O problema relacionado a preço persiste

Reclamação não respondida

Não respondida

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Florianópolis - SC

25/07/2026 às 16:53

ID: 254834375

O problema com diferenças de preço anunciado na prateleira e o cobrado no caixa persiste no Brasil Atacadista desde que abriu no bairro Ingleses. É muito corriqueiro e ultimamente tem aumentado. Isso causa constrangimento, estresse e perda de tempo. O último caso só comigo ocorreu no dia 21 de julho de 2026 às 18h06 . Dois produtos passaram no caixa rápido convencional com preço maior do que o anunciado na prateleira. Primeiro um pacote de farinha de milho (de r$ 3,69 passou por r$ 4,48). O caixa chamou a fiscal que deu o desconto. Ao continuar, novamente mais dois produtos com preço maior (02 bandejas de petit suisse elege de r$ 4,97 conforme cartaz do anúncio da promoção por r$ 7,78 cada). Outra vez a fiscal foi chamada. Expliquei o que houve e que havia colocado o CPF. Ela chamou outra pessoa e pediu para ir lá na prateleira conferir. Fiquei ali esperando bastante. A colaboradora trouxe o cartaz com o anúncio da promoção de r$ 4,97. A colaboradora do caixa ainda quis argumentar com base na data do produto para recusar o desconto, o que não foi acatado pela fiscal. A diferença foi dada. Perceba que só isso já foi motivo de estresse, onde o cliente sozinho tem que defender seus direitos por falta de organização da loja se não quiser pagar a mais e ir para a casa com a sensação de ter sido enganado, [Editado pelo Reclame Aqui], prejudicado. Mas como disse lá no início, este é um problema corriqueiro desde o início em que a loja abriu. Sempre acontece. Sempre. Eles pedem para o cliente voltar na prateleira e tirar uma foto. Nem sempre eu levo celular. Em alguns casos eu deixo o produto ao ver a fila, não levo para não fazer outros clientes esperarem. Em outros eu volto e trago a etiqueta amarela, deixando os próximos clientes sem saber o preço. Em outros ainda, vou com a fiscal de caixa que, muitas vezes não entende de direito do consumidor e se apega até em código de barra como se o número grande do valor abaixo do produto não prevalecesse e todo cliente independente do grau de visão e idade tivesse que conferir até a sequência de números minúsculos do código de barra para só depois se achar induzido a erro. Preços claros e legíveis sem induzir a erro é direito do consumidor e obrigação do comerciante. Existe legislação sobre isso. As máquinas de conferir preços dentro do mercado são raras e na maioria das vezes estão fora do ar impossibilitando consultar. Outro problema. Espero novamente conscientizar os empresários e os funcionários do Brasil Atacadista o quanto a situação é legalmente grave, precisa de uma atenção redobrada para ontem, antes que gere problemas maiores para a empresa. Esta reclamação representa não só eu mas todos os consumidores do Brasil Atacadista que passam por isso. Às vezes quando estou no caixa vejo outros clientes passando pelo mesmo problema. A intenção é ajudar, melhorar, e jamais denegrir ou diminuir a importância da empresa no bairro. Somos vizinhos e desejo sempre sucesso ao Brasil Atacadista.

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