Má vontade da empresa em fazer uma troca, de produto inviolado, ainda na embalagem, em menos de 24 h após a compra

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Santos - SP

25/11/2016 às 14:36

ID: 22380617

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No dia 24/11/*******, comprei na referida empresa 2 colchenetes usados para problemas de refluxo. Ao chegar em casa, sem retirar da embalagem, testei um deles sobre a cama, colocando ainda vários travesseiros, e constatei que não resolvia o meu problema, nem o da minha esposa. Não voltei imediatamente para fazer a troca, pois já estava no fim da tarde. No dia seguinte (hoje, 25/11/*******) compareci à loja, expliquei que o objeto não resolveria o problema, que estava inviolado, ainda dentro da embalagem, e que gostaria de fazer uma troca, usando o valor para comprar outros produtos, já que há tempos sou cliente da empresa. Foi dito que gerente estava em horário de almoço, e que ao telefone informou que trocas eram feitas apenas em casos de defeito. Como eu insisti, dizendo que era uma questão de boa vontade com o cliente, já que o produto estava inviolado, na embalagem, e com as mesmas características do momento da compra, surgiu uma senhora, que se identificou como proprietária da loja e insistiu que não faria a troca, dizendo que não iriam vender a outrem algo usado. Ora, como já afirmei várias vezes, o produto esta inviolado, nas mesmas condições co momento da compra, portanto não se tratava de algo que poderia ser considerado usado. Acresça-se que a proprietária da loja não soube agir com o mínimo de diplomacia, tato e bom senso, qualidades indispensáveis a quem trabalha no comércio, mencionando que já que tínhamos uma nota fiscal, poderíamos procurar nossos direitos junto ao Procon, uma vez que já havíamos aventado a ela essa hipótese. Ora, tudo isso poderia ser tratado num clima mais amistoso, com bom senso e diplomacia ao falar com um cliente. Quantas vezes compramos um sapato, experimentamos na loja, e ao experimentar em casa, constatamos que não corresponde às expectativas. Em geral nesses casos, os lojistas, não havendo avaria ao produto, fazem a troca. É tudo uma questão de boa vontade. Realmente, o Código de Defesa do Consumidor diz: No caso de produtos que não apresentem vícios nem defeitos após a compra, será liberalidade da loja realizar a troca ou proceder ao cancelamento. Foi justamente essa liberalidade, que poderíamos chamar boa vontade, que faltou à proprietária da loja, pois nem pensamos em nenhum momento em pedir o cancelamento. Apenas usaríamos o valor para comprar outros produtos, e às vezes nesses casos, no final acaba-se fazendo um gasto até maior, o que seria conveniente para a própria loja. Fica registrada nossa decepção, pelo fato da empresa não ter agido com bom senso, numa troca que não prejudicaria a ninguém e permitiria que se manteria um bom clima de relacionamento entre cliente e empresa, que agora foi quebrado por falta de bom senso no tratamento ao cliente. Na mesma rua em que se encontra essa loja, em Santos, há várias lojas de produtos cirúrgicos, mais um motivo para que a proprietária soubesse agir com maior diplomacia e boa vontade, em relação à concorrência.
Endereço da loja: *******, Vila Belmiro, Santos SP, CEP **************.
CNPJ: 62058680/*******51
Tel.: 13- **************

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