Clinica Viver, Suzano (centro/ SP - Sem humanidade com os clientes, e sem respeito com as leis.

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Guarulhos - SP

27/07/2026 às 12:51

ID: 254929127

Cheguei na Clínica Viver, no endereço: *****, por volta de 9h40 e peguei a senha preferencial número 2, pois tenho 62 anos, minha consulta estava agendada para esse sábado ( há quase dois meses atrás), dia 25/07/26, onde havia informações que o atendimento seria por ordem de chegada para quem comparecer entre 9h e 11 hs, desse mesmo dia. Conhecendo a legislação sobre o estatuto do idoso, entendi que aquela informação não se tratava para mim (62 anos). Quando fiz a ficha e assinei o atendimento fui informada que o horário da ginecologista chegar costuma ser 8 hs, porém quase 10 hs e ela não havia chegado, e o tempo todo estava acompanhada do meu marido, que tem 67 anos. Sentamo-nos na sala de espera, e por volta das 11 hs, comecei a observar que já estavam chamando o atendimento das senhas normais, e fui perguntar sobre o atendimento da senha preferencial 2 (a minha), quando fui informada que essa senha não havia sido chamada ainda, e disseram que eu deveria aguardar. Mas, a recepcionista parecia incomodada com qualquer questionamento. Voltei, e fiquei no aguardo, e observei que apenas as senhas comuns eram chamadas por um monitor eletrônico, já estava quase no número 20 da senha comum, e já perto das 13 horas. Falei ao meu marido que iria ao banheiro pois evitei sair antes, com receio de ser chamada e atrapalhar o andamento estando no sanitário. Durante este intervalo, meu marido foi até a mesa de recepção e questionou sobre o que parecia um desrespeito ao atendimento preferencial, a menina que o atendeu disse que não podia fazer nada, pois o sistema era controlado pela máquina e que teria que aguardar a chamada eletrônica. Meu marido insistiu, e essa moça levantou-se irritada, pegou um calhamaço de folhas sobre a mesa e atirou violentamente no chão. Meu marido alertou que ela estava destemperada e despreparada para o atendimento, e solicitou que o responsável pela clínica fosse chamado. E nesse interim, eu já estava no mesmo recinto e presenciei o comportamento totalmente desproporcional da menina, inclusive ninguém possuía alguma identificação. Essa moça saiu em direção a um corredor e pouco tempo após isso, outra atendente veio já visivelmente insatisfeita questionando o local onde meu marido estava na sala de recepção, e dizendo que ele estava invadindo o espaço de trabalho dela, sendo que foi a moça do atendimento anterior, que pediu para que ele se aproximar e olhar a tela do sistema naquele local. Com muito desrespeito ela dizia par ele sair dali, e com a sala de espera cheia de pessoas, tornando a situação constrangedora e humilhante, me aproximei dela e perguntei se ela iria solucionar o meu atendimento preferencial, ela disse que não mudaria nada, eu insistindo disse que ela precisava respeitar o atendimento preferencial, ela afirmou não ser a responsável pelo lugar, e que o mesmo não estava presente, foi então, que meu marido avisou que ela se torna a responsável por tudo. Eu novamente perguntei se ela não faria o atendimento adequadamente, ela não me deu ouvidos, e me questionou se eu queria a consulta cancelada, eu afirmei que não queria o cancelamento, e que iria ligar 190 para pedir ajuda. A moça disse que eu podia chamar, e que isso serviria para ela informar que está gestante, e que estava sendo tratada de forma a prejudicar sua gestação, e que todos ali na sala de espera serviriam de suas testemunhas. Em nenhum momento, ela havia mencionado essa condição, e eu entendo que sua condição de gestante não pode impedir o respeito do atendimento adequado ao idoso, e ainda que, se seu quadro de gestante for delicado, e o atendimento ao público a deixa vulnerável, isso diz respeito a ela pessoalmente e ao seu empregador. E assim, ela seguiu afirmando que estava sendo prejudicada por estar gestante, e angariando a empatia de pessoas no recinto, que passaram a apoiá-la, como forma de acuar a mim e a meu marido, aumentando ainda mais a sensação de humilhação, pelo desrespeito e pela injustiça que estava acontecendo, mediante essa exposição ao vexame, sem ter esse merecimento, eu me vi tomada pelo constrangimento e acuada com toda a situação. Nesse momento meu marido questionou qual era o seu nome para identificação, e ela se recusou a dar essa informação, e foi nesse intervalo que ela me perguntou qual era o meu nome, eu respondi, e uns 2 minutos depois ela me informou que cancelou a minha consulta. Eu afirmei que isso era inadmissível, e que ela não tinha esse direito. Ela respondeu que era isso e ponto final. Meu marido avisou que iria tirar uma foto dela para identificação, e ele a avisou que havia câmera da própria clínica filmando o local, para corroborar com os fatos. Essa moça disse que se ele a gravasse iria processar e ganhar dinheiro em cima disso e dele. Mas, meu marido informou que conhecia as leis sobre isso, e que não estava transgredindo nenhum direito alheio. Sai do recinto, e do lado de fora ainda em frente a clínica, liguei para o serviço 190, relatei a situação e fui informada que seria atendida, e pediram para aguardar, no entanto, em pé, cansada, passando mal pelo tratamento, meu marido e eu, ficamos aguardando, e ainda voltamos a falar com o serviço 190 por mais 3 vezes, e nos avisaram que o atendimento poderia demorar, devido a muitas ocorrências em andamento. Então, avisamos que não iriamos mais aguardar. Fomos embora, e agora precisamos tomar medidas adequadas para o fato. Estou aqui, solicitando ajuda sobre o ocorrido.

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