Diferença de tratamento e falta de padronização nas regras de visita no Hospital Geral de Itapevi

Respondida
Itapevi - SP
11/07/2026 às 17:53
ID: 253673509
Venho registrar minha segunda reclamação em relação ao Hospital Geral de Itapevi.
Infelizmente, o atendimento e as informações prestadas aos familiares têm demonstrado falta de padronização e transparência. Durante o horário de visitas, fui informado de que apenas menores de idade poderiam entrar acompanhados por duas pessoas. Entretanto, presenciei a liberação da entrada de dois visitantes adultos para alguns pacientes, enquanto outros familiares foram impedidos de exercer o mesmo direito.
Essa diferença de tratamento gera a impressão de que as regras não estão sendo aplicadas de forma isonômica. Caso exista um protocolo específico, ele deve ser amplamente informado e seguido de maneira uniforme por todos os colaboradores, evitando decisões divergentes entre os profissionais.
Ressalto que a Constituição Federal, em seu artigo 5, garante o princípio da igualdade, enquanto o artigo 37 estabelece que a Administração Pública deve observar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Além disso, a Lei n 8.080/1990 assegura aos usuários do SUS um atendimento pautado pela dignidade, transparência e respeito.
Diante disso, solicito que o Hospital Geral de Itapevi esclareça oficialmente qual é a norma vigente para visitas e explique por que ela aparenta ser aplicada de forma diferente entre pacientes e familiares em situações semelhantes. Caso seja constatada irregularidade, solicito a adoção das medidas cabíveis para garantir tratamento igualitário a todos os usuários.
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Resposta da empresa
19/08/2026 às 10:55
Olá, Gabriel, boa tarde.
Agradecemos o seu relato e a oportunidade de prestar os devidos esclarecimentos sobre o acompanhamento da sua manifestação.
Esclarecemos que todas as regras de acesso e visitação do Hospital Geral de Itapevi visam a segurança assistencial dos pacientes, sendo pautadas na impessoalidade e na legislação vigente, salvo exceções estritamente clínicas e humanitárias autorizadas pelas equipes de saúde. Conforme apurado com a Diretoria Administrativa do hospital, as equipes de portaria e recepção foram devidamente alinhadas e reorientadas para garantir a aplicação uniforme e a comunicação clara desses protocolos com todos os familiares.
Ademais, ressaltamos que nossa equipe de Ouvidoria manteve contato com você por meio do WhatsApp, oportunidade na qual você informou que não necessitava de outros suporte.
Em relação aos novos apontamentos apresentados posteriormente sobre a assistência prestada à sua familiar no dia 09/07, informamos que solicitamos os dados de identificação da paciente em nosso canal privado para podermos localizar o prontuário e instaurar a apuração técnica. Contudo, até o momento não obtivemos o seu retorno com essas informações, o que inviabilizou a análise clínica do caso. Reafirmamos nosso compromisso com a transparência, a ética e a constante busca pela excelência no atendimento, e permanecemos no aguardo do envio dos dados para dar o devido suporte.
Permanecemos à disposição por meio dos nossos canais oficiais de atendimento e pela Ouvidoria no telefone 0800 770 1484.
Atenciosamente,
Ouvidoria CEJAM