A Injustiça Oculta no Clube Esperia: Não Reclame ou Será Suspenso e Expulso!

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São Paulo - SP

23/07/2024 às 23:54

ID: 193648181

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Meu nome é Ricardo F. Ramos, tenho 63 anos e sou associado do Clube Esperia desde criança. Sou jornalista, escritor e hipnólogo clínico.

Recentemente, sofri um acidente na academia do clube quando uma barra de ferro caiu na minha nuca devido à falta de travas de segurança. Além disso, houve omissão de socorro, pois não me foi oferecida uma radiografia após o acidente. Ao solicitar providências ao professor, fui acusado de ameaça e suspenso por 60 dias. Durante a audiência com o Conselho de Segurança e Justiça, fui escoltado por um segurança, enfrentando grande constrangimento, e fui acusado de não pensar.

O mesmo conselho não aceita contraditório e críticas, como as que fiz em um vídeo relatando os equipamentos velhos e sucateados da academia do clube. Após o término da suspensão, minha renovação de plano foi negada sem justificativa, configurando discriminação. Impedir a execução de meu trabalho como jornalista é [Editado pelo Reclame Aqui].

A atual administração faz questão de afirmar que não são remunerados. Quem se propõe a trabalhar de graça para um clube e insiste em dizer que não recebe nada? Essa atitude levanta dúvidas sobre as motivações e a transparência dessa gestão.

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Consideração final do consumidor

17/02/2025 às 09:05

O Clube Esperia opera em terreno público sob concessão municipal, o que significa que sua administração deve respeitar princípios de transparência, ética e compromisso com a segurança dos associados. No entanto, a atual gestão, sob a presidência de Osvaldo Arvate Jr., tem demonstrado descaso com a segurança dos frequentadores, falta de transparência na administração e retaliação contra críticas.

Recentemente, sofri um acidente na academia do clube, onde uma barra de ferro caiu na minha nuca por falta de travas de segurança. Além disso, houve omissão de socorro, pois não me ofereceram sequer uma radiografia. Ao solicitar providências ao professor responsável, fui acusado de ameaça e suspenso por 60 dias.

Durante a audiência com o Conselho de Segurança e Justiça do clube, fui escoltado por um segurança, enfrentando grande constrangimento e acusado de não pensar. Após a suspensão, minha renovação de plano foi negada sem justificativa, evidenciando retaliação e discriminação.

Essa atitude arbitrária não é isolada. A atual gestão não aceita críticas e reprime associados que denunciam equipamentos velhos e sucateados, como fiz em um vídeo relatando os problemas da academia. Como um clube que utiliza área pública concedida pela Prefeitura de São Paulo pode agir dessa forma?
Questões que precisam ser respondidas:

Por que um clube que ocupa uma concessão pública age de forma autoritária, punindo associados por exporem problemas estruturais?
Por que a administração nega a renovação de um plano sem justificativa? Isso não configura discriminação?
Se o Conselho afirma que não é remunerado, qual o interesse real em manter essa gestão fechada e sem transparência?
A Prefeitura e os órgãos competentes têm ciência dessa conduta? Como um clube com concessão municipal pode suspender arbitrariamente seus frequentadores?

A atual administração, liderada por Osvaldo Arvate Jr., precisa prestar esclarecimentos. Caso contrário, a situação será levada às autoridades competentes, como Prefeitura de São Paulo, Ministério Público e Tribunal de Contas, para averiguação da concessão e da gestão dos recursos do clube.

Conclusão:

O Clube Esperia precisa agir com transparência e respeitar seus associados. Como cidadão, jornalista e Conselheiro Municipal do CPM de São Paulo, não aceito esse tipo de comportamento e exijo providências imediatas.

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