Maus tratos e assédio

Não resolvido
São Paulo - SP
05/05/2024 às 06:54
ID: 188110881
Essa reclamação foi publicada há mais de 1 ano
Ver todas ReclamaçõesQuebrei os dois pés em acidente doméstico, sendo resgatada pelo SAMU e levada à UPA mais próxima. Tendo os primeiros socorros, fui transferida para o hospital Monumento, São Paulo SP.
Tive um péssimo atendimento ainda no quarto, aguardando pela cirurgia.
No ato da cirurgia, o anestesista da equipe de ortopedia me chingou por causa de minhas tatuagens, dizendo que eu tinha acabado com meu corpo, e que não era obrigado a procurar um ponto sem a tinta para me aplicar a rack. Isso durante o procedimento (tortura psicológica). E ele estava com uma corrente e crucifixo dourados enormes no pescoço, cabelos soltos e sem touca.
Após a cirurgia (fios de Kirschner nos dois pés), retornei ao quarto e lá fiquei por 24 horas, aguardando a alta
Durante a noite, eu e outras pacientes gritávamos de dor, e a equipe de enfermagem simplesmente colocou o som do rádio no último volume para não nos ouvir. Só depois de eu ter feito o maior escândalo a enfermeira chefe Rosana veio falar comigo, com extrema arrogância, dizendo que já tinham me medicado fortemente, e que iria então aumentar a dose.
Passei um mês em casa e ontem voltei para a cirurgia de retirada dos fios.
Me colocaram em uma maçã de alumínio dura, e me fizeram deitar de bruços, aonde meus pés não tinham apoio em posição reta por causa dos fios. Então fiquei com eles levantados, aguardando. Então esse mesmo anestesista veio, me questionando porque eu estava com os pés daquele jeito e eu o respondi que era pela posição, então ele me disse que era impossível pois "como eu iria andar sendo assim?", e eu respondi que faria fisioterapia. Então ele simples agarrou minhas duas panturrilhas com extrema força e me puxou para baixo, em sua direção, e disse "pronto, assim eu posso trabalhar", e inseriu bruscamente, sem avisar, os drenos de agulhas nos meus pés, me fazendo gritar de dor. O mesmo anestesia, com a mesma corrente e crucifixo de ouro no pescoço, cabelos soltos e sem máscara. E me fizeram me despir toda e colocar roupa cirúrgica, máscara e touca. Eu chorei demais, e absolutamente NINGUÉM veio falar comigo. Logo após, alguém que eu nem vi quem veio retirar os fios, e quase quebrou minhas pernas na mesa de alumínio, pois jogou o peso em cima delas contra a maçã para se apoiar, sendo que eu perdi totalmente a musculatura das mesmas durante esses dias entre as duas cirurgias.
Humilhação, maus tratos, assédio. É para isso que pagamos nossos impostos, pare sermos tratados como uma pedra, porém até mesmo uma pedra é lapidada e bem tratada.
Quando forem passar pelo atendimento desse hospital, abram a boca e não façam como eu, que carregarei o trauma desses dias para sempre.
Compartilhe
Consideração final do consumidor
28/04/2025 às 13:45
Dinheiro público jogado no lixo.
O problema foi resolvido?

Não resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
0