Venda [Editado pelo Reclame Aqui] de passagens e tratamento inadequado a PCD em ônibus intermunicipal

Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

Aracaju - SE

11/03/2026 às 10:03

ID: 242944851

No dia 06 de fevereiro de 2026, comprei uma passagem saindo de Catu para Alagoinhas, no ônibus de 12h25, que faz a linha Salvador - Banzé. Carro 2415. Número externo 12590.

Retirei a passagem no guichê e ao entrar, deparei-me com a poltrona ocupada. Avisei ao cobrador e esse disse que eu fosse conversar com a passageira para levantar(obrigação nenhuma nem direito eu tenho). Mesmo assim, retornei até a moça que estava com duas crianças e o esposo e pedi que ela viesse comigo conversar com o cobrador que se recusou a entrar no onibus, para resolver.
Na confusão, o motorista disse que o esposo da passageira sabia que ela nao tinha direito a poltrona, que foi informada que as crianças teriam que ir no colo se aparecesse alguém pois haviam vendido por fora.
A senhora demonstrou não ter sido esclarecida a situação, mas aceitou viajar com a criança de mais de 08 anos no colo. Percebi nesse mesmo dia, que uma passageira vinha viajando em pé no ônibus.

Como achei que seria apenas um episódio, não registrei reclamação nem mesmo guardei a passagem.

Porém, no dia 20/02, mais uma vez, comprei a passagem no guichê e quando subi, a poltrona estava ocupada. Ao falar com o cobrador que responsabilizou o motorista, esse queria que eu fosse pedir a passageira para mostrar a passagem, falei que nao iria fazer isso, que nao era mais a primeira vez, que eu não tinha obrigação nenhuma e que eles precisavam assumir o problema criado.

O cobrador entrou no ônibus e voltou pedindo que eu viajasse em outra poltrona, porque eles haviam vendido a passagem até um entroncamento e a passageira não iria descer na rodoviária de Catu. Entrei e viajei na poltrona 07, porque a pessoa não desceu. Ou seja, uma poltrona que não foi a vendida.

Falei a eles que iriam registrar a reclamação porque não era mais a primeira vez e eu preciso viajar toda semana a trabalho no trajeto Alagoinhas - Catu/ Catu - Alagoinhas e não iria ficar passando por esse constrangimento.

Passado mais duas semanas nesse sufoco, cheguei na rodoviária, dia 11 de março, para ir trabalhar, o ônibus da linha Lagoa Redonda/Salvador estava no pátio e o rapaz do guichê não quis me vender a passagem. Alegou que o carro havia sido liberado, sendo que após a compra, o ônibus ficou mais de 10min ainda parado. Ou seja, fui obrigada a aguardar 30min o carro de 10h por pura pirraça do vendedor do guichê.

Como os crachás estão sempre virados, não consigo ver o nome, mas é alto, magro e usa óculos. Foi o mesmo que veio tratar das poltronas livres no sistema, ocupadas pelo motorista em venda interna, dizendo que eu não deveria reclamar.

Sou PCD, tenho TEA e TDAH e não vou me sujeitar a esse estresse desnecessário por conta de erros e desmandos provocados pelos funcionários.

Se a pessoa do guichê consegue retirar a passagem e me vender, é porque essa está aberta. Se ao entrar no ônibus, a poltrona está ocupada, significa que as passagens estão sendo vendidas ilegalmente. E isso [Editado pelo Reclame Aqui] o direito de quem paga pelo serviço.

Tenho o direito de reclamar sem ser negligenciada ou tratada com descaso por funcionarios como esse rapaz, sabendo que estou indo e voltando do trabalho e infelizmente, essa é a única empresa que presta serviço no trajeto.

Espero uma solução rápida para esse problema. Tenho videos das pessoas viajando em pé e do carro parado na rodoviária, vou abrir um processo por constrangimento contra a empresa.

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