Paciente relata coação, falta de profissionalismo e inversão de responsabilidade por parte de dentista após reclamação sobre diagnóstico e atendimento.

Não respondida
Brasília - DF
08/04/2026 às 23:44
ID: 245562139
Parte 2: ADITAMENTO À RECLAMAÇÃO FORMAL: Relato de Coação, Ausência de Profissionalismo e Inversão de Responsabilidade
Dando continuidade à exposição dos fatos iniciada em 13 de março, venho registrar o desdobramento ocorrido no dia 07 de abril, que agrava consideravelmente a conduta ética da responsável pelo Consultório Maiberg Odontologia, Dra. Brenda Maiberg.
1. Da Abordagem Inadequada e Tentativa de Coação
No dia 07 de abril, às 12h10, fui contatado pela Dra. Brenda via WhatsApp. Ignorando o horário comercial e o ambiente de trabalho do paciente, a profissional iniciou uma comunicação agressiva e desprovida de autocrítica. Em vez de apresentar soluções para os danos causados, a dentista classificou minha avaliação baseada em fatos comprováveis como "denúncia caluniosa", exigindo a retirada imediata das postagens sob a alegação de que as críticas estariam "prejudicando o estabelecimento" e que este poderia "fechar por minha causa".
2. Da Reiteração das Falhas Técnicas e Negligência
Durante a interação, a profissional tentou desqualificar os erros de diagnóstico apontados. Contudo, os fatos permanecem inalterados e devidamente documentados:
Erro de Diagnóstico (Dente 46): Reitero que a Dra. Brenda condenou o dente 46 ao tratamento de canal, procedimento que foi descartado por outro profissional, que salvou o elemento apenas com uma restauração simples.
Erro de Identificação (Dente 15 vs. 14): A guia de raio-x emitida pela clínica solicitava a imagem do dente 14 (sadio), quando o problema de sensibilidade ocorria no dente 15, erro este constatado por unidade de emergência odontológica externa.
Uso de Procrastinação no Atendimento: A solicitação do exame radiográfico no momento da dor aguda, sem a realização de um curativo paliativo, configurou-se como uma estratégia para gerenciar o atraso de mais de 3 horas na agenda, negligenciando o sofrimento do paciente.
3. Da Inversão de Valores e Acusações Infundadas
Ao ser questionado sobre a priorização de outros pacientes em detrimento do meu horário agendado, a profissional confessou ter passado outros atendimentos à frente por julgá-los "mais rápidos", o que confirma a total desorganização administrativa e o desrespeito à ordem de chegada e agendamento.
Ao informar que eu precisaria de tempo para refletir sobre a manutenção ou exclusão da avaliação, fui surpreendido com acusações infundadas de "ameaça". É imperativo destacar que pontuar falhas de serviço e exercer o direito constitucional de livre expressão e reclamação do consumidor não constitui, sob hipótese alguma, ameaça ou desrespeito, mas sim o exercício de um direito.
4. Da Intimidação Jurídica e Policial
A culminância do comportamento antiprofissional deu-se quando a Dra. Brenda, diante da minha negativa em ser coagido, afirmou que registraria um Boletim de Ocorrência e acionaria o jurídico. Tal atitude caracteriza uma clara tentativa de silenciamento do consumidor (prática conhecida como Lawfare), utilizando o aparato estatal para tentar inibir uma crítica legítima e fundamentada.
5. Considerações Finais
Ressalto que minha experiência não é um caso isolado, conforme demonstram inúmeras outras avaliações públicas de terceiros que relatam os mesmos problemas: esperas superiores a 2 horas, ambiente sobrecarregado e falhas de atendimento.
A presente atualização serve para reiterar que a liberdade de expressão e o direito à informação do consumidor são pilares que não serão abalados por tentativas de intimidação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso de uma clínica reside exclusivamente na qualidade de sua gestão e na competência técnica de seus profissionais, e não na opinião daqueles que foram [Editado pelo Reclame Aqui] por ela.
Mantenho minha avaliação inalterada, agora acrescida do relato desta conduta ética deplorável após a reclamação.