Comida contaminada

Não respondida
Palmas - TO
09/06/2021 às 09:23
ID: 125022323
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesAí dá vontade de vc fazer um lanche, comprar um salgado, um docinho, quem sabe uma torta. Vê uma confeitaria de aparência razoável e resolve entrar, talvez fazer um lanche. Após alguns dias vc vai parar no hospital com alguma diarréia, ou até covid, que pode até matar, e não sabe a razão.
Esta loja tem um mal hábito de acrescentar nos bolos e tortas uma substância aguada sem sua permissão e sem vc saber na hora da compra e da entrega. Tortas e bolos ficam na vitrine sem isso, mas quando vc chega em casa estão com outra aparência, aguados, se desmanchando, sem sabor, como se estivessem estragados. Se vc reclamar eles não tomam providência, não corrigem o problema, não aceitam devolução e nem te compensam. Mas esse não é o único problema.
Eu passava em frente à confeitaria castelo quando meu marido escutou alguém gritando. Imediatamente ele me avisou que eu identificasse e localizasse de quem se tratava, inclusive para saber se aquela pessoa estava na confeitaria e se estava usando máscara, pois queríamos entrar. Para nossa surpresa era uma pessoa que estava sem máscara, gritando e conversando alto com outra pessoa distante. Aquela pessoa sem máscara, que sem nenhuma necessidade usava de tom exasperado, levantou a tampa de uma panela com comida a ser vendida para consumidores inocentes. Estava praticamente com o rosto em cima da comida e até mesmo dentro da panela; parecia não apenas querer conferir o cheiro e aparência do que tinha dentro. Diante da gravidade e estupidez do gesto, foi de suspeitar que queria contaminar aquela comida, pois não pode haver alguém tão desavisado, muito menos durante uma pandemia que já matou milhares.
Não é preciso dizer que ao fazer isso, ignorando totalmente os riscos e normas de segurança alimentar a serem rigorosamente cumpridas durante a pandemia, certamente lançou saliva na comida, e, pela conduta de pessoa sem máscara e gritando em cima de uma panela destampada quando já é anunciada uma terceira onda da pandemia, não estava se incomodando de contaminar o que estava ali para ser vendido, não estava interessado na preservação da saúde de terceiros inocentes, nem tão pouco se importando de contrair ou contaminar alguém inclusive com covid!
Obviamente que imediatamente desistimos das compras, mas nos sentimos na obrigação de entrar e procurar pelo gerente. Uma outra funcionária respondeu que a gerente se chamava Vânia, e que, para aumento de nossa surpresa e indignação, era justamente a vendedora que estava junto à pessoa que gritava sem máscara contaminando a comida num balcão montado logo na entrada da confeitaria. Vânia em momento algum tentou impedir que aquela pessoa permanecesse na loja sem usar máscara, da mesma forma que não advertiu o desavisado ou mal feitor de que não poderia levantar a tampa daquela panela, principalmente gritando e, portanto, contaminando a comida. Em seguida, Vânia saiu do balcão onde aconteceu o episódio, deixando toda aquela comida mais ainda exposta, pois não havia outro vendedor por lá. Ora, se com a gerente presente aconteceu aquilo, o que seria da comida na frente da loja, quase na calçada, sem nenhuma supervisão? Em seguida, curiosamente, a própria Vânia entrou na loja, parecia aflita. Se aproximou de outro balcão e pediu água. Ouvimos claramente quando ela tirou a máscara e disse que estava passando mal. Vânia estava com os olhos vermelhos, parecia cansada, debilitada; definitivamente não estava bem. Estava Vânia com covid? Era só o que faltava! Passados alguns instantes, embora por tais razões tivéssemos desistido de falar com Vânia, ela mesma veio até nós, que mantivemos distância, e, obviamente, nos limitamos a perguntar quem era o dono. Vânia, sem saber o motivo de nossa intenção de falar com o dono, respondeu que o dono se chamava Washington e apontou pra ele: Washington estava usando uma camisa xadrez vermelha desbotada ou morrom; Washington era justamente a pessoa que estava aos gritos com o rosto em cima ou dentro da panela! Diante disso, não restou alternativa que não registrar estes fatos. Se eu fosse você jamais entraria nessa loja. Vc não sabe quando funcionário doente vai manipular alimento ou quando o próprio dono vai fazer isso sem nenhuma cautela com segurança alimentar ou higiene. Certamente, pra não esquecer, como escrevemos no início, se você comprar bolo ou torta lá, vai chegar estranhamente molhado e aguado na sua casa. Um estabelecimento desses jamais poderia estar aberto. Não há dúvida de que se tratam de pessoas desqualificadas e até desclassificadas. Procure outra confeitaria ou faça vc mesmo seus doces, salgados, bolos e tortas. Não se arrisque, aliás, do modo como o próprio dono se comporta naquela confeitaria não há risco; é certeza que você vai ficar doente!