Reclamação não resolvida

Não resolvido

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São Paulo - SP

13/01/2022 às 17:26

ID: 136581801

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Em ******* matriculei meu Filho Joaquim Bernardo Oliveira de Almeida (6 anos) no primeiro ano da escola Angus Dei Jd Três corações em período integral.
Deste o primeiro contato informei que ele era autista, que fazia acompanhamento com o neurologista, psicóloga e fonoaudióloga deste os dois anos de idade e tomava medicação controlada (respiridona).
A coordenadora Angélica informou que iram trabalha com o material do pré a início para avaliarem ele.
Os primeiros meses não tivemos retorno da escola sobre seu desenvolvimento, com a quarenta as aulas começaram a ser remotas e eu acompanhava ele diariamente. Várias vezes a professora Andrea começa as aulas e não orientava sobre quais atividades ele iria fazer, eu tinha que sempre está perguntando, durante as aulas o Joaquim era invisível pois ela só interagia com os outros alunos.
As aulas presenciais voltaram e até o mês de julho parecia ser tudo tranquilo, após o retorno das férias começaram as reclamações. Todos os dias a escola ligava para buscar ele em horário de aula, segundo elas ele estava em crise. Ao perguntamos o que tinha ocorrido nunca sabiam dizes falavam que era do nada ela começa a jogar as coisas, a correr e gritar.
Joaquim para ter uma crise algo tem que ter acontecido, mas nunca sabiam falar.
Solicitamos a Psicóloga a ajuda indo até o colégio para orientar as profissionais como lidar com ele e ajudar ele, pois sem sucesso a escola não nos dava um retorno e nem fizeram o solicitado.
As reclamações começaram a ser diárias e muitas vezes o pai ao chegar no colégio ele estava em crise correndo pela escola totalmente confuso e desorientado. Conversando com o Joaquim ele nos relatava que não conseguia fazer as atividades que a professora não ajudava e os colegas ficavam rindo dele por usar o material do pré e não do primeiro ano como os demais.
Levei essas situações a coordenação e a mesma simplesmente falou que essas situações não existiam.
Durante todo o ano letivo não tivemos um retorno da escola nem da professora como estava sendo seu desempenho (nas reuniões a professora nunca falava dele)
Ocorreu uma amostra cultural na escola onde foi solicitado que fizéssemos alguns trabalhos em casa e precisávamos de alguns materiais escolares, solicitamos a escola que nos enviasse pois no início do ano é paga uma taxa de materiais, a escola retornou informando que não mandaria pois eram para serem feitos com recicláveis, mas não foi assim tivemos que comprar pois muitos materiais eram usados .
No dia da Feira cultural a professora Andrea conversava com todos os pais e mostrava os trabalhos dos alunos, porem o Joaquim ela mal cumprimentou e não nos mostrou nada do que ele havia feito. Simplesmente ignorou a nossa presença.
No final do ano ficamos sabendo por outros pais que teria uma apresentação das aulas de Judô e troca de faixas, como não fomos informados ligamos na escola e a resposta foi que somente alguns alunos iriam participar pois a professora que selecionou (Joaquim fez judô o ano inteiro e no final excluíram ele da apresentação).
Com todos esses acontecimentos a coordenadora Angélica enviou uma mensagem informado que não tinha condições de ficar com o Joaquim no período da manhã, pois ela tinha que pensar no coletivo. Questionei se a escola não poderia ter uma auxiliar para ele principalmente em sala pois não estava tendo retorno sobre a parte pedagógica, ela disse que não.
Como ele estava muito triste e casado estressado com todos esses acontecimentos decidimos voltar ele para a escola anterior que vai somente até o pré no período da manhã , nessa escola ele ficou três meses e não tinha nenhuma crise pelo contrário esta super bem.
Porem na agnus continuava mesmo só indo a tarde a ter crises.
Um dia o pai foi buscar o Joaquim e a monitora chamou uma aluna para ela falar com ele, que eles estavam brincando e o Joaquim tinha quebrado sua pasta. Colocaram uma criança de 6 anos constrangida para falar com um adulto.
A Mãe de um outro aluno da mesma sala que eu sempre comentava os acontecimentos com ela começou a conversar com seu filho sobre o que acontecia na escola para o Joaquim fica nervoso. A criança relatou que na maioria das vezes ele ficava pois não conseguia fazer a lição e as crianças riam dele por ele está com o material do pré.
Ele também relatou que certo dia as crianças se juntaram para bater no Joaquim e a professora não fez nada.
Conclusão o ano letivo acabou, o material do Joaquim veio quase 70% incompleto, não tivemos nenhum retorno nem da escola nem da professora sobre as atividades que ele desenvolveu nem o que aprendeu.
Solicitei a transferência dela para outra escola e nem perguntaram qual o motivo, lembrando que a própria coordenadora em uma conversa com o pai falou sobre uma escola que atende autistas que seria melhor para ele.
Agnus. Dei não tem inclusão nenhuma para autistas, pelo contrário ela constrange os alunos, exclui ele das atividades.




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Resposta da empresa

22/02/2023 às 15:19

Boa tarde!

No caso de seu filho, infelizmente, estávamos tendo muitas reclamações de outros pais, principalmente em relação as agressões físicas praticadas por sua criança.

Atendemos diversos alunos inclusivos, contudo, não podemos ter um aluno que cause perigo a integridade dos outros.

Tentamos por diversas vezes ter assistência de terapeutas que o atendesse, e nunca o tivemos. A escola não faz sozinha, precisa de ajuda em casos de inclusão.

Nossa diretora de unidade, senhora Ana Angélica, é sempre atenciosa e cuidadosa com os alunos, nunca indicaria outro local, se não fosse para tentar ajudar em uma melhor adaptação e se solicitada pela família.

Não temos demanda de aulas no período da manhã para unidade Três Corações. Por isso, não atendemos seu filho. Ficamos felizes que tenha encontrado um a escola que o atenda no período da manhã, às vezes ele precisava disso para uma melhor adaptação e aprendizagem, pois, cada criança é de uma maneira, algumas ficam melhores no período da atarde outras não.

Sobre os materiais, os pedidos em lista, são para uso exclusive dentro do Colégio, não há como administramos envios para casa.

A professora valorizou sim o trabalho de seu filho, como sempre faz com todos os alunos, não há porquê ser diferente inclusive, há fotos do registro dela com ele em Exposição Cultural.

Atendemos diversas crianças autistas, e com outras necessidades. Há depoimentos de diversos pais em nossas redes sociais. Mas, atender alunos inclusivos é uma responsabilidade mútua. A escola precisa da ajuda de outros.

Desejamos uma jornada tranquila para vocês.

Atenciosamente,

Ana Meri - Diretora de Escola

Consideração final do consumidor

19/07/2023 às 18:56

Como já era de se esperar a própria dona da escola respondeu arrogante

O problema foi resolvido?

Reclamação não resolvida

Não resolvido

Voltaria a fazer negócio

Não

Nota do atendimento

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