NÃO DEVOLVE VALOR DE VIAGEM QUE A EMPRESA CANCELOU FALTANDO 2 DIAS PARA A VIAGEM

Reclamação em réplica

Em réplica

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Pará de Minas - MG

19/02/2021 às 14:59

ID: 119883471

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Na data de 30/10/******* o requerente contatou a empresa Caminhos e Caminhadas Viagens e Turismo Ltda - EPP com sede em São Paulo-SP, na Rua dos Miosótis, n *******, Conj. 14, bairro Mirandópolis, CEP 04.**************, no Estado São Paulo-SP, inscrita no C.N.P.J. sob o n 22.*******.*******/*******45, telefones*******,*******,*******,*******, e-mail: ******* e https://*******, CADASTUR 26.*******.10.*******, por intermédio do empregado Giancarlo e solicitou informações sobre a prestação de serviço de guia de turismo para o pacote de viagem Circuito *******-SC Trekking nível avançado.
Os dados do pacote de viagem foram encaminhados, conforme cópia anexa, cujas instruções eram claras ao afirmar que o fornecedor reservava-se o direito de cancelar a viagem caso não atingisse o mínimo de 10 (dez) participantes, obrigando-se a promover a devolução integral dos valores.
Após conversas telefônicas entabuladas com o representante Giancarlo, o consumidor realizou a contratação do serviço para um casal, pagando metade da parcela em 30/10/*******.
O representante da empresa fornecedora encaminhou, via e-mail, o ******* à primeira parcela já paga pelo consumidor, indagando se havia o interesse de migrar para o pacote contendo passagem aérea de São Paulo até Navegantes-SC, apresentando a diferença de valores.
Acertado que a contratação seria com o pacote aéreo incluso, o valor da parcela final seria acrescida do pagamento das passagens aéreas.
Indagado ao representante Giancarlo sobre as passagens aéreas ou o comprovante de reserva, este informou que teria repassado os dados para uma consolidadora que providenciaria as passagens, denotando a má-fé do mesmo e o intuito de apropriar-se dos valores sem qualquer intento de realizar a viagem do pacote que vendeu.
Com nítido intuito de enganar os clientes e receber o restante dos pagamentos, dias antes, no dia 26/11/*******, Giancarlo encaminhou áudio dos gerentes das pousadas confirmando que a viagem aconteceria, com as devidas precauções e protocolos da pandemia.
No dia 30/11/******* Giancarlo, representante da empresa cobrou o depósito da última parcela do valor do pacote de viagem, o que foi feito, incluindo o valor da diferença para a aquisição das passagens aéreas de São Paulo para Navegantes-SC.
Efetuado o pagamento do valor, não houve envio do ******* ou qualquer comprovante de pagamento, as passagens aéreas não foram sequer contratadas com a companhia aérea ou eventual consolidadora, não havendo qualquer resposta por parte da empresa fornecedora. Apesar de todas as mentiras apresentadas pelo representante Giancarlo, quando expressamente cobrado sobre tais obrigações que assumiu perante os clientes.
No dia 02/12/*******, faltando 2 (dois) dias para a viagem, Giancarlo telefona e avisa que estava cancelando o passeio e prometeu devolver os valores pagos, o que não aconteceu até o momento, mediante desculpas, sem responder telefonemas ou contatos ou sem apresentar qualquer solução para a promessa de devolução dos valores.
Sobre a reserva das passagens aéreas, a empresa não apresentou comprovantes de reservas, demonstrando, de forma cabal, o intuito doloso de perpetrar [Editado pelo Reclame Aqui] de [Editado pelo Reclame Aqui], apropriando-se de valores que recebeu à título de venda de pacote turístico.
Não enviou os *******órios dos pagamentos e reservas, recusa a fazer qualquer proposta de pagamento dos valores devidos decorrentes de pacote turístico que vendeu e não cumpriu a devolução do pagamento. Pior, nem efetuou a reserva nem a compra as passagens aéreas, demonstrando a intenção de causar prejuízo e se apropriar de dinheiro pago pelos clientes contratantes.

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Resposta da empresa

19/02/2021 às 15:17

Sr. César,

Boa tarde,

Agência Caminhos & Caminhadas prestou todos esclarecimento a V.sa e encaminhou toda documentação. Como informado na semana do embarque, foi decretado estado de lockdow no Estado de Santa Catarina, devido a crise sanitária.

Diante dos imprevistos remarcamos esta Caminhada para início de Agosto de *******. V.sa nos informou que devido as atividades profissionais não poderá participar.

Considerando a lei *******/*******, que desobriga o reembolso de serviços ou
reservas dos setores de Turismo e Cultura, e a possibilidade de remarcação de viagem por mais um ano. A lei estabelece prazos atrelados ao estado de calamidade pública. Já os clientes têm, atualmente, somente até o fim de ******* para remarcarem viagens ou usarem os créditos.

Agência atua no mercado há 5 anos, fomos atingidos pela crise sanitária e estamos empenhados em fazer a devolução dos valores.

Atenciosamente.

Giancarlo Del Bianco.

Réplica do consumidor

24/02/2021 às 10:42

Não prestou esclarecimentos, até hoje não enviou os vouches confirmando o pagamento efetuado pelo cliente.

Não apresentou comprovantes de reservar de passagens aéreas.

Não foi decretado lockdown em Santa Catarina no período da viagem. Ainda pior, no dia 26/11/******* a empresa enviou áudios e confirmou a realização da viagem, salientando sobre os cuidados com pandemia. Assim agiu para, no dia 30/11/*******, cobrar o restante da parcela do pagamento, demonstrando má-fé e intuito de prejudicar e se apropriar dos valores.

A remarcação não é do interesse do cliente que perdeu a confiança na empresa, ante as enganações praticadas.

Agora a empresa arroga-se a lei citada, que não pode contrariar disposições do Código de Defesa do Consumidor e não foi o que a empresa expressamente assumiu nos documentos que promete restituir integralmente o valor pago em situações de cancelamento da viagem pela empresa, o que ocorreu e já estava premeditado pelo representante Giancarlo.

Aguardo a devolução do dinheiro, que foi prometida desde 02/12/*******!