Bervel realiza pagamento indevido de R$ 2.100,00 sem autorização do síndico e se recusa a assumir o erro, causando transtornos e prejudicando a relação com prestadores de serviço e condôminos.

Em réplica
Rio de Janeiro - RJ
19/05/2026 às 13:14
ID: 249077505
A Bervel realizou um pagamento de R$ 2.100,00 SEM autorização do síndico e se recusa a assumir o erro.
Meu pai é síndico de um prédio na Barra da Tijuca/RJ, onde a Bervel é a administradora. Em março de 2026, ocorreu o seguinte:
* 11/03 Meu pai contratou e pagou do próprio bolso um serviço de serralheria, parcelado em 3x de R$ 700,00 no cartão. Precisou ser feito de forma expressa porque as portas corta-fogo apresentaram defeitos na vistoria predial. O próprio recibo do prestador registra: "Recebi no cartão de crédito, parcelado em 03 vezes." Serviço quitado.
* 15/03 Meu pai encaminhou o recibo à atendente perguntando apenas se o documento poderia ser aceito para registro uma consulta de validade documental, sem qualquer menção a pagamento.
* 16/03 a Bervel pediu os dados bancários do prestador. Meu pai respondeu "Ok.", entendendo ser parte do procedimento de análise do recibo. Sem mais nenhuma comunicação, sem pedido expresso, sem autorização de qualquer natureza, a Bervel realizou um Pix de R$ 2.100,00 para o serralheiro valor que meu pai já havia pago integralmente. Foi retirado do caixa do prédio sem anuência, pedido ou qualquer outro tipo de ordem.
O próprio recibo enviado para Bervel já indicava que o serviço havia sido pago no cartão.
Quando confrontada, a Bervel alega que o pagamento era "subjetivo" palavra que eles próprios (Wladmir e Michele) usaram ao telefone. Pagamento de R$ 2.100,00 feito de forma "subjetiva", sem pedido expresso do síndico. Onde já se viu isso?
Temos todos os prints que mostram que não houve a anuência do síndico, e isso de subjetivo é má-fé da outra parte.
Além disso:
ESTÃO IGNORANDO MEU PAI NO WHATSAPP! Não respondem mais ele!
Transferiram a responsabilidade, dizendo que o problema é do meu pai com o prestador de serviço (quando na verdade, o erro é da Bervel, que deve se resolver diretamente com o serralheiro).
Fizeram meu pai ir ao banco duas vezes para tentar resolver um problema que é da Bervel.
O prestador se indispôs com meu pai quando deveria se indispor com quem cometeu o erro.
Meu pai, que defendeu a manutenção do contrato com a Bervel frente aos moradores (mesmo sendo mais cara que concorrentes), está sendo prejudicado pela própria administradora que ele defendeu.
Conversei com o senhor Wladmir e ele ficou de dar uma resposta por parte da Bervel, mas nem respondem mais meu pai (fica com dois checks azuis no whatsapp, ou seja, visualizam mas não respondem).
Não estamos pedindo nada além do óbvio: que a Bervel assuma o erro, restituindo os R$ 2.100,00 ao meu pai e resolva diretamente com o prestador de serviço, não o envolvendo ainda mais por todo o estresse já causado, sem onerar quem não tem nada a ver com o equívoco cometido. Do contrário, avisamos desde já que medidas cabíveis serão tomadas.
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Resposta da empresa
19/05/2026 às 14:41
Prezada Sra Antonia, boa tarde.
Em 12/03/2026 o síndico enviou um comprovante de pagamento e solicitou que fosse feito o reembolso de 3 (três) parcelas de R$ 700,00 em sua conta. Imediatamente agendamos os pagamentos, conforme solicitado.
Alguns dias depois, ele enviou um recibo, informando que o prestador já havia realizado o serviço, que não possuía Nota Fiscal e perguntou se poderíamos aceitar aquela documentação.
Nessa ocasião, informamos que providenciariamos o pagamento e perguntamos os dados bancários, já que não havia essa informação no recibo.
Em seguida o síndico forneceu os dados bancários do prestador de serviço e, em momento algum informou que esse recibo referia-se ao valor já pago e reembolsado pela Bervel, o que nos levou a crer, por óbvio, que o pagamento deveria ser feito na conta indicada. Foi exatamente o que fizemos, imediatamente programamos o pagamento para o prestador de serviços, já que os dados foram fornecidos pelo síndico sem qualquer ressalva.
Enviamos o comprovante de pagamento e não houve qualquer questionamento.
Apenas alguns dias após o pagamento, após o questiuonameto de um dos conselheiros, é que o síndico notou o equívoco e informou a Bervel que os dois pagamentos eram referentes ao mesmo serviço.Diante disso, solicitamos que o síndico entrasse em contato com o prestador de serviço para devolver o valor.
Em seguida, o síndico solicitou o comprovante do pagamento de pix, o que foi imediatamente fornecido e informou que solicitaria o estorno do valor pago em seu cartão de crédito.
No intuito de ajudar, entramos em contato com o prestador de serviços para tentar intermediar as tratativas e agilizar o processo de estorno. Durante todas as tratativas com o prestador, mantivemos o síndico ciente. O prestador informou que realizaria a devolução do valor pago em duplicidade, mas que não conseguiria fazer de uma punica vez, que o faria aos poucos, conforme fosse conseguindo o valor. Diante desse cenário, sugerimos ao síndico que fosse realizado um docuemnto de confissão de dívidas junto ao prestador de serviço, a fim de assegurar a devolução do valor.
Em seguida, o síndico informou que devolveria para o condomínio os valores depositados para ele e, com isso, seria uma dívida pessoal do prestador de serviços com ele. Assim, não seria necessário realizar um termo de confissão de dívidas com o prestador de serviços.
Ajustamos o que ficou acordado no balancete do condomínio e, inclusive, o síndico confirmou que estava tudo certo.
No dia 01/04/2026 o síndico informou que o banco havia estornado o valor do cartão, o que nos levou a crer que tudo estava resolvido.
No entanto, alguns dias depois a Sra entrou em contato com o nosso gerente Wladimir, informando que o banco havia realizado novamente a cobrança e que estornaria o valor debitado na conta do prestador de serviços.
No intuito de resolver a situação, novamente entramos em contato com o prestador de serviços, a fim de que verificasse com a instituiçlão financeira se o estorno havia sido realizado. Ele informou que ainda não conseguia visualizar o estorno. Mantivemos contato com ele até que, alguns dias depois, o síndico entrou em contato com a Bervel informando que estava negociando com o prestador de serviços outrso serviços no Condomínio, o que facilitaria a devolução dos valores.
Aparentemente as tratativas com o prestador de serviços não foram bem sucedidas e o síndico solicitou que que intermediassemos para que ele promovesse a devolução dos valores.
Hoje entramos novamente em contato com o prestador de serviços para que devolva os valores para o condomínio, estamos aguardando resposta.
Como a Sra pode ver, a Bervel atuou com diligência e se colocou a todo momento disposta a ajudar a resolver o problema. Estamos em contato com o prestador de serviçso para que os valores sejam devolvidos.
Atenciosamente,
Equipe Bervel.
Réplica do consumidor
19/05/2026 às 15:23
Isso não é verdade.
Vocês chegaram a ler as mensagens? Solicito que superiores da Michelle leiam a troca de mensagens e abram o documento! Não faz sentindo o pagamento em duplicidade uma vez que no documento enviado já estava escrito que já tinha sido pago!!! Eu entendo a falta de atenção, mas se eximir da culpa e não corrigir o erro, é lamentável para uma empresa profissional de administração de condomínios do tamanho da Bervel.
Meu pai, no início, não solicitou que a Bervel pagasse ao prestador de serviço e, sim, a ele mesmo (ao meu pai), que o caixa do prédio restituísse o síndico, em 3 vezes, pelo o que foi acordado com os conselheiros. Explico que: como prédio não tem muito dinheiro em caixa , os conselheiros pediram que esse serviço fosse pago em três vezes, e meu pai pagou em três vezes no cartão dele, e perguntou a Bervel se o reembolso para ele poderia ser em 3 vezes para que o caixa do prédio fosse preservado. Ele inclusive cita em um dia determinado nas conversas.
Consigo perceber que a Bervel tem feito um jogo com palavras, mas as mensagens do meu pai foram claras e objetivas! Inclusive no envio do documento consta que o serviço já tinha sido pago!!
A Bervel que não prestou o serviço com diligência.
E quanto a questão do meu pai tentar solucionar a questão (falando que ia resolver, quase resolvendo e depois recebendo a negativa da resolução), ele tentou! Agindo de boa-fé, mas os advogados do banco Itaú tiveram acesso aos prints das conversas e nos informaram de forma categórica que claramente o pagamento errado tinha sido da Bervel.
Repito novamente: meu pai não mandou a prestadora de serviço realizar este pagamento, tanto é, que na conversa por telefono que tive com o senhor Vladimir, ele é ela falaram que o pedido ficou subentendido. A mesma confirmou que não recebeu uma ordem ou um pedido expresso com essa frase, não é mesmo? Nunca vi isso
Eu tentei conversar com o senhor Vladmir e a Michelle, mas os mesmos não se mostraram preparados ao entender uma fatura de um cartão de crédito. Foi uma confusão! O senhor Vladimir insistia em algo contrário que eu mostrei nos prints. Eu expliquei novamente que o reembolso feito pelo cartão era provisório, e após o período de 5 dias recebemos a negativa de estorno pelo banco Itaú que faturaram novamente no cartão do meu pai.
Espero que retornem o meu pai (que tem sido deixado no vácuo) e que os superiores possam solucionar.
Réplica da empresa
19/05/2026 às 16:10
Prezada Sra Antonia, boa tarde.
Estamso verificando como prosseguir.
A Sra concorda que, na mellhor das hipóiteses, fomos induzidos ao erro?
Em primeiro lugar, porque o envio do documento foi feito dias após o reembolso já ter sido realizado para o seu pai. Em segundo, porque, ao receber a nota perguntamos a conta bancária para depósito e os dados nos foi fornecido por ele sem qualquer ressalva de que o pagamento já havia sido realizado e que se tratava do mesmo serviço e do mesmo fornecedor.
Em terceiro lugar, porque sequer sabíamos que esse documento se referia a esse serviço, pois no pedido de reembolso enviado pelo seu pai não foram fornecidos os dados do serviço e do prestador de serviço.
Portanto, como a Sra pode ver, não houve qualquer má-fé, nem por parte do seu pai, nem por parte da Bervel. Está muito claro que o que ocorreu foi uma falha na comunicação. Também está muito claro que todos estão empenhando esforços para solucionar a questão. Estamos em contato com o prestador de serviços. Ele não está se recusando a pagar, apenas está aguardando uma posição do banco quanto ao estorno solicitado.
Estamos aguardandoa resposta do prestador de serviços para definir o que será feito, pretendemos ter uma solução ainda esta semana.
Réplica do consumidor
22/05/2026 às 13:23
Não, não concordo que foram induzidos ao erro. Muito menos isso de vocês não saberem do que o documento se tratava, uma vez que já constava no documento o que ele era (recibo de pagamento em 3 vezes de *****). Sem falar que durante todas as mensagens do meu pai, esse era o único serviço que ele fala em ***** reias. O que eu concordo é que foi um erro de operação, e que no mundo dos adultos, quando se erra, a gente corrige o erro.
Isso é uma tentativa de transferência de culpa.
Meu pai já está cansado disso.
E não tem o porquê vocês esperarem o prestador de serviço para reembolsar o meu pai, uma vez que o imbróglio é entre a Bervel e o prestador de serviço.
Inclusive o mesmo e sua esposa agora ficam mandando inúmeras mensagens sem nexo para o meu pai, ligações, ele já está bem atormentado com a situação e com o sono abalado.
Já entrei em contato com uma advogada. Isto não é uma ameaça, mas sim um aviso: meu pai tem guardado os prints que vocês estão fazendo ele passar com o prestador de serviço. O sono de um senhor de 70 anos, cardiopata (com laudo) está sendo onerado há um bom tempo por conta disso.
Meu pai já pagou a primeira parcela do erro de vocês no dia 6 deste mês de maio de 2026. A próxima será no dia 6 de junho.
Aconselho vocês agirem de forma certa com meu pai, porque no momento que mandarmos uma notificação extrajudicial, esta já constará o valor que nossa advogada custou. E judicializando, danos morais e materiais, no que couber. Estamos tentando a forma administrativa antes, pra mostrar a boa-fé dele. Porém, vocês não estão correspondendo. Inclusive estão ignorando o síndico do prédio que vocês prestam serviço ( que diligência é essa?). É algo bem objetivo a se provar, ainda mais que estão o ignorando, não vai ter margem alguma para subjetivo.
Repito pela última vez: o problema do meu pai é com a Bervel, não com o prestador de serviço. Não cabe a ele ficar sendo onerado enquanto vocês se resolvem com o prestador. O que for acordado entre a Bervel e o prestador, é irrelevante para o meu pai. Ele fez o certo com o prestador, não coloquem mais ele no meio do problema com o prestador! Ele ficou muito abalado por tudo isso, até porque se queimou com o prestador de serviço (que ele gostou muito do serviço, diga-se por passagem, muito bem feito o trabalho) por um erro da Bervel.
Vocês enfim assumiram na última tréplica o erro, agora arquem com o que devem. Sem falar que, em juízo, vai ser mais caro pra Bervel (é, sinceramente, um modus operandi esquisito o que vocês têm feito, IGNORANDO meu pai esse tempo todo no WhatsApp, a relação de cliente/ prestador de serviço está muito invertida).
É minha última mensagem, ou vocês encaminham um e-mail de proposta para o meu pai ou iremos judicializar.
Réplica da empresa
22/05/2026 às 15:50
Entendemos que a comunicação pelo Reclame aqui está muito ruidosa, vamos entrar em contato e resolver pessoalmente.
Réplica da empresa
27/05/2026 às 14:34
Prezadas Sra Antonia, boa tarde.
Informamos que o prestador de serviço acaba de nos enviar o comprovante de pagamento da devolução do valor para o Sr Antônio.
Com isso, acreditamos que o poblema está resolvido.
Ajudamos em mais algum assunto?
Atenciosamente,
Equipe Bervel