Juros abusivos no cartão Havan impedem renegociação.

Não respondida
São José - SC
31/08/2026 às 00:25
ID: 257779347
Gostaria que a Ouvidoria e o setor de exceções financeiras da Havan analisassem o meu caso de forma humana e não automatizada.Em novembro de 2022, minha dívida original na loja era de R$ 715,76. Em janeiro de 2023, com o valor já subindo muito rápido firmei um acordo de 18 parcelas de R$ 249,38 (totalizando R$ 4.488,84). Houve uma evolução de juros abusivos de mais de 500% sobre o saldo original em apenas dois meses. Efetuei o pagamento da primeira parcela (R$ 249,38).Logo após, precisei pedir demissão do meu emprego por estar grávida e trabalhar em uma clínica de bronzeamento artificial um ambiente de risco para a gestação. Desde então, minha vida financeira desmoronou. Fiquei quase dois anos desempregada e, atualmente, sou mãe solo de duas crianças, moro de aluguel e trabalho de forma informal (sem carteira assinada), ganhando apenas para nossa subsistência básica. Meu filho mais velho possui diagnóstico de Autismo Leve e TDAH Grau 3, e o orçamento atual não cobre sequer as consultas particulares ou os remédios de uso contínuo dele.O sistema da Havan hoje me cobra o absurdo de R$ 24.673,55 e oferece como acordo de quitação R$ 2.497,76 à vista ou 12 parcelas de R$ 245,61 (totalizando R$ 2.947,32). Essas opções cobram juros abusivos sobre juros (anatocismo), violando o Artigo 39, V do Código de Defesa do Consumidor e comprometendo a garantia do nosso mínimo existencial (Lei do Superendividamento).Peço a intervenção de um atendente humano para cancelar os efeitos desse refinanciamento antigo de 2023, refazer a conta em cima do valor histórico de R$ 715,76 (descontando os R$ 249,38 que já paguei) e me apresentar uma proposta de parcelamento social, com parcelas fixas que caibam na minha realidade de mãe solo, para que eu consiga limpar meu nome de forma justa.