Hóspede relata perda de anéis em hotel após mal-estar e acusa falta de empatia e impedimento de amigo verificar achados e perdidos.

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Pontal do Paraná - PR

31/08/2025 às 05:50

ID: 225765815

Fiquei hospedada no Hotel BHPZ do dia 16/07 a 20/07/ 2025, nos dois últimos dias tive uma virose, vômito, diarreia e fiquei no quarto todo o tempo; inclusive, pegava minhas toalhas na porta e não deixava a camareira entrar, visto que não sabia se o que tinha e se era contagioso. Enfim, tive febre e fiquei muito mal. Na hora de ir embora arrumei minhas coisas me sentindo atordoada e um pouco confusa. Nessa mesma manhã, menos de 1 h e 30 min ates de realizar o checkout tive diarreia e vomitei ao mesmo tempo; então , puxei a lixeira para vomitar. Mesmo atordoada, tenho a certeza de ter tirado minha aliança de casamento, o anel que meu pai me deu nos meus 15 anos e o anel que me deu de 18 anos, e colocá-los na pia ao lado do vazo sanitário (lembro que tive medo que caíssem). Eu não tirava esses anéis (meu pai [Editado pelo Reclame Aqui] a pouco tempo), por esse motivo, mesmo doente eu estava com eles e com a minha aliança de casamento. No dia seguinte, entrei em contato com o hotel, relatei toda a situação, inclusive a Dalila, atendente que falou comigo ao telefone, tinha visto que eu não estava bem fisicamente. Encontraram no quarto meu carregador de celular, uma bolsinha com remédios (que eu nem lembrava de ter deixado e nem havia dado falta); mas, me foi passado que meus anéis não estavam na pia do banheiro. Também fui informada que não poderiam enviar minhas coisas, pois, isso envolveria ir ao correio (essa parte me pareceu um descaso, mas; o que realmente perdi é de um valor sentimental inestimável; e o Hotel, a princípio, não demonstrou nenhuma empatia. Após muitas trocas de e-mail (por minha insistência) perguntei se não havia algum achados e perdidos, me disseram que sim e que eu poderia ir até lá para ver se encontrava nos objetos que lá estavam os meus anéis.
Eu moro no Paraná, e mais uma viagem seguida para BH me é inviável financeiramente, expliquei tudo isso e informei que tenho um amigo em BH, perguntei se ele poderia passar lá, inclusive mencionei que ele poderia levar as fotos dos anéis (não eram anéis caríssimos, de diamante; mas quem me deu nunca mais poderá dar) Me foi dito que sim, que meu amigo, com minha autorização, poderia passar no hotel e verificar o achados e perdidos.
Meu amigo esteve no BHPZ e não permitiram que ele olhasse a tal sala de achados e perdidos, ele inclusive mostrou a foto dos anéis, reiterou toda a história que eu já havia contado pelo telefone, explicado detalhadamente por e-mail. O Bernardo colocou que seria importante até ver que realmente não estava no hotel; pelo valor sentimental, para que isso tivesse um fim: Ela perdeu os anéis.
Então, o BHPZ me enviou um e-mail em que lamentavam pelos meus objetos perdidos, mas alegaram que não poderiam permitir a entrada do meu amigo, com a minha autorização e com a foto dos anéis, por motivo de segurança. (Não entendi, ele sairia de lá com outra coisa?)
De maneira alguma estou acusando a camareira, relato isso, porque no primeiro e-mail que recebi, a primeira coisa que me disseram foi que as todas as camareiras trabalham no hotel há muitos anos e são de total confiança.
Por que meu amigo, com a minha autorização, não pode verificar os objetos perdidos no hotel e com os objetos especificados e comprovados com fotos, afinal, eles me informam que existe esse achados e perdidos.

Nesse caso não cabe a frase: Vão se os anéis e ficam se os dedos. Não acusei em momento algum nenhum funcionário ; mas me senti extremamente desrespeitada e nada acolhida com algo que para mim tinha um valor imensurável. Me senti acusada, como se estivesse inventando que perdi meus anéis lá

Trabalhar com pessoas envolve empatia.

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