Tratamento discriminatório

Não resolvido
Rio de Janeiro - RJ
07/07/2019 às 14:50
ID: 93051601
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesEm primeiro lugar, não poderia ser injusto em não mencionar a qualidade das instalações do Hotel, o sabor das refeições, o conforto dos quartos, a localização privilegiada e o cuidado com todos os detalhes.
Tinha tudo para ser uma experiência positivamente inesquecível.
E, por isso, escolhemos cuidadosamente onde iríamos passar a lua de mel e o início de uma vida de casados.
Contudo, um incidente no nosso segundo café da manhã transformou o que era pra ser um momento de descontração e diversão num instante de discriminação aleatória e assédio moral por parte de um funcionário ( com cargo de coordenação).
Nunca imaginávamos passar por uma situação desse tipo em plena lua de mel.
No café da manhã, após a minha mesa consumir 03 vezes o mesmo item que estava exposto na mesa de frios e bebidas, solicitamos ao funcionário Junior que nos servisse mais uma unidade do item. Ele ouviu o nosso pedido, se retirou da mesa, cochichou algumas palavras com uma outra funcionária e retornou em alguns segundos desferindo duramente uma frase informando que ele não havia percebido que a minha mesa já tinha consumido 02 vezes do mesmo item, ao mesmo tempo em que os outros hóspedes começavam a direcionar seus olhares para a cena. Ele complementou informando que não poderia mais nos servir aquele item, pois só era permitido servir um item por pessoa. Não obstante, as outras mesas eram servidas inadvertidamente e sem qualquer restrição. Foi humilhante.
Fiquei atônito e minha única reação foi fazer um sinal com meu dedo polegar indicando "ok".
Mas não estava nada "ok", em toda a minha experiência como viajante à turismo ou à trabalho, nunca passei por nada similar a isso. Ainda, o direito básico de informação e transparência constitui importante ferramenta de equilíbrio entre as partes na relação de consumo, possibilitando ao consumidor a escolha consciente dos produtos ou serviços disponíveis.
Obviamente, não havia nenhuma informação em relação à restrição de itens no café da manhã.
O senhor Junior inadvertidamente julgou que estávamos consumindo em excesso e nos proibiu de continuar a consumir.
Também, nem preciso mencionar que tanto o pacote de lua de mel quanto às 03 diárias estavam devidamente pagas antecipadamente.
À princípio, me convenci a não deixar que aquela situação vexatória me incomodasse a ponto de estragar o meu dia. Ora, era a nossa lua de mel. Porém, ao cruzar com o referido funcionário Junior nas dependências do Hotel percebi que aquilo tinha nos afetado. Estávamos emburrados, tristes, desmotavidos e insatisfeitos.
Assim, resolvi conversar com a gerente geral do Hotel. Desabafei toda a situação e ela nos ouviu condescendente. A gerente pediu enfaticamente desculpas e que não sabia como se redimir de tal situação. Agradeci a ela pela atenção. Informei que o nosso desejo após o incidente era ir embora dali. Porém, ainda tínhamos serviços pagos antecipadamente para usufruir(tais como, jantar romântico à luz de velas, espumante e um café da manhã servido no quarto). Assim, a gerente nos perguntou o que poderia fazer para mitigar o ocorrido. Terminanos a conversa concordando que iriamos pensar em algo, pois naquele momento estávamos ainda com os ânimos aflorados.
A gerente concordou e disse que ia pensar em algo, ainda prometeu deixar o seu cartão e contato no nosso loft para que pudéssemos entrar em contato.
Porém, até o momento do nosso check out não tínhamos recebido nem o cartão profissional da gerente, tampouco qualquer ideia para tentar aplacar um pouco a nossa decepção com o tratamento discriminatório que nos foi dado.
Assim, no check out tomei a liberdade de sugerir à gerente, por telefone(pois não estava presente), que deveríamos tentar deletar o ocorrido e as péssimas sensações que nos gerou durante todo o transcorrer do dia e da nossa estada no hotel. Desta forma, sugeri que fosse estornado o valor apenas da diária do dia em que o funcionário Júnior nos discriminou e tornou o nosso dia pesado, com um clima de insatisfação tamanha.
A gerente simplesmente rechaçou a ideia e disse que não poderia me dar uma diária.
Ora, eu não estava pedindo nada. Apenas, solicitei a devolução de uma quantia paga antecipadamente. Nós , como consumidores, estávamos completamente insatisfeitos com o tratamento que nos foi dispensado. E é o meu direito solicitar que me seja devolvido a Quantia que paguei por um serviço que não nos agradou. Ao contrário, nos humilhou e discriminou.
Fizemos o nosso check out normalmente, pagamos todo o consumo extra que fizemos e fomos embora com um simples pedido de desculpas.
Ademais, até o momento não sei o motivo que levou o funcionário a nos tratar daquela forma discriminatória.
Por fim, o que era pra ser um experiência incrível de lua de mel tornou-se uma experiência chata e desconfortável provocada pelo prestador dos serviços. Não me senti nem um pouco à vontade naquele ambiente e não gostaria de retornar, pois as lembranças que o hotel trazem são de um clima antipático e hostil do referido funcionário.
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Consideração final do consumidor
25/11/2019 às 20:16
negado
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
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