Clinica odontologica utilizou subterfúgios para substituir tratamento via convênio por particular

Não respondida
São Paulo - SP
06/10/2021 às 12:40
ID: 130781879
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Ver todas ReclamaçõesNo dia 17/09/21 passei por uma consulta de avaliação odontologica com a Dra. Nívea, sócia da clínica Caredent Odontologia Estética (bairro Higienópolis, São Paulo), para verificar restaurações antigas e uma profilaxia de rotina.
O atendimento foi simpatico e profissional, embora tenha chamado atenção o fato da dentista ter desqualificado restaurações via convênio ODONTOPREV por, na suas palavras, não concordar com a qualidade do material autorizado. Recomendou, portanto, que as restaurações fossem contratadas de forma particular (o que fiquei de avaliar), mas poderia prosseguir com a profilaxia, agendada para dia 06/10.
Ao final da consulta, solicitou um raixo-X panorâmico, para que pudesse avaliar as restaurações que seriam substituídas, caso o tratamento fosse feito na clínica.
Ocorre que, no deslocamento de Santos (onde resido) para a clinica em São Paulo, no dia agendado para a profilaxia, recebi uma mensagem (quase na chegada ao consultoro, e após 1h30 de viagem) dizendo ser obrigatória a apresentação do raio-X panorâmico para a realização da profilaxia, o que me levou a questionar a obrigatoriedade, pois a panorâmica seria utilizada apenas para as restaurações, ainda não contratadas.
Como resposta, a clínica me enviou um aúdio da Dra. Nívea explicando que a apresentação da panorâmica seria uma condição imposta pelo convênio para todos os tratamentos (o que me causou estranheza), uma vez que o raio-X seria um diagnóstico complementar para que o procedimento pudesse ser realizado em razão da perda óssea na região que seria raspada.
Parecia ser apenas um problema de falta de comunicação - e que me levaria a perder a viagem -, mas o restante do áudio deixou claro que não foi essa a questão, quando a Dra. Nívea prosseguiu dizendo que se a profilaxia fosse feita de forma particular e não pelo convênio, a agenda poderia ser mantida.
Essa foi a indignação que levou à presente reclamação, afinal, se o raio-X panorâmico seria um diagnóstico complementar para o tratamento profilático em segurança (perda óssea), por que deixaria de sê-lo caso houvesse pagamento conforme tabela particular?
Além da viagem perdida de Santos para São Paulo, a conduta suscitou dúvidas se, de fato, a panorâmica é exigência do convênio ODONTOPREV, ou se trata de algum subterfúgio para convencer os pacientes a contratarem os tratamentos pela via particular. E, isto confirmado, qual o motivo que leva a clínica a permanecer credenciada se discorda dos produtos utilizados e se esquiva dos atendimentos?