falta de empatia da escola em meio a pandemia

Resolvido
São Paulo - SP
07/08/2020 às 13:49
ID: 109966615
Essa reclamação possui mais de 3 anos e não está mais sendo contabilizada no índice da empresa
Ver todas ReclamaçõesA escola Centro educacional de diadema, cancelou o desconto de 10% na mensalidade do mês de agosto, porque informou que as aulas iriam voltar em setembro e eles teriam que readequar a escola para o https://******* foi decretado que o retorno esta previsto somente para outubro e os mesmos não não posicionaram sobre a volta do desconto. Eles informam que irá readequar a escola para atender os alunos.Só que estamos vendo é eles com uma obra grande realizando a pintura e a troca dos pisos ( deixando a escola arrumada para o ano que vem ), até o momento não vejo nada que esteja sendo feito em foco a pandemia caso as aulas voltem.É um absurdo eles gastarem um fundo de caixa para reforma a escola para deixar com aparência bonita em meio de uma pandemia , e nos informar que só podem dá 10% de desconto por causa dos gastos de tiveram que ter para as aulas onlines, e agora tirarem esse desconto de todos os pais e ainda me falar que só não podem jogar para nos essas despesas por conta do contrato.
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Resposta da empresa
11/08/2020 às 17:29
Que pese a reclamação ID 109966615 com título de: falta de empatia da escola em meio a pandemia, realizada em 07 de agosto de *******, pela Sra. Mirelle Silva dos Santos, esclarecemos:
Em 11 de maio de *******, foi publicado pelo PROCON SP, Nota Técnica a fim de auxiliar nos contratos de prestação de serviços educacionais.
Embora o Procon não tenha fixado um percentual de desconto, muito menos um período de vigência, o Centro Educacional de Diadema ofertou aos seus clientes o percentual de 10% (dez por cento) por três meses, sendo eles: abril, maio e junho de *******, esclarece-se que tal percentual foi superior à porcentagem concedida por outras instituições financeiras do ABCD.
Esclarece-se ainda, que as diretrizes da nota técnica do Procon-SP não levaram em consideração:
a suspensão das aulas presenciais nao trouxe reducao de gastos para a maioria das escolas, pois elas continuam em funcionamento, obrigando-se a oferta de ensino remoto aos alunos.
A maior parte dos custos das instituições de ensino corresponde a salários de colaboradores, em sua maior parte professores, pedagogos e profissionais de ensino, que, ao contrário do que inicialmente se deduz, continuaram trabalhando, sendo exigido destes muito mais esforço para criação de métodos para exposição de aulas na modalidade de ensino remoto, e continuaram a receber sua remuneração normalmente, sem redução de salários e benefícios.
Cerca de 40% (quarenta por cento) do valor da mensalidade corresponde a tributos, e há de denotar-se que instituições de ensino privadas nao recebem nenhum subsidio público para educarem as crianças e jovens.
As escolas, com a pandemia, obrigaram-se a investir em sistemas e métodos de ensino remoto, o que obrigou a vultuosos custos com equipamentos e materiais, dentre outros, para que não haja redução de qualidade no ensino nesta nova modalidade, durante a pandemia.
Os custos de água, luz, internet, e outros, representam menos de 1% (um por cento) dos custos das escolas, posto que maior parte de tais custos são representados por remuneração de seus colaboradores, o que, como apontado acima, não teve qualquer redução, na exata medida em que os profissionais continuaram com suas jornadas de trabalho normalmente.
Importante frisar que não existe Lei amparando tal desconto, e sim apenas Norma Técnica do Procon aconselhando a negociação entre pais e alunos, assim, entendemos que cumprimos a determinação do Procon, e que neste momento, por falta de amparo legal, não estamos obrigados a conceder novos descontos nas mensalidades escolares, sendo que também não estamos em condições financeiras para tal mister.
Frisa-se que tampouco existe decreto sobre o dia efetivo em que as aulas poderão voltar a normalidade, lembrando que possuímos um Decreto N ******* DE 13/07/*******, que estabelece normas para o retorno das atividades apenas, e se repararmos no texto do decreto citado, entenderemos, além de tudo que foi citado acima, o motivo pelo qual a Instituição não vem economizando, pelo contrário, a adaptação das novas regras vem culminando constantemente com o desgaste financeiro da instituição.
Mesmo sem saber se o retorno efetivo das aulas será em outubro, a Instituição não estava preparada para a pandemia mundial, e assim como os contratantes vem enfrentando problemas o Centro Educacional também vem enfrentando grandes dificuldades, não só financeiras.
A Instituição vem sendo bombardeada, todos os dias, de inúmeros pedidos de desconto, onde está a empatia dos contratantes para com o colégio frequentado pelos filhos? Sendo que um desconto na mensalidade para uma pessoa representa uma quantia insignificativa, porém, um desconto concedido a todos os alunos pode gerar problemas financeiros irreversíveis à instituição.
A escola está sendo readequada para receber os alunos, tudo para cumprir o quanto determinado pelo Decreto *******/*******, e a Reclamante, está convidada a conhecer as mudanças.
Sobre as obras, suscitadas pela Sra. Mirelle, realmente estão acontecendo, contudo trata-se de uma reforma necessária, visto que a quadra era descoberta, logo, em dia chuvoso a aula de educação física restava prejudicada.
Não estamos deixando a escola bonita para o ano que vem, estamos realizando reforma para deixar a escola mais segura e mais agradável para os filhos dos clientes, e aproveitamos, justamente o período da pandemia para que não houvesse incomodo na ministração das aulas, já que o período de férias, tanto de julho/dezembro/janeiro não seriam suficientes para a conclusão da reforma, assim, tivemos que aproveitar a pandemia para realizar obra que já estava planejada a anos.
Assim, por tudo que aqui foi exposto, esperamos ter esclarecido todas as queixas da Reclamante, e estamos a disposição para contato pessoal.
Consideração final do consumidor
28/10/2020 às 08:29
trocarei minha filha de escola
O problema foi resolvido?

Resolvido
Voltaria a fazer negócio
Não
Nota do atendimento
3