Falta de empatia e rigidez desnecessária no Colégio Autêntico

Não respondida
Guarulhos - SP
13/06/2025 às 20:17
ID: 219628571
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Prezada Direção do Colégio Autêntico,
Venho, por meio desta, registrar minha insatisfação e indignação diante da postura adotada pela escola em uma situação que me causou enorme frustração como mãe e comprometeu um momento muito importante para minha família.
Na data de hoje (13/06/2025), fui buscar meu filho durante o horário do meu almoço no trabalho, com o intuito de levá-lo por alguns minutos à comemoração do aniversário de seu irmão mais novo, que completa 3 anos hoje. A ideia era simples e simbólica: cantar parabéns e retornar imediatamente para a escola. Expliquei que seria algo breve, que o local era próximo, e que eu voltaria ao trabalho logo em seguida, já que não teria com quem deixar meu filho.
No entanto, fui informada pela funcionária da escola de que, uma vez retirada a criança da unidade, ela não poderia retornar. Segundo me disseram, a diretora havia confirmado que essa era uma política da escola, pois o aluno não poderia sair e comer coisas fora da escola , sem lógica alguma essa resposta , já que o aluno leva lanche de fora .Diante disso, fiquei extremamente surpresa e decepcionada, pois essa regra não está claramente descrita no regulamento interno da escola. O que está explícito é a possibilidade de saída em casos de exame médico em nenhum momento o regulamento informa que, ao sair da escola, a criança está automaticamente impedida de retornar no mesmo dia. Visto que pra mim não se trata de regulamento e sim empatia com o próximo .
Além disso, faço questão de ressaltar que meu filho está matriculado em período integral um serviço pelo qual pago mensalmente. Sendo assim, é ainda mais incompreensível que a escola se negue a receber novamente uma criança que está dentro de seu horário de permanência contratual, especialmente em uma situação pontual e justificada.
A postura inflexível da escola, que ignorou completamente o contexto, demonstra uma total falta de empatia com a realidade das famílias. Sou mãe, sou trabalhadora, e busquei uma solução que fosse segura e rápida para que meu filho pudesse participar, ainda que brevemente, de um momento especial ao lado do irmão.
Infelizmente, o resultado foi extremamente doloroso. Após o episódio, recebi uma ligação da escola informando que meu filho estava em prantos, gritando, profundamente abalado por não ter podido participar do aniversário do irmão. Isso partiu meu coração. Do outro lado, na festinha, meu filho de 3 anos perguntava: Cadê meu irmão, mamãe? ele havia passado a semana toda esperando por aquele momento.
A escola, que deveria ser parceira das famílias, não demonstrou o menor cuidado emocional, respeito ou sensibilidade. A inflexibilidade, somada à ausência de base clara no regulamento, mostra uma postura burocrática e desumana. Um momento que deveria ser feliz e marcante foi transformado em dor e frustração.
Peço que esta reclamação seja tratada com a seriedade que merece. Não se trata apenas de regras: trata-se de pessoas, de sentimentos, de vínculos familiares e de respeito ao que está acordado entre a escola e os pais.
Att,