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Santa Luzia - MG

14/11/2024 às 15:05

ID: 202052625

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Boa tarde.
Em meus conceitos, quando há uma discordância sobre uma situação, existe o que a outra parte irá dizer, a verdade e minha versão dos fatos, que é a seguinte:

Ontem a noite, ao final da instrução do curso Bombeiro Mirim, O Sr. Valente abriu um momento para esclarecer dúvidas, tantos dos alunos quanto dos Pais e Mães presentes, sobre as orientações passadas até ali. Tive duas dúvidas, levantei as mão e a palavra me foi dada.

Primeiro perguntei por que o Sr. Valente tratam todas as crianças como Sres. sendo que a turma é formado por Meninos e Meninas? Ele respondeu que o faz sem maldade. Eu disse que por uma questão de respeito as crianças, ele deveria dizer Sras. e Sres. (meu entendimento é que o pronome de tratamento tem flexibilidade de gênero, exatamente para denotar o devido respeito as todas as pessoas presentes se tratando de um grupo misto). Ele retrucou se desculpando caso tenha me sentido ofendido.
A segunda pergunta foi porque fazer as meninas recitar uma cantiga que dizia que "uma mulher bonita passa pelo grupamento não dá bola por Sgt. mas da bola pro soldado, o Sgt. então vai molhar a cama do soldado pra mulher bonita pular na cama dele Sgt."? Novamente ele respondeu se desculpando caso eu tenha me sentido ofendido. Disse a ele que ele não estava me ofendendo e sim as crianças, na minha opinião mais as Meninas, e que ele deveria pedir desculpas pra elas pois essas duas situações são ofensivas sim.

Refletindo sobre esse momento, o fato deu eu dizer para ele se desculpar com as crianças foi o gatilho para iniciar o desequilíbrio do Sr. Valente e de sua companheira de trabalho Sra. Débora que, também de maneira descontrolada, começou a se posicionar no assunto. A partir desse momento acabou o diálogo, eles aumentaram o tom de voz, perguntaram as crianças se elas se sentiram ofendidas com a cantiga, as crianças todas juntas disseram que não, eu disse que perguntando dessa forma ele manipula a mente das crianças. Perguntaram os Pais e Mães presentes se elas se sentiram ofendidas, alguns responderam que não, outros ficaram calados. Os dois continuaram gritando em tom ofensivo, desferindo ameaças, totalmente descontrolados. Eu disse, essa situação é uma m., isso é uma [Editado pelo Reclame Aqui], encerra a aula de hoje para irmos embora, nesse exato momento me calei. Eles não pararam com as ofensas, começaram a tentativa de jogar todos presentes contra mim. A Sra. Débora intensificou as ofensas, dizendo que eu era digno de dó, que todos ali estavam com pena de mim, que eu era ridículo, que iria chamar a polícia para mim. Ao mesmo tempo o Sr. Valente dizia que como ele não foi ofensivo que convidada os incomodados a se retirarem, tanto ele quanto Sra. Débora começaram a dizer diretamente que era pra eu me retirar do local, que eu não era bem vindo ali, que deveria sair imediatamente dali, dizendo saia agora! A Sra. Débora repetiu, "vou chamar a polícia pra te tirar daqui!" Um dos Pais interviu dizendo que eles deveriam para com as ofensas e encerrar a aula, as ofensas continuaram por parte da Sra. Débora, mas como estava distante, não ouvi o que foi dito para os outros presentes. O Sr. Valente perguntou quem era minha Filha, totalmente transtornado e admitindo isso, disse que eu não iria mandar ali pois quem manda ali é ele e encerrou a aula. Nesse momento a Sra. Débora foi até a minha Filha e falou algo com ela. Ela emocionalmente abalada começou a chorar, na sequencia algumas Mães a abraçaram e começaram a consolá-la, nesse momento fui até minha Filha, a abracei e a retirei do local.

Minha Verdade é que os dois instrutores do curso Herói Mirim do CNI São Benedito em Santa Luzia, são totalmente despreparados para lidar com pessoas, eles podem ter outras qualificações mas não sabem lhe dar com pessoas e conflitos. Acho que por estarem em uma posição de liderança de um curso infantil eles tem uma sensação de poder que os torna donos de tudo e todos presentes, eles acham que tem poder sobre as crianças, poder sobre os Pais e Mães. Por várias vezes presenciei o Sr. Valente desfazendo de algumas Mães e Avós que o questionavam sobre algo que elas julgavam errado. Ele se coloca como o Sr. de todas as coisas, se tentar fazer uma crítica sobre algo que socialmente e profissionalmente está errado, e apenas na cabeça dele é certo, ele fica desequilibrado emocionalmente e tenta diminuir quem faz o questionamento, minimizando a preocupação do outro ou mesmo a ridicularizando. E ontem a Sra. Débora mostrou o mesmo comportamento desequilibrado, soberbo e egoísta.

Desde de a primeira situação ocorrida comigo, e também registrada por e-mail, foquei no que minha Filha pensava sobre a situação. Se ela estava gostando, como ela via o curso, se estava sendo bem tratada, o que ela achava das diversas punições aplicadas e sobre os ensinamentos repassados. Como percebi que ela estava se sentido bem, permiti que ela continuasse, mas não acompanhei como queria, como deveria ter feito. Digo isso pois percebi no primeiro dia que o que foi vendido na apresentação do curso não seria entregue, percebi que não daria conta de ouvir as barbaridades e muitas bobagens que são ditas ali sem atrapalhar a [Editado pelo Reclame Aqui] harmonia que o curso apresenta. Com base nos relatos de minha Filha, entendi que muitas das situações horríveis apresentadas durante a aula não à afetaria, pois ainda não tem maturidade necessária para entender tamanha ignorância em algumas falas e gestos. Até então estava certo que isso não traria problemas. Ledo engano, se tivesse acompanhado mais aulas, o despreparo em lidar com pessoas e o descontrole emocional dos instrutores não teria sido amenizado pelo olhar de uma criança. Obviamente eu teria tomado outras providências, não ser mais presente foi uma falha minha.

Entendam, há um contrato de prestação de serviço, eu percebi que o serviço tinha prós e contras, mas que de forma geral atendia a finalidade de entreter minha Filha nas manhãs de sábado, na visão dela era uma coisa que valia a pena.
É preciso reforço que os dois instrutores não estão preparados para lidar com pessoas, que no quesito equilíbrio emocional eles são péssimo. É inadmissível que instrutores infantis não tenham conhecimento sobre falas e gestos ofensivos, que tratem as pessoas que os questionam de forma tão agressiva e intimidatória, em tese eles seriam profissionais de educação.

Aguardo contato para definirmos essa situação.

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Resposta da empresa

18/11/2024 às 07:25

Olá.
Não temos unidade CNI na Cidade de Santa Luzia.