Atendimento negado e tratamento grosseiro na clínica Salva Cor

Não respondida
Salvador - BA
24/09/2025 às 16:03
ID: 227727157
Relato Shirley Santos, responsável pelo paciente Brayan Batista
Eu, Shirley, responsável pelo paciente Brayan, que é atendido na clínica no Centro médico de Nazareth especialidade de fonoaudiologia, venho relatar o seguinte:
Ontem, acompanhei a senhora Cleonice até a clínica Salva Cor para a realização de um procedimento. Meu horário de chegada foi às 10h56 e minha saída às 12h53. Após isso, retornei para casa. Sendo que às 14:40 meu filho teria acompanhamento para consulta fonoadiologia Ele havia passado a noite anterior com uma recaída de gripe, sem dormir bem, e minha intenção era levá-lo ao médico para realizar um raio-x de pulmão, a fim de verificar se estava tudo certo.
Mas devido as informações em ligação não ter ficado claro, tive que decidi levá-lo à clínica para a consulta de fonoaudiologia, embora tenha chegado com 20 minutos de atraso. o atendimento foi recusado, sem possibilidade de encaixe ou hora extra. Antes mesmo de me deslocar até a clínica, eu havia ligado para confirmar quantas faltas seriam permitidas ao paciente. Na ligação, a pessoa que me atendeu acredito que supervisora, embora não tenha certeza foi extremamente grosseira e irônica. Quando perguntei quantas faltas injustificadas Brayan poderia ter, ela não respondeu de forma clara, apenas devolvia perguntas de forma bem irônica como: Você não vai vir? Porque ele já tem falta injustificada nas datas 09/09 e 16/09 e eu disse: que a falta deixou de ser injustificada quando foi apresentado o atestado justificando. E ela continuou repetindo a mesma coisa de forma irônica, e perguntou e agora qual motivo falta dele? Só que em nenhum momento havia dito que meu filho não iria à clínica, apenas queria uma informação objetiva.
Na matrícula, fui informada de que até duas faltas injustificadas seriam toleradas, e somente na terceira o paciente seria desligado da lista de atendimento. Até ontem, Brayan tinha apenas uma falta injustificada (02/09). Caso ele não fosse à consulta, teria duas, portanto ainda dentro do permitido. Sendo assim, o atendimento não deveria ter sido recusado.
Diante da negativa, levei meu filho à emergência. Lá, ele foi atendido pelo médico, realizou os procedimentos necessários e recebeu um atestado de um dia, comprovando a real necessidade do seu quadro que não seria possível a sua presença embora eu tenha feito esforços pela impossibilidades que Brayan apresentava, e esses esforços não foram aceitos.
Quero registrar a minha insatisfação e indignação diante dessa situação, pois meu filho foi privado do atendimento de forma injusta e desumana, sem sequer me darem uma justificativa adequada. Além disso, fiquei chateada, abalada, fisicamente machucada (com uma mancha roxa no braço) e ainda tive que lidar com o sofrimento do Brayan, que não entendeu por que não foi atendido.
Portanto, solicito que a clínica reveja esse posicionamento e que haja um tratamento mais humanizado com os pacientes e seus responsáveis. Reitero que meu filho não possui faltas injustificadas suficientes para ser desligado do acompanhamento em fonoaudiologia