Relato de Ato Agressivo e Não Conformidade com o Código de Defesa do Consumidor - Check Car Centro Automotivo

Reclamação em réplica

Em réplica

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Contagem - MG

24/11/2025 às 18:15

ID: 232727655

Quero registrar uma reclamação formal contra a Check Car Centro Automotivo CNPJ *****, devido ao atendimento prestado pelo colaborador ***** e à postura da responsável *****.

Fui encaminhada pela seguradora para realizar reparos simples no meu veículo após uma colisão: troca da lâmpada da placa, avaliação da câmera de ré, dos sensores e desamassar a placa. Mesmo se tratando de um serviço básico, o atendimento prestado foi totalmente inadequado, desrespeitoso e, em determinado momento, agressivo.

Desde o início, o colaborador Douglas demonstrou postura arrogante, desatenta e prepotente. Afirmou que não havia danos no carro e só passou a identificar problemas depois que eu mesma apontei. Durante a vistoria, insistiu para que eu guardasse o conector quebrado da lâmpada da placa, alegando que a nova peça pode ou não vir com o conector, insinuando que a opções era colocar a peça quebrada, pois não ia aguardar uma peça nova chegar e que o meu carro ali não ficaria.

Quando mencionei que trabalho na área automotiva e poderia agilizar uma peça, ele respondeu de forma debochada que não importava onde eu trabalhava. O tom era ríspido e confrontador, sem qualquer profissionalismo.

O ponto mais grave ocorreu quando ele retirou a peça quebrada e, claramente irritado, jogou a peça no chão e chegou a chutá-la.
Esse comportamento é completamente inaceitável em um ambiente de atendimento ao público, além de demonstrar descontrole emocional e risco ao cliente. Esse ato ultrapassa a linha do mau atendimento e entra no terreno do comportamento agressivo e intimidatório, incompatível com qualquer relação de consumo (violação direta do Art. 6 do CDC respeito, segurança e atendimento digno).

Após isso, pedi para falar com o gerente. Douglas afirmou, de maneira categórica, que o gerente não estava e que eu deveria voltar no dia seguinte. No entanto, ao pedir a outro funcionário que chamasse um responsável, imediatamente a Sra. Claudia Cerqueira apareceu o que deixa claro que Douglas deliberadamente mentiu e se recusou a acionar a gestão, causando prejuízo e constrangimento.

Expliquei tudo à Sra. Claudia. Ela reconheceu a inadequação, disse que trataria o assunto com o funcionário, mas ao solicitar que outro colaborador assumisse o atendimento já que eu não tinha mais segurança ou confiança após a conduta agressiva fui informada que somente o Douglas poderia me atender. Questionada se ela, no meu lugar, seguiria com o atendimento, ficou em silêncio e respondeu que preferia se abster. Em seguida disse que, se eu não quisesse continuar, eu deveria procurar outra oficina.

Foi o que fiz. Solicitei a troca pela seguradora e formalizei a reclamação.

Posteriormente, ao verificar as avaliações públicas, constatei que há diversos relatos citando o mesmo colaborador, todos apontando comportamento grosseiro, cínico, preguiçoso e até ameaçador, o que demonstra um padrão já conhecido e não tratado pela gestão. Isso reforça falha grave na prestação do serviço e permite enquadramento no Art. 20 (má qualidade do serviço) e Art. 39 (práticas abusivas) do CDC.

A experiência foi constrangedora, insegura e incompatível com qualquer padrão profissional esperado de uma oficina credenciada por seguradora. Não recomendo e deixo registrado para garantir meus direitos como consumidora.

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Resposta da empresa

25/11/2025 às 17:22

Lamentamos profundamente pela experiência negativa relatada em nossa oficina. Agradecemos por compartilhar pois ele nos ajuda a identificar pontos de melhoria. Claudia Cerqueira

Réplica do consumidor

25/11/2025 às 20:57

Obrigada pelo retorno. Para fins de registro e transparência, reforço os pontos centrais do ocorrido:

o funcionário Douglas Oliveira do Amaral adotou postura hostil, desrespeitosa e incompatível com atendimento ao consumidor;
a peça do veículo foi jogada ao chão e chutada durante a vistoria, gerando claro constrangimento;
houve recusa em chamar a gerência quando solicitado, mesmo diante da necessidade de mediação;
posteriormente, a proprietária Claudia Cerqueira publicou no Google que eu teria sido arrogante, o que caracteriza tentativa de desqualificação da minha queixa enquanto consumidora após a reclamação formal.

Nos termos dos arts. 6, III e VI, 39 e 42 do Código de Defesa do Consumidor, o consumidor tem direito a informação adequada, atendimento digno e proteção contra práticas abusivas. Nada disso foi observado no atendimento prestado pela empresa.

Dessa forma, registro que "lamento" não é pedido de desculpas. Diante da gravidade dos fatos e da minha exposição pública enquanto consumidora, aguardo retratação formal e posicionamento efetivo da empresa, não apenas resposta protocolar.

Manterei o caso registrado para eventual abertura no Procon e demais órgãos competentes.