Revestimento com bolhas e descamação após pouco uso

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
30/06/2025 às 11:59
ID: 220876521
Boa tarde.
Eu e minha esposa compramos em 02/12/2024 o cimento queimado da biomassa para aplicação nos banheiros de um dos nosso apartamentos destinados à locação.
Seguimos a orientação do fornecedor e adquirimos, além do cimento queimado biomassa, o preparador de superfícies, a biocapa de revestimento de paredes, e o verniz bioprotect PU a base de agua, totalizando o valor de R$ 2.868,24 em material.
Importante frisar também que seguimos fielmente todas as instruções de aplicação indicadas no manual encaminhado pelo fabricante, respeitando todos os prazos de secagem e demãos de aplicação.
Os banheiros do apartamento nunca haviam sido utilizados, visto que recebemos as chaves do apartamento, e demos início a todas as obras para fins de locação desse imóvel.
Após o fim das obras (em abril), firmamos um contrato de locação (em maio). Com menos duas semanas de uso ativo do banheiro pela locatária, o revestimento começou a apresentar bolhas no piso, gerando posteriormente descamação, saindo toda a tinta da área do piso do box que entra em contato com a água.
Além disso, as paredes dos boxes do banheiro, revestidas da mesma forma e com os mesmos produtos, também estão começando a apresentar as mesmas falhas. O que vem gerando diversos transtornos para nós e para a própria locatária.
Entramos em contato com a empresa via whatsapp e foi dito pelo funcionário identificado como *****, que a aplicação nos boxes deveria ser feita com 6 demãos de cada produto, diferentemente do que consta no manual de aplicação. Em nenhum momento anterior isso foi dito, e nem consta essa informação no manual de aplicação!
Inclusive, a impressão que fica é que, diferentemente do que é garantido pela empresa, o produto que adquirimos não é resistente à água, visto que o simples contato gerou bolhas e consequentemente descamação de toda a tinta e verniz PU aplicado.
Entramos em contato na data de hoje novamente com a empresa e eles solicitaram o número do Lote para análise, o que evidentemente é uma tentativa de colocar empecilho na resolução da questão, pois eles deveriam - no mínimo - ter um controle interno em que seja possível verificar o número do lote fazendo uma relação entre os lotes recebidos e as datas de compra/venda de produtos desses lotes. Isso não pode ser um ônus repassado ao consumidor final, jamais. É o básico.
Por sorte eu tenho algumas embalagens utilizadas na época, e vou tentar verificar o número do lote e encaminhar conforme solicitado, juntamente com todas as fotos e demais documentos.
Possuo todas as provas (fotos, vídeos e documentos) do que estou alegando e das tentativas de resolução da questão de forma administrativa (amigável).
A formalização da reclamação aqui no Reclameaqui é mais uma (e última) dessas tentativas de resolução da questão sem precisar levar a questão ao judiciário.
A compra foi realizada no nome da minha esposa, *****. A Proposta Comercial é a de n 2863, e à época, foi feita pelo sr. *****.
Aguardo um retorno.
Compartilhe
Consideração final do consumidor
21/11/2025 às 07:37
Horrível.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0