Criança com TEA e epilepsia pode ficar sem medicação por falha no acompanhamento e na renovação da receita

Resolvido
Duque de Caxias - RJ
27/07/2026 às 16:04
ID: 254953209
Meu nome é ***** e escrevo como mãe do paciente *****, acompanhado pela ***** no CBTEA.
No dia 26/06/2026, meu filho passou por consulta médica, ocasião em que foi realizada uma mudança completa no tratamento medicamentoso. A médica explicou que seria necessário um período de desmame da medicação anterior e de introdução gradual das novas medicações, com aumento das doses ao longo das semanas e acompanhamento próximo. As receitas foram emitidas para aproximadamente 30 dias de tratamento. No entanto, a consulta de retorno foi agendada apenas para 07/08/2026, ultrapassando o período de cobertura das medicações. Meu filho utiliza Aristab (aripiprazol) e Tegretol (carbamazepina), ambos medicamentos de controle especial, cuja receita fica retida na farmácia no momento da compra. Sem uma nova prescrição, não é possível adquirir mais medicação. Ao perceber que os medicamentos acabariam antes da consulta, entrei em contato com a clínica, enviei e-mails para a Ouvidoria e para o contato institucional e procurei a Central de Atendimento para solicitar uma solução.
Recebi diversas respostas informando que a equipe de atendimento não possuía autonomia para realizar encaixes, solicitar receitas ou entrar em contato com a médica. Em algumas mensagens, fui orientada a procurar outro hospital, uma UPA ou outro médico para obter uma nova receita. Como mãe de uma criança com TEA, TDAH e epilepsia, Professora da Educação Especial, lido diariamente com mães que não conseguem renovar receitas médicas de seus filhos com outros médicos, essa orientação me causou grande preocupação. Na prática, um médico que não acompanha o histórico clínico do meu filho ou de outra criança atí[Editado pelo Reclame Aqui], dificilmente fará a renovação de medicamentos controlados sem uma avaliação adequada, especialmente durante um período de ajuste terapêutico.
Além disso, mesmo após 30 dias de tratamento, meu filho continua apresentando crises convulsivas, intensa agitação, irritabilidade, alterações importantes do sono e do comportamento, situação que reforça a necessidade de reavaliação pela médica que acompanha o caso.
Quero deixar CLARO que não estou PEDINDO para PASSAR meu filho na frente de outros pacientes nem desrespeitar a ordem da agenda. Minha solicitação foi para que fosse encontrada uma alternativa de entrarem em contato com a doutora e ela pudesse me enviar em PDF uma receita que garantisse a continuidade do tratamento do meu filho esses 11 dias que faltam para a cinsulta dele que está marcada, seja por meio da renovação da receita ou de outra solução segura. Caso for preciso eu irei pessoalmente pegar a receita sem ter que levar meu filho e aguardar o retorno dele que será dia: 07/08/2026.
Também registro minha decepção por não ter recebido retorno da Ouvidoria nem do e-mail institucional até o momento.
Reconheço que os profissionais da Central de Atendimento demonstraram educação e empatia durante as conversas e informaram diversas vezes que não possuíam autonomia para resolver o problema. Minha insatisfação não é com esses colaboradores, mas com a falta de um fluxo assistencial que garanta a continuidade do tratamento de pacientes que utilizam medicamentos controlados. Ao final do atendimento, fui informada de que a situação seria encaminhada à ***** para verificar a possibilidade de emissão de uma receita complementar. Estou até agora aguardando o retorno e não sei se irão me retornar, mas eu espero sinceramente que o caso seja solucionado antes que meu filho fique sem a medicação.
Meu objetivo com este relato não é criar conflito, mas buscar uma solução para que nenhuma criança em acompanhamento especializado no CBTEA corra o risco de interromper um tratamento por falta de receita médica, assim como o meu filho se não resolverem terá o tratamento interrompido e nem sei o que acontecerá com ele. Vivemos em uma era digital aonde tudo está atualizado e garanto que se entrar em contato com a doutora Giuliana ela irá abrir o prontuário e saber que meu filho iniciou o tratamento com ela e não pode em empotese alguma ficar sem tomar sua medicação. Deixo registrado minha indignação de uma mãe que luta pelo seu filho e também pelos seus alunos sobre o descaso porque não é fácil ter que depender de um atendimento mesmo você deixando claro que não quer FURAR fila ou encaixar meu filho pra ser atendido.
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Resposta da empresa
28/07/2026 às 11:34
Prezada Sra Rosângela.
A CBTEA lamenta pelo ocorrido. Queremos assegurar que todo feedback recebido é tratado com a máxima seriedade e utilizado como uma ferramenta essencial para o aprimoramento de nossos serviços.
Conforme nosso contato, o compromisso principal é entender e solucionar suas necessidades, visando sempre a plena satisfação.
Sua opinião sobre este atendimento é fundamental para nosso desenvolvimento contínuo. Pedimos gentilmente que avalie esta interação, ela nos ajuda a oferecer um serviço cada vez melhor.
Agradecemos sua compreensão e confiança. Permanecemos à inteira disposição em nossos canais oficiais.
Atenciosamente,
Equipe de Ouvidoria
[email protected]
Consideração final do consumidor
28/07/2026 às 11:38
A senhora Rita me ligou foi muito solicita a minha situação do meu filho e resolveu o meu problema. Como deixei claro eu não queria furar fila e nem encaixar o meu filho. Nem falar da Dr Giuliana e nem as atendentes pelo WhatsApp. Sou muito grata porque meu filho vai continuar o seu tratamento até o dia da consulta que está marcada para dia: 07/08/2026. Muito obrigada, Rita de coração por toda ajuda prestada. Gratidão
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Sim
Nota do atendimento
10