CONSTRANGIMENTO: EXAME APROVADO mas fui impedido de fazer

Não respondida
Vitória - ES
27/12/2022 às 10:21
ID: 156291763
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Ver todas ReclamaçõesMinha filha recém nascida tinha um exame na Ceus Centro de Ultrassonografia na data do evento.
1) Tudo começou em 27/11/*******, quando foi feita a solicitação de um exame de ecodoppler cardiograma transtoráxico em nome da mãe da minha filha, visto que ela nasceu em 09/11/******* e pode consultar e fazer exames no nome da mãe. Naquele momento, eu ainda estava aguardando o cartão UNIMED da recém nascida.
2) Ontem a noite, 26/12/*******, a clínica CEUS - Centro de Ultrassonografia - telefonou para confirmar a presença no exame, o que foi feito.
3) Hoje, acordamos às 5h da manhã, com a recém nascida e fomos para o exame, marcado para às 07:30min. Ao chegarmos, a atendente da recepção nos surpreendeu dizendo que não havia solicitação para a recém nascida. Naturalmente, pedimos para verificar no sistema UNIMED se a ******* no nome da mãe, o que foi confirmado. Porém, a atendente disse que não poderia seguir com a realização do exame, já que não estava em nome da recém nascida.
4) Minha esposa telefonou para a UNIMED para tentar uma suposta transição de autorização do nome dela para a recém nascida. O que também foi negado, e a atendente da UNIMED ficava igual a um robô, repetidas vezes, "Senhora, o prazo máximo para consulta/exames é de 30 dias no nome da mãe."
Vamos aos fatos/evidências e questionamentos meus:
1) Conforme fato 1 (acima) registrado aqui: na época da solicitação foi aprovado em nome da mãe, dentro dos 30 dias., o que foi APROVADO. Detalhe: minha esposa não é recém nascida. A priori, não poderia fazer tal exame que é para recém nascida. O que quero dizer é, se o exame é para recém nascida é foi APROVADO, significa que EXISTE uma recém nascida na história. OBS: o parto também estáregistrado no sistema UNIMED, pois foi feito pelo plano de saúde. Fato fácil de confirmar entrando no sistema.
2) Conforme fato 2 (acima): Como pode uma clínica confirmar um exame se não verifica a autorização ???? Este é o principal fato que nos decepcionou muito com a UNIMED. Ou seja, há um dispêndio de tempo de todos os envolvidos, e ainda, a ocupação de uma agenda "em vão". O que quero dizer é, se ontem mesmo na confirmação da consulta tivéssemos sido informados que não havia autorização, nada disso teria acontecido.
3) Conforme fato 3 (acima): Penso que atendente da clínica poderia ter um bom senso ao verificar no sistema UNIMED toda a sequência de eventos. Isto é, existia uma autorização APROVADA em nome da mãe na época, fato justificado e LEGAL já que a recém nascida não tinha completado 30 dias. Existia um cartão UNIMED em nome da recém nascida, comprovado também no sistema UNIMED. Portanto, a recém nascida tem plano UNIMED, também LEGAL.
Porém, tentamos fazer no nome da mãe, já que estava aprovado, mas a atendente insistia em dizer que era ilegal fazer no cartão da mãe.
Muito bem:
2.1) Se é ilegal, por que foi aprovado um exame de recém nascido em um adulto ??? Deveria ter sido REPROVADO, pois minha esposa não é recém nascida.
2.2) Se existe uma recém nascida no sistema UNIMED, que é a minha filha, eu eu estava com certidão de nascimento em mãos. Era óbvio que o exame "supostamente nome da mãe" era para a recém nascida.
Teríamos algumas opções para resolver o transtorno, já que não tinha nada ILEGAL.
* transferir a autorização para o nome da recém nascida.
* fazer o exame que já estava APROVADO em nome da mãe.
Porém, não existe boa vontade em resolver o problema, e sim, em vontade "não resolver", criando situações embaraçosas para todos os envolvidos.
4) Conforme fato 4 (acima): ainda assim, tentamos telefonar para a UNIMED para realizar a suposta transferência de exames, já que eu estava no local, e já tinha aguardado 40 dias para a realização de tal exame (05 dias para aprovação UNIMED + disponibilidade de agenda da clínica CEUS).
Infelizmente, mais uma vez, a atendente UNIMED apenas repetia a frase "Senhora, o prazo máximo para consulta/exames é de 30 dias no nome da mãe." Demonstrando total falta de respeito e comprometimento com o cliente. Era só "olhar no sistema", toda a gestação da minha esposa com consulta e exames, o parto, e até mesmo o cartão da recém nascida. Todos os fatos estavam ali, mais uma vez, não existe boa vontade em resolver o problema, e sim, em vontade "não resolver", criando situações embaraçosas para todos os envolvidos.
Ou seja, não estávamos tentando nenhuma ILEGALIDADE (mãe teve a filha há 48 dias, e filha cadastrada na UNIMED).