Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

Belo Horizonte - MG

17/09/2026 às 00:34

ID: 259279341

Rebaixamento deveria ser de apenas 2 times (19 e 20) dos 20 times com playoff/repescagem de 1 time com rotatividade proxima de 12% para proteger o investimento de médio prazo do risco de crédito/SAF e para gerar estabilidade financeira previsível e estabilizar as receitas de patrocínio e de direitos. Isso reduz a trituração de técnicos por pânico de rebaixamento e eleva a avaliação de mercado (valuation) dos clubes brasileiros, mantendo a competitividade da Série B acessível com 2 vagas diretas + 1 repescagem.
Ficaria o 19 e 20 da Série A caem direto. Os 1 e 2 da Série B sobem direto. O 18 da Série A faz um mata-mata de ida e volta contra o 3 da Série B.
Solicitamos ação civil pública e mandado de injunção para banir gramados 100% sintético nos estádios/arenas de futebol para times de 1 e 2 divisão. Deveria ser no máximo 5% sintético (GrassMaster, SISGrass e AirFibr)) e/ou 100% grama natural. Não fazem aquecimento de solo (undersoil heating) deveria ser obrigatório por regulamento e ter inspeção estrita de tração, altura do corte, umidade e dureza antes das partidas. Porque o modelo mesclado de gramado faz as raízes entrelaçarem em cerca de 5% de fibras sintéticas injetadas a 18-20 cm de profundidade no solo.
Para os shows não destruírem a superfície é só ter engenharia de estádio com piso retrátil e estufa subterrânea. Dividir a grama natural/híbrida em placas e armazená-la em caverna subterrânea de 30 metros de profundidade com luzes UV, irrigação e controle climático para realizar shows na superfície e ter gramado deslizante externo deslocar o gramado inteiro para fora do estádio em trilhos nos dias de eventos não esportivos. Ter sistemas de luz led e climatização com uso de iluminação artificial (Grow Lights) para manter a fotossíntese do gramado se necessário. Os técnicos de seleção brasileira deveriam ser somente brasileiros. Não adianta escalar jogadores brasileiros que jogam na europa porque os gastos logísticos são altíssimos. São mais de 14h. Não sabemos porque o elenco da seleção brasileira não pode ser somente de brasileiros que jogam no Brasil para haver entrosamento ao longo dos anos. Preparar a Seleção Brasileira em países vizinhos da América do Sul é válido apenas como recurso estratégico pontual em vez de base permanente. Porque em jogos fora de casa na altitude (Bolívia/Equador) ou no Cone Sul, utilizar bases em Bogotá, Guayaquil ou Montevidéu reduz o tempo de voo interno no dia do jogo e permite aclimatatação fisiológica rápida. Fazer com que 85% dos titulares atuem na Europa e trazer os atletas diretamente para um país vizinho não elimina o voo transatlântico de 11 a 14 horas nem o jet lag de 5 a 6 fusos horários porque a longa viagem é gargalo metabólico. Falta a CBF a reestruturar sua logística e estabelecer um centro de treinamento de alta performance em janelas de amistosos ou no início de datas FIFA com jogos no Norte/Nordeste do Brasil. Falta retirar deslocamento obrigatório para o Rio de Janeiro/Teresópolis (porque adiciona horas de ônibus/helicóptero pós-voo) e substituir por acordos com arenas e CTs modernos no Nordeste (Salvador/Recife) para jogos no Brasil porque corta até 3 horas de voo em relação ao Sudeste/Sul. Os jogadores estão sendo vendidos com preços baixíssimos deveria ser no mínimo 99 milhões de euros para cima. Os jogadores deveriam ser vendidos somente a partir de 21 anos. Se for vender o atleta precocemente (18 anos) deveriam condicionar o contrato a um empréstimo compulsório de retorno ao clube brasileiro por 18 a 24 meses. O clube comprador europeu deveria pagar pelo passe e o atleta conclui sua maturação metabólica, física e tática na Série A brasileira. O valor da transferência sobe devido ao menor risco de adaptação para o comprador. Não entendemos porque não há treinos com profissionais que entendam de educação física. Quando o jogador leva um carrinho na corrida não pode pular porque não foi treinado para isso. Todos os times deveriam ter treinos de desvios de carrinhos com controle de aterrissagem e stiffness articular. Saltos unilaterais sobre mini-barreiras de espuma (20 cm) com travamento instantâneo de 2s na aterrissagem (stick landing). Falta técnica de micro-toque e salto sobre obstáculo em movimento e condução em velocidade, elevação da bola sobre um obstáculo móvel (rolo de espuma deslizado na direção do atleta) e retomada da bola no segundo passo. Falta treino proprioceptivo cego. Falta treinamento para que todos os times brasileiros consigam fazer gols com chute na gaveta (no ângulo superior direito ou esquerdo entre o travessão e a trave vertical).
Falta Clairefontaine brasileiro (seria hub logístico centralizado e aeroviário e descentralizar a concentração única em Teresópolis/RJ. Falta adotar Brasília (DF) e São Paulo (SP) como Hubs de Dispersão Logística primários. A malha aérea convergente dessas capitais reduz o tempo de voo doméstico para qualquer região do país para no máximo 3,5 horas em voo direto, otimizando o descanso muscular e a ressíntese de glicogênio. Falta integração fisiológica continuada porque a integração direta via API entre os departamentos de fisiologia dos clubes do Brasileirão e a CBF facilitariam. Falta leitura contínua dos dados de GPS, variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e biomarcadores de fadiga dos atletas durante o campeonato nacional, permitindo convocar apenas jogadores que estejam no pico do microciclo de rendimento. Falta microciclos de coesão tática (estilo francês Clairefontaine) porque a proximidade geográfica de atletas que atuam no Brasil permite organizar Microcampus de Treino de 36 horas em datas sem jogos no meio da semana ao longo do ano. Isso viabiliza o alinhamento de dinâmicas táticas e bolas paradas sem depender exclusivamente das datas FIFA (que proibiu o Brasil de ser referência global em futebol). Falta padronização da matriz de jogo. Falta unificação dos conceitos de transição e posicionamento tático entre a Seleção Principal e as Seleções de Base (Sub-17 e Sub-20). Como os atletas atuam na mesma liga nacional, o tempo de assimilação dos comportamentos táticos reduz drasticamente.

Compartilhe