre os dias 3 e 4 de janeiro, meu filho, Jonas Ribeiro de Oliveira, encontrou um anúncio de um carro Fiat Strada vermelho no Facebook. Ele entrou em contato com o vendedor por meio do anúncio e, em seguida, o vendedor, Lucas, pediu seu WhatsApp e ele passou as informações sobre o veículo e as condições de pagamento. Lucas afirmou que, caso o pagamento fosse à vista, o comprador que sou eu, Maria das Graças Silva Ribeiro sairia no mesmo dia com o carro.
Como eu não tinha o dinheiro para o pagamento à vista, ele disse que, se eu fosse até São Luís com o valor da entrada, o restante poderia ser parcelado. Além disso, garanti que, no mesmo dia, eu estaria com o veículo em mãos. Ele informou que eu teria até o dia 10 para ir até São Luís e realizou uma avaliação do meu nome para verificar se havia alguma restrição.
No dia 8 de janeiro, eu, meu marido, José Cuterin Costa, e seu filho, Jadson Mendonça Costa, que era o único que sabia dirigir, fomos até São Luís, na esperança de trazer o veículo. Ao chegarmos no endereço informado, fomos recebidos pelo porteiro, que nos levou até Lucas. Ele reafirmou que, se eu fizesse o pagamento da entrada, levaríamos o carro no mesmo dia. Em seguida, nos encaminhou para o atendimento com a senhora Beatriz, que ficou responsável pela documentação. Por volta das 14h, fomos levados por outro funcionário para ver o carro em outro local.
Ao chegarmos, o carro do anúncio já não estava disponível. No lugar dele, havia uma Strada branca, cuja chave foi entregue a Jadson para ligar o veículo. Olhamos o carro e retornamos à loja. Ao chegarmos, Beatriz informou que o valor da entrada seria 50% do preço do carro, aproximadamente R$ 27.000,00, e que as parcelas seriam acima de R$ 900,00. No entanto, eu queria dar R$ 30.000,00 para diminuir o valor das parcelas, mas ela disse que o mínimo seria R$ 31.700,00, com o restante parcelado em 60 vezes de R$ 541,00.
Fomos instruídos a realizar o pagamento via PIX. Eu queria transferir todo o valor de uma só vez, mas Beatriz recomendou que fizesse em partes para evitar o bloqueio da conta. Fiz a primeira transferência de R$ 3.700,00, depois mais de R$ ******. Como excedemos o limite do PIX, fomos até uma agência, sacamos R$ ****** e entregamos em mãos para Beatriz, que fez o depósito e nos entregou o comprovante.
Como não conseguimos concluir todo o pagamento naquele dia, referimos que pernoitar em São Luís para finalizar o restante no dia seguinte. Até aquele momento, não havíamos recebido nenhum documento.
No dia seguinte, 9 de janeiro, retornamos ao escritório e fizemos o pagamento restante, no valor de R$ ******. Só então Beatriz nos trouxe um documento e pediu que eu assinasse, alegando que era um contrato em que o banco liberaria R$ ****** para a compra do carro à vista, e que as parcelas restantes seriam pagas diretamente ao banco. Como não tenho uma leitura fluente, acreditei no que ela leu e assinei meu nome. Até esse momento, ela não havia nenhuma referência que se tratasse de um consórcio.
Após eu concordar, Beatriz explicou que, como os R$ ****** pagos em dinheiro foram depositados em mãos, não seria possível validar o pagamento no mesmo dia para a liberação do veículo. Além disso, como já estava tarde, disseram que levariam o carro para uma revisão. Em seguida, Beatriz fez uma ligação no viva-voz e explicou nossa situação, dizendo que precisaríamos voltar para Pedro do Rosário naquele mesmo dia. A pessoa na outra linha respondeu que não teria problema, pois teria uma viagem no dia seguinte para realizar outra entrega na região e poderia levar o carro junto.
Beatriz informou que, ao chegarmos em casa, uma pessoa do banco nos iria falar sobre a liberação do crédito. Respondemos a Pedro do Rosário e, de fato, recebi a ligação do banco informando que o crédito havia sido aprovado.
Aguardamos os dias 10, 11 e 12 pela chegada do carro, mas nada aconteceu. Liguei diversas vezes para Lukas, que não atende minhas chamadas. Quando finalmente me atendeu, ele me disse para não me preocupar, pois me colocaria na assembleia do dia 15 de janeiro. Nesse momento, questionei, pois eu não esperava uma contemplação, mas sim o carro que tinha prometido me entregar.
Pedi para minha irmã ler o documento que assinei e descobri que se tratava de um consórcio. Além disso, as parcelas não coincidem com as informadas por Beatriz. Ela havia dito que seriam 60 parcelas de R$ 541,00, mas no contrato constava um plano de 150 parcelas de R$ 1.471,80.
No dia 14 de janeiro, voltamos a São Luís. No entanto, não fomos mais atendidos por Lukas nem por Beatriz. Quem nos recebeu foi Magno, que foi apresentado como gerente da loja. Ele nos informou que a empresa não trabalhava com venda de carros, apenas com ******. Perguntei, então, por que me venderam um carro e não o entregaram. Magno respondeu que Lukas havia agido de forma errada e que tomaria providências, pois ele teria agido de má-fé.
Magno pediu que eu aguardasse até o dia seguinte, 15 de janeiro, data da assembleia. Além disso, afirmou que muitas pessoas já tinham reclamado de situações semelhantes e chegaram a debochar, dizendo que algumas até foram com a polícia, mas "não deu em nada". Tenho essa conversa gravada.
Voltei para casa e esperei um retorno. No dia 17 de janeiro, Lukas me ligou informando que eu não havia sido contemplado e que deveria aguardar até o dia 30, quando ele daria um jeito para que eu fosse contemplado. Foi então que percebi que estava apenas me enganando e comecei a buscar medidas para resolver essa situação.

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Resposta da empresa

04/02/2025 às 15:42

Prezada(o),

Agradecemos por entrar em contato e sentimos muito por qualquer inconveniente que você tenha enfrentado. Entendemos a frustração causada pela situação e estamos aqui para ajudar a resolver seu problema.

Na BCON, nossa atuação é exclusivamente na área de consórcios, e estamos comprometidos em garantir que nossos clientes tenham a melhor experiência possível. Para que possamos analisar seu caso com mais profundidade, pedimos que nos envie qualquer documento que comprove promessas ou condutas inadequadas por parte dos vendedores.

Seu caso é nossa prioridade, e faremos o possível para encontrar uma solução rápida e satisfatória. Você pode entrar em contato conosco diretamente através do nosso e-mail ******* ou pelo telefone******* . Estamos disponíveis para atendê-lo!

Agradecemos pela sua compreensão e paciência enquanto trabalhamos para resolver essa questão.

Atenciosamente,
Equipe de Atendimento ao Cliente
BCON Administradora de Consórcios