Reclamação em réplica

Em réplica

Reclamar dessa empresa

Belo Horizonte - MG

24/01/2026 às 14:27

ID: 238706165

O nível da falta de profissionalismo de Camila chega a beirar a loucura. Vou deixar todos os prints aqui para todos ficarem cientes do que eu vou contar não é invenção minha. Leiam com bastante atenção.
Agendei uma limpeza de pele para hoje às 9:00. Camila me perguntou ontem a possibilidade de eu comparecer 8:30, neguei, pois tenho compromisso todos sábados 8:30 de levar meu cachorro na creche, ótimo, direito meu negar a troca de horário.
Avisei Camila que iria fazer um procedimento com minha dermatologista ontem (aplicação de ácido hialurônico no nariz), achei que não fosse ser nada demais, porém meu nariz inchou bastante e ficou bem dolorido ao acordar hoje pela manhã. Hoje 6:00 enviei uma mensagem a Camila perguntando se poderia remarcar devido inchaço do meu rosto. Ela disse que não, pois o horário já havia sido separado pra mim com o devido pagamento do sinal e que minha ausência prejudicaria a profissional que estava me aguardando. Camila disse que só poderia remanejar meu agendamento se eu enviasse um comprovante médico da minha condição. Entendi perfeitamente, notem que eu não discuti, apenas disse que iria enviar o atestado médico da minha ida na emergência esta manhã para ser medicada para a dor. Voltei no hospital para solicitar o atestado a médica do pronto atendimento e ela disse que me enviaria por e-mail. Nesse meio tempo, PASMEM, recebi um áudio de falas absurdas por parte de Camila, dizendo que o que aconteceu com meu rosto foi uma resposta direta de Deus por eu não ter sido flexível com meu horário quando ela me solicitou que eu chegasse 8:30. Uma PROFISSIONAL utilizando de crenças religiosas para ainda por cima dizer que eu de alguma forma fui punida por Deus por não ter concordado com a troca do meu horário (vide print da transcrição do áudio enviado por Camila). Fiquei tão nervosa com a situação que não quis nem aguardar a médica do pronto atendimento me enviar o atestado (nem ao menos sei se ela vai lembrar no meio de um plantão caótico de emergência), pedi diretamente minha dermatologista para enviar um atestado, mas ela está viajando e sem assinatura digital (vide print). Por fim, pedi a um colega médico que viu a situação do meu rosto hoje na creche para que me enviasse um atestado comprovando o quadro apresentado pelo meu rosto. Camila ainda questionou o atestado, pois o colega é médico especialista em medicina esportiva, mas ela mal sabe que médico é médico, pode atestar qualquer condição independente da especialidade. Depois de Camila dizer que iria ligar pro médico e causar todo esse estresse com um áudio ridículo, decidiu me ressarcir conforme o justo. Para encerrar, minha dermatologista maravilhosa, Dra Helena, ciente de toda essa repercussão absurda, conseguiu habilitar a assinatura digital dela e eu fiz questão de enviar o outro atestado da própria ESPECIALISTA EM DERMATOLOGIA via WhatsApp para Camila.
Tomem muito cuidado com estabelecimentos em que as pessoas trabalham sem ética profissional e atitudes julgativas gratuitas. Ainda bem que algum sinal do Universo evitou que eu fosse nesse estabelecimento. Ao contrário do que Camila falou, se Deus existir, ele não me castigou por não querer ser flexível com meu horário, mas sim me protegeu das mãos dessas pessoas do estúdio de Camila.

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Resposta da empresa

24/01/2026 às 16:07

Olá, Marcela.

Agradecemos seu relato e lamentamos que a situação tenha gerado desconforto. Prezamos pela transparência e pelo respeito em todos os atendimentos, por isso esclarecemos alguns pontos importantes para quem está acompanhando este registro.

O agendamento em questão foi confirmado mediante pagamento de sinal, o que garante exclusividade do horário e a disponibilidade do profissional, conforme política previamente informada no momento da reserva.

No dia do atendimento, o aviso de ausência ocorreu no próprio dia pela manhã, quando a clínica ainda se encontrava fechada, o que impossibilitou qualquer remanejamento ou encaixe de outro cliente, resultando na ociosidade do horário e na permanência da profissional aguardando.

Em casos de ausência por motivo de saúde, a clínica possui um procedimento padrão: mediante apresentação de atestado ou comprovação médica, a falta é abonada e o atendimento pode ser remarcado sem prejuízo ao cliente. Essa política existe justamente para equilibrar a relação entre cliente, profissional e agenda.

Durante a conversa, buscamos explicar esse funcionamento e solicitamos a comprovação médica, que posteriormente foi enviada. Após a análise, realizamos o ressarcimento do valor, encerrando o assunto de forma justa.

Reforçamos que em nenhum momento houve intenção de desrespeitar, julgar ou constranger a cliente. Nosso compromisso é com uma comunicação clara e com a aplicação igualitária das regras para todos, garantindo a sustentabilidade do serviço e o respeito aos profissionais envolvidos. Infelizmente não é possível anexar o comprovante de ressarcimento feito logo após a entrega do atestado médico conforme nossas diretrizes, caso solucionado antes mesmo dessa reclamação. E em nenhum momento faltamos com o desrespeito e temos todos os áudios salvos para comprovar caso queira.

Permanecemos à disposição para esclarecimentos adicionais.

Réplica da empresa

24/01/2026 às 19:24

Antes de qualquer julgamento emocional, é importante colocar os fatos em ordem cronológica, porque o texto divulgado contém incongruências, omissões relevantes e distorções que mudam completamente a leitura da situação.

1. Sobre a tentativa de troca de horário
A clínica não exigiu, não impôs e não condicionou atendimento à troca de horário. Houve apenas um pedido pontual, feito no dia anterior, para verificar a possibilidade de antecipar o atendimento para 8h30, com o objetivo de encaixar outra cliente.
A cliente recusou, direito legítimo, e a resposta da clínica foi imediata e respeitosa, aceitando a decisão sem qualquer conflito. Qualquer narrativa de pressão ou punição nesse ponto não corresponde aos fatos.

2. Sobre o conhecimento prévio das regras
A política de cancelamento com 12 horas de antecedência foi informada antes do pagamento do sinal, por escrito. A própria cliente confirma que tinha ciência dessa regra.
Portanto, não se trata de surpresa, abuso ou mudança de critério posterior, mas da aplicação de uma condição claramente comunicada e aceita.

3. Sobre o pedido de reagendamento no dia do atendimento
O pedido de reagendamento foi feito às 6h da manhã do próprio dia, fora do prazo acordado. Nesse cenário, o procedimento padrão é considerar o horário como utilizado, já que o profissional estava reservado exclusivamente e outra pessoa foi impedida de ocupar a vaga.
O pedido de atestado médico não foi uma exigência, mas sim uma tentativa de abrir exceção à regra previamente aceita.

4. Sobre a narrativa de impossibilidade de uso do telefone
O texto afirma que a cliente mal pegou no telefone devido à ida à emergência. No entanto, os registros mostram conversas contínuas, envio de fotos, áudios, mensagens longas e troca de documentos ao longo de toda a manhã.
Essa alegação, portanto, não se sustenta diante dos próprios registros de comunicação.

5. Sobre os atestados médicos
O relato sugere que a clínica questionou ou desacreditou médicos. O que ocorreu, de fato, foi:
ausência de atestado no horário do atendimento;
envio posterior de documentos sem clareza imediata sobre a impossibilidade específica naquele horário;
solicitação de confirmação apenas para fins administrativos.

Em nenhum momento houve desqualificação de especialidade médica ou recusa arbitrária de documento válido. Transformar cautela administrativa em ataque pessoal é uma distorção dos fatos.

6. Sobre a alegação de julgamento religioso
O texto tenta centralizar toda a narrativa em uma interpretação pessoal de uma fala informal, ignorando completamente que nenhuma decisão administrativa foi baseada em crença religiosa.
A decisão inicial seguiu critérios objetivos: horário reservado, política informada e ausência de cancelamento dentro do prazo. A tentativa de reduzir toda a situação a uma questão religiosa é uma manipulação emocional que desvia o foco dos fatos concretos.

7. Sobre o desfecho omitido no texto
O ponto mais relevante, e convenientemente minimizado, é que o valor pago foi devolvido, mesmo sem obrigação contratual, mesmo com o horário bloqueado e com a profissional aguardando.
Esse gesto demonstra boa-fé, flexibilidade e tentativa de encerramento pacífico, o que contradiz totalmente a narrativa de abuso, punição ou má intenção.

8. Conclusão objetiva
O relato divulgado:
omite informações essenciais;
exagera pontos isolados;
mistura fatos com interpretações pessoais;
ignora o acordo prévio aceito;
desconsidera o reembolso feito por liberalidade da clínica.

Regras claras, comunicação registrada e devolução de valor não são sinais de falta de ética. São exatamente o oposto.

Observação final (importante)
Este esclarecimento não tem como objetivo atacar, mas restabelecer a verdade factual, algo essencial quando uma narrativa pública é construída de forma parcial e emocional.