REAJUSTE ABUSIVO DA TAXA DE MANUTENÇÃO

Não respondida
Londrina - PR
18/08/2016 às 11:55
ID: 20419061
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesVALOR PAGO SEMESTRALMENTE PELA MANUTENÇÃO DE JAZIGO NO CEMITÉRIO PARQUE DAS OLIVEIRAS.
Tenho parente enterrado no Cemitério Parque das Oliveiras, em Londrina-PR, propriedade da Associação Evangélica Beneficente de Londrina.
Para manter e conservar o imóvel, os cessionários devem pagar uma taxa semestral. O contrato prevê que haveria uma apuração dos custos e um rateio entre os cessionários. Seria mais ou menos como num condomínio, em que o síndico demonstraria as despesas e estabeleceria o rateio.
Contudo, tal não está sendo feito pela Direção do cemitério, que vem adotando como critério de fixação das quotas, a correção monetária. E se fosse, pelo menos, uma vez por ano, adotando-se o índice anual do IPCA, ou outro índice oficial, seria razoável. O que não é razoável é que a Administração do Cemitério está corrigindo o valor das quotas duas vezes por ano, e adotando índice anual. Por isso é que houve ano onde a correção ultrapassou 20%.
Como exemplo, cito o meu caso: minha quota em junho de *******, foi R$ *******,50. Em junho deste ano foi R$*******,00. Ou seja, correção anual de 21,29%. Em dezembro de *******, foi R$ *******,00. Um ano depois, em dezembro de *******, o valor da quota foi R$ *******,00, correção de 20,58%.
Adotar correção monetária em lugar do demonstrativo das despesas e consequente rateio, é aplicação financeira. Seria o mesmo que um síndico de um condominio pretender adotar como critério de fixação das quotas, a correção monetária por índice oficial.
Um funcionário me informou que a correção em junho é feita pelo IPCA e a de junho é feita segundo acordo com o sindicato.
Se, por praticidade, a Administração do Cemitério quiser adotar correção monetária ao invés de rateio das despesas, como previsto no contrato, vá lá. Mas aplicar indice anual, como o IPCA, duas vezes por ano, é absurdo.